Volkswagen VW Tipo 1 1300L 1970-04

Volkswagen  VW Tipo 1 1300L 1970-04

Para o Moises tenho de dar uma resposta de qualidade, merece! Algumas coisas que mostro já têm uns 10 anos (não tenho usado muito ou já acabei caso da cera R222), outras são mais recentes. Nota: não sou de polir as pinturas pois quando damos conta estamos sem tinta, mas isto é a minha opinião pessoal.
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1- A tal plasticina neste caso da 3M (como usar)
Líquidos de limpeza da pintura (particularmente zona dos riscos) (como usar - inglês)
2 - Poorboys Black Hole - para pinturas escuras.
3 - Poorboys White Diamond - para pinturas claras (tenho um carro branco).
4 - R222 Paintwork Cleanser - para qualquer tipo de pintura.
Não noto diferença entre estes produtos, mas noto diferença depois de os aplicar. Há algum preenchimento de riscos e a pintura fica sem atrito, portanto mais lisa. Mas funciona por preenchimento, não por polimento.
A seguir entramos nas ceras.
5 - Cera de carnauba da Swissvax - não experimentei ainda e não é para usar no VW, custa muito dinheiro a ver vamos se corresponde.
6 - R222 - outra cera de carnuba a preços mais acessíveis. Já a gastei toda, tem um "brilho" muito bom, mas a parte de acabamento é trabalhosa.
7 e 8 - Mirror Shine carros claros e escuros respectivamente. Foi o que usei no VW, muito fácil de aplicar e de fazer o acabamento (neste aspecto nunca vi igual). Parece-me que o "brilho" não chega ao nível da R222, mas são coisas diferentes porque a Mirror Shine não tem carnauba. Em princípio a Mirror Shine vai durar mais do que a R222. Acho que são ceras para objectivos diferentes. Posso depois fazer uma comparação em brilho da Mirror Shine vs Swissvax.
Uma comparação de ceras a Fusso é parecida com a Mirror Shine.
Outra comparação
9a - Líquido de limpeza de motor da Swissvax, que depois diluímos com água no 9b.
10 - O líquido selante e condicionante das borrachas da Swissvax.
Nas cavidades e por baixo do VW ainda tenho aplicado um produto para isolar e evitar a ferrugem.

Dois extras:
Um aparelho para carregar e manter a bateria da marca CTEK neste caso o MXS 5.0 ±90 a 100 euros. Ao fim de 12 anos tive um que morreu para o mundo e nunca me deram problemas. São mais caros do que outros que aparecem à venda, mas acho que compensa e então se forem carros com electrónicas sensíveis...
Umas borrachas para colocar debaixo das rodas quando os carros ficam parados muito tempo.
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Última edição:
Ainda está tudo na mesma.
Recentemente duas almas ao verem o portabagagens da frente aberto comentaram que era minúsculo. Coincidências, logo a seguir fui transportar uma garrafa de gás à frente e uns dias depois era para levar uma mala grande no carro, à frente não coube, mas no portabagens de trás ainda sobrou espaço. Quanto à garrafa, quando cheguei ao destino ainda pensei que não conseguia abrir a tampa, tinha deslizado, encostou-se à tampa e com o peso ainda senti resistência na alavanca que a abre. Uma mala é travada pelo pneu, mas a garrafa é cilindrica...
Na segunda foto com a garrafa parece que não cabe, mas a tampa é ovalada e dá.
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Agora a mala e esta é que fiquei surpreendido. Com excessão da dimensão dos 80cm que até podiam ser 90 ou talvez um pouco mais, no resto fica mesmo justa, mas não tapa quase nada a visibilidade. No tejadilho ainda dá para levar muita coisa. Por causa da bagagem, um dia ainda hei-de ter um tipo 3 fastback :)

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Continua tudo muito parado e muito atrasado (imenso material para instalar/substituir), mas tem-me faltado o tempo.
Como o carro tem um gerador que até às 1500rpm não carrega grande coisa há uns anos largos comprei um voltímetro digital para monitorizar aproximadamente o processo. Finalmente instalei-o e o objectivo não é medir a voltagem exacta da bateria, mas ter uma ideia aproximada e se estará a carregar. Eu sei que um amperímetro mede melhor a carga, mas dá mais trabalho a instalar e isto é para ser provisório. Não sou electricista e não percebo grande coisa, para mim um relé já é coisa muito complicada... Já agora, um dia o sistema eléctrico deste carro vai precisar de uma volta que este esparguete de fios destoa do resto.

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O fusível é de 5 amperes e os elásticos foi o que usei para já para estabilizar os dois conectores.
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Ligação na caixa dos fusíveis.
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Ligação à massa [corrigido - obrigado Guilherme!].
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Local de instalação. Entre o vidro e o voltímetro coloquei um taco de madeira por causa da inclinação do vidro. Em baixo à direita a minha tabela de rotações, só consulto parado.
Já comprei há uns meses e espero que não demore tanto tempo a instalar como o voltímetro...
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Depois se seguirá um conta rotações, um voltímetro (a sério) e depois não sei se um manómetro para a temperatura da cabeça do cilindro 3. Quem conhece estes veículos sabe porquê, mas nunca senti que o meu aqueça muito.
 
Última edição:
Continua tudo muito parado e muito atrasado (imenso material para instalar/substituir), mas tem-me faltado o tempo.
Como o carro tem um gerador que até às 1500rpm não carrega grande coisa há uns anos largos comprei um voltímetro digital para monitorizar aproximadamente o processo. Finalmente instalei-o e o objectivo não é medir a voltagem exacta da bateria, mas ter uma ideia aproximada e se estará a carregar. Eu sei que um amperímetro mede melhor a carga, mas dá mais trabalho a instalar e isto é para ser provisório. Não sou electricista e não percebo grande coisa, para mim um relé já é coisa muito complicada... Já agora, um dia o sistema eléctrico deste carro vai precisar de uma volta que este esparguete de fios destoa do resto.

Ver anexo 1346405
O fusível é de 5 amperes e os elásticos foi o que usei para já para estabilizar os dois conectores.
Ver anexo 1346406
Ligação na caixa dos fusíveis.
Ver anexo 1346407
Ligação à terra.
Ver anexo 1346408
Local de instalação. Entre o vidro e o coltimetro coloquei um taco de madeira por causa da inclinação do vidro. Em baixo à direita a minha tabela de rotações, só consulto parado.
Já comprei há uns meses e espero que não demore tanto tempo a instalar como o voltímetro...
Ver anexo 1346409
Depois se seguirá um conta rotações, um voltímetro (a sério) e depois não sei se um manómetro para a temperatura da cabeça do cilindro 3. Quem conhece estes veículos sabe porquê, mas nunca senti que o meu aqueça muito.
Corrige aí ... não é ligação "à terra"; mas ligação à massa ...
Na construção civil é que se usa comumente ligação "à terra". Na electrónica há um outro termo que não sendo exactamente igual aos anteriores, anda lá perto, que é o "neutro" ...

"Pecuinhices" ...
 
Contexto - um amigo meu tem um BYD Atto em que a direcção chia. Houve duas ocasiões recentemente em que também houve um silvo breve na direcção do VW, mas pareceu-me ser o plástico do volante contra o plástico que envolve a coluna. Vai daí resolvi fazer um vídeo para lhe mostrar como pode corrigir o problema no BYD.
VW 1300L 1970 - airbag (nome do vídeo caso não consigam ver aqui).
 
Ainda está tudo na mesma.
Recentemente duas almas ao verem o portabagagens da frente aberto comentaram que era minúsculo. Coincidências, logo a seguir fui transportar uma garrafa de gás à frente e uns dias depois era para levar uma mala grande no carro, à frente não coube, mas no portabagens de trás ainda sobrou espaço. Quanto à garrafa, quando cheguei ao destino ainda pensei que não conseguia abrir a tampa, tinha deslizado, encostou-se à tampa e com o peso ainda senti resistência na alavanca que a abre. Uma mala é travada pelo pneu, mas a garrafa é cilindrica...
Na segunda foto com a garrafa parece que não cabe, mas a tampa é ovalada e dá. Ver anexo 1344759
Ver anexo 1344760
Agora a mala e esta é que fiquei surpreendido. Com excessão da dimensão dos 80cm que até podiam ser 90 ou talvez um pouco mais, no resto fica mesmo justa, mas não tapa quase nada a visibilidade. No tejadilho ainda dá para levar muita coisa. Por causa da bagagem, um dia ainda hei-de ter um tipo 3 fastback :)

Ver anexo 1344761
Ver anexo 1344762
Ver anexo 1344763
Ver anexo 1344764
Quando tive o meu Carocha tinha sempre acessórios de época no carro. Para além de outros acessórios, um dos que andava sempre no carro era um mala de época nesse preciso local.
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Há procura de umas fotos e descobri uma de 2010 muito antes do carro chegar à minha posse. Tenho que começar a dar uns passeios...
O local onde está a foto original
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Entretanto usei a IA para modificar duas fotos para a cor original do carro: Branco Pastel L-90D. Na segunda mexeu-me no interior embora especificamente tivesse indicado para não o fazer.
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Instalação de spoiler Kamei original.
Acessórios Kamei
A Kamei fui fundada por Karl Meier sendo um conceituado fabricante alemão de acessórios automóveis com mais de 70 anos de história, muito ligada à VW. A empresa é creditada pela criação do primeiro spoiler automóvel em 1952, apresentado no Salão Automóvel de Genebra, cujo nome original era de "estabilizador horizontal" dianteiro para o Volkswagen Carocha concebido para melhorar a estabilidade a altas velocidades.
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Existem os seguintes modelos para o VW tipo 1:
4212 - Até Agosto de 1967 (não encontrei imagens)
4211 - Depois de Agosto de 1967
4210 - 1302 e 1303
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O spoiler pode ser pintado, no entanto, é importante garantir que são utilizadas tintas acrílicas, e não tintas nitrocelulósicas, para a repintura.

Não há instruções claras de como fazer nem mesmo nas instruções do spoiler.
A montagem do spoiler 4211 é feita usando os dois parafusos que seguram a matrícula, eventualmente usando os parafusos dos apoios do parachoques e dois parafusos que vão do spoiler aos guarda-lamas. Com o spoiler são fornecidos estes dois últimos parafusos, 5+5 anilhas de borracha, 1+1 anilhas metálicas e 1+1 porca para o parafuso. Da frente para trás temos parafuso com cabeça larga, spoiler, anilhas de borracha (as necessárias), chapa do guarda-lamas (tem de ser furado), anilha metálica e finalmente a porca. Ainda há um autocolante da Kamei que pode ou não ser colocado. Por vontade da dona do VW não foi colocado, apenas foi colocado para as fotos.
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Aspecto geralParafuso que vai fixar no guarda-lamas. Coloquei uma anilha entre a cabeça e o spoiler. Talvez não seja necessário.
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Anéis de borrachaPorca e anilha que seguram o parafuso ao guarda-lamas. A mancha que se vê é de um produto de proteção contra a ferrugem aplicado em spray.
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Marcação da KameiInstruções de montagem traduzidas
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Fotos da Kamei. Fica ainda a uma boa distância do chão e permite ainda assim usar a barra inferior da suspensão para reboque.

Teste do spoiler e respectivos dados traduzidos do original em alemão
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Tinha planeado fazer um teste com e sem, usando um GPS para registar a velocidade e duas subidas que sei qual a velocidade que costuma atingir. Não fiz o antes e como a principal função é estabilidade e não melhorar a aerodinâmica, vou só fazer uma avaliação subjectiva e vamos ver se noto diferença.

A ver se dentro de 15 dias abordo o tema cabo de embraiagem (o meu rebentou, já foi substituído pelo que tinha de reserva, mas acho que é um tópico que merece ser acompanhado de informação técnica que estou a preparar).
Abaixo cabo de embraiagem e do acelerador, para aí 5 euros cada um, em viagem é andar com eles. Alguém me dizia para quê, se eu podia chamar o reboque, mas isso elimina o espirito da época, viajar sem assistência em viagem, com reparações na berma da estrada!
O da embraiagem dá muito trabalho na berma da estrada, mas também a verdade é que podemos seguir viagem (devagarinho) sem embraiagem, o do acelerador é fácil de instalar.
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Instalação de spoiler Kamei original.
Acessórios Kamei
A Kamei fui fundada por Karl Meier sendo um conceituado fabricante alemão de acessórios automóveis com mais de 70 anos de história, muito ligada à VW. A empresa é creditada pela criação do primeiro spoiler automóvel em 1952, apresentado no Salão Automóvel de Genebra, cujo nome original era de "estabilizador horizontal" dianteiro para o Volkswagen Carocha concebido para melhorar a estabilidade a altas velocidades.
Ver anexo 1350427
Existem os seguintes modelos para o VW tipo 1:
4212 - Até Agosto de 1967 (não encontrei imagens)
4211 - Depois de Agosto de 1967
4210 - 1302 e 1303
Ver anexo 1350428
O spoiler pode ser pintado, no entanto, é importante garantir que são utilizadas tintas acrílicas, e não tintas nitrocelulósicas, para a repintura.

Não há instruções claras de como fazer nem mesmo nas instruções do spoiler.
A montagem do spoiler 4211 é feita usando os dois parafusos que seguram a matrícula, eventualmente usando os parafusos dos apoios do parachoques e dois parafusos que vão do spoiler aos guarda-lamas. Com o spoiler são fornecidos estes dois últimos parafusos, 5+5 anilhas de borracha, 1+1 anilhas metálicas e 1+1 porca para o parafuso. Da frente para trás temos parafuso com cabeça larga, spoiler, anilhas de borracha (as necessárias), chapa do guarda-lamas (tem de ser furado), anilha metálica e finalmente a porca. Ainda há um autocolante da Kamei que pode ou não ser colocado. Por vontade da dona do VW não foi colocado, apenas foi colocado para as fotos.
Ver anexo 1350429Ver anexo 1350430
Aspecto geralParafuso que vai fixar no guarda-lamas. Coloquei uma anilha entre a cabeça e o spoiler. Talvez não seja necessário.
Ver anexo 1350431Ver anexo 1350432
Anéis de borrachaPorca e anilha que seguram o parafuso ao guarda-lamas. A mancha que se vê é de um produto de proteção contra a ferrugem aplicado em spray.
Ver anexo 1350433Ver anexo 1350436
Marcação da KameiInstruções de montagem traduzidas
Ver anexo 1350434Ver anexo 1350435
Fotos da Kamei. Fica ainda a uma boa distância do chão e permite ainda assim usar a barra inferior da suspensão para reboque.

Teste do spoiler e respectivos dados traduzidos do original em alemão
Ver anexo 1350437

Tinha planeado fazer um teste com e sem, usando um GPS para registar a velocidade e duas subidas que sei qual a velocidade que costuma atingir. Não fiz o antes e como a principal função é estabilidade e não melhorar a aerodinâmica, vou só fazer uma avaliação subjectiva e vamos ver se noto diferença.

A ver se dentro de 15 dias abordo o tema cabo de embraiagem (o meu rebentou, já foi substituído pelo que tinha de reserva, mas acho que é um tópico que merece ser acompanhado de informação técnica que estou a preparar).
Abaixo cabo de embraiagem e do acelerador, para aí 5 euros cada um, em viagem é andar com eles. Alguém me dizia para quê, se eu podia chamar o reboque, mas isso elimina o espirito da época, viajar sem assistência em viagem, com reparações na berma da estrada!
O da embraiagem dá muito trabalho na berma da estrada, mas também a verdade é que podemos seguir viagem (devagarinho) sem embraiagem, o do acelerador é fácil de instalar.
Ver anexo 1350438Ver anexo 1350439
Cuidado com as reparações na beira da estrada ... e não é apenas pelo perigo que se corre ...
mas também pelas autoridades com excesso de zelo...
 
Cuidado com as reparações na beira da estrada ... e não é apenas pelo perigo que se corre ...
mas também pelas autoridades com excesso de zelo...
Pois, beira de estrada é em sentido figurado, já de si é perigoso, e cada vez mais porque acho que o pessoal anda muito distraído com os "automatismos" (1) dos carros. Nem gosto de meter o VW em auto-estradas porque parece que é invisível mesmo a 100-110km/h.
Para as reparações estava a pensar mais nos locais como o que vai abaixo na N2, no caso, aqui pertinho de mim. Podem-me chatear por estar a mudar um cabo de acelerador?
Estes recantos são frequentes nas estradas clássicas, muitas vezes resultam de melhoramentos do traçado.
1 - são bons, o pessoal é que acha que pode deixar de prestar atenção ao que se passa num raio de 4 segundos (75m a 50km/h; 100m a 90km/h; bastante mais a 120km/h)
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Nada de muito especial. Passei na oficina dos "mecânicos" com mais de 80 anos (1) e um deles deu-me umas tampas para tapar os parafusos da matrícula porque ele achou que o carro merecia.
1- Por lá encontro tudo o que é ex-pintores, estofadores, mecânicos, chapeiros, etc. aqui de Vila Real todos eles com uma coisa em comum, mais de 80 anos ou por aí.
Antes e depois:
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Como as tampas eram ligeiramente mais largas coloquei um pouco de tubo termoretráctil à volta da cabeça do parafuso para aumentar o diâmetro.
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Já comprei um cabo de embraiagem para ficar de reserva, espero que por muitos anos.
 
Última edição:
Nada de muito especial. Passei na oficina dos "mecânicos" com mais de 80 anos (1) e um deles deu-me umas tampas para tapar os parafusos da matrícula porque o carro merecia. Por lá encontro tudo o que é ex-pintores, estofadores, mecânicos, chapeiros, etc. aqui de Vila Real todos eles com uma coisa em comum, mais de 80 anos ou por aí.
Antes e depois:
Ver anexo 1358043
Como as tampas eram ligeiramente mais largas coloquei um pouco de tubo termoretráctil à volta da cabeça do parafuso para aumentar o diâmetro.
Ver anexo 1358044
Já comprei um cabo de embraiagem para ficar de reserva, espero que por muitos anos.
O meu antigo mini ainda chegou a fazer uma revisão nessa oficina!!
 
Resolvi instalar um manómetro de pressão e outro de temperatura do óleo do VW, respectivos sensores, tudo VDO. Estudei o assunto e assim partilho, porque guardar o que aprendi só para mim é egoísmo ;) . Vou publicando as diversas componentes até à montagem final que ainda não fiz.
A temperatura do óleo é uma forma prática de avaliar a temperatura do motor já que não é arrefecido a água. Atenção que mesmo nos arrefecidos a água a temperatura do óleo é interessante e cabeça do motor também.
1) Óleo
1.1) Pressão de óleo
Avaliar o funcionamento do sensor de pressão de óleo no VW (se calhar em qualquer carro).
É preciso um multímetro que vamos colocar na posição para medir resistência e, descobri, uma seringa de plástico para fazer pressão. O canhão das seringas (o tubo à frente) é mesmo à medida do orifício do sensor.
Uma das pontas de prova é colocada onde está ligado o fio que vai para a luz no velocímetro e a outra na caixa do sensor. Como orientação para os multímetros analógicos, no meu caso, "sem" pressão mediu 3,5 Ohms.
O ver se o sensor não está completamente estragado dá para fazer com ele montado no motor, a reação á pressão tem de ser com ele retirado e já precisam da seringa ou outra forma de criar pressão (qb!).
Como funciona?
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A seguir em vídeo.
No caso que mostro no vídeo, compliquei para poderem ver a reação do sensor em função da pressão. Atenção que nada disto é equipamento profissional pelo que não garanto que os valores sejam rigorosos. Da informação que tenho a luz do óleo acende quando a pressão baixa dos 4psi. No meu caso "desligou" aos ±3,7 psi e voltou a ligar aos 3psi, mas nada disto é rigoroso. O desligar é detectado quando o multímetro indica que deixou de haver continuidade (o circuito fica aberto).

O manómetro para verem a escala. Comprei-o para ver a pressão de combustível. Foi barato pelo que não ponha a mão no fogo pelos valores à décima.
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Finalmente, num vídeo vi um mecânico "moderno" com carros recentes a chamar à atenção que para além do que se lê na porta OBD2, também se devem testar as coisas assim para ter a certeza do que se passa. Infelizmente hoje em dia é a despachar em muitas oficinas, é mais fácil substituir a peça, depois continua tudo na mesma porque era um fio desligado ou um contacto oxidado...

A ver se no próximo fim-de-semana coloco mais avanços.
 
1.2) Pressão de óleo – sensor VDO

O sensor de pressão de óleo VDO que comprei enrosca onde está o sensor da VW. Tem duas ligações eléctricas, uma para a luz do óleo e outra para o manómetro.

A do luz do óleo funciona como a original só tem um problema, acende abaixo dos 10psi quando o original é aos 4psi. Isto significa que quando o carro está quente a luz acende ao ralenti. Sei que este sensor também é usado no VW Golf mk1 e talvez daí os 10psi. Solução é colocar uma peça em T entre o sensor e a caixa do motor, em que num dos braços do T se liga o VDO e no outro o sensor original da VW. Existe um sensor VDO só com ligação para o manómero mas pouco mais barato fica.​
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Peça em T​
Sensor VDO com saída só para o manómetro.
A parte para o manómetro tem um funcionamento diferente. O sinal é proporcional ao valor de resistência no sensor.
Para testar uma das pontas de prova é colocada onde está ligado o fio que vai para o manómetro e a outra na caixa do sensor.
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Ao ralenti (valores em Ohms)A rotações mais elevadas.
Vídeo com o teste.


O sensor, a parte do manómetro ainda não está montada.
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Tirado das instruções da VDO.
Há um sensor que tem duas saídas mas uma vez de ser WK (para a luz) é para ligar o sensor à massa.
 
Última edição:
O sensor de pressão nos vw golf mk1 mede a pressão baixa, ou seja, a pressão na cabeça, a pressão alta, da parte de baixo do motor, é na mesma controlada por um switch convencional.
 

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