Destaques

Artigo 'O interior de um clássico: onde a autenticidade não se consegue esconder'
Numa exposição, é natural que os olhos sejam primeiro atraídos pela carroçaria: a profundidade da pintura, o brilho dos cromados, o alinhamento dos painéis, o compartimento do motor cuidadosamente apresentado. Mas, para compreender a vida real de um automóvel, existe um lugar mais revelador do que qualquer superfície polida: o habitáculo. A pintura pode ser refeita. Um painel danificado pode ser substituído. Um motor pode ser desmontado, reconstruído e apresentado como se tivesse acabado de...
Tópico 'Rebuild Fiat 131 "abarth"'
boas fiat 131 mirafior 1600 1976 comprado atravez do portal ja há uns anos algum do trabalho de chapa tem sido feito por mim depois o velho só da uma mãozinha ficam agora fotos dos processo...
Artigo 'Óleo de motor explicado: o que precisa saber para o seu carro clássico'
Escolher o óleo de motor para um clássico não é uma decisão que se tome pelo preço na prateleira ou pela conveniência do posto mais próximo. O óleo é, literalmente, o sangue do motor — lubrifica as peças em movimento, ajuda a arrefecer o conjunto, neutraliza os ácidos gerados pela combustão e protege contra avarias catastróficas nas escapadelas de fim de semana pela estrada nacional. Compreender o que significam os números e as letras impressos na embalagem pode poupar muito dinheiro e...
Artigo 'Rover 75: o último suspiro de uma elegância britânica traída'
Poucos automóveis ilustram tão bem o choque entre ambição e realidade industrial como o Rover 75. Apresentado ao público europeu a 20 de Outubro de 1998, este seria o modelo que deveria simbolizar o renascimento da Rover — mas, ironicamente, nessa mesma noite começaram a surgir as fissuras que acabariam por ditar o seu destino. Embora a BMW tivesse assumido o controlo da Rover Group em 1994, a integração nunca foi plena. Em vez de uma verdadeira fusão de culturas e competências, instalou-se...
Artigo 'Honda S600: Uma Revolução nas Rotações nos Anos 60'
Uma Revolução nas Rotações nos Anos 60 Existem números que definem épocas. Hoje, falar de 11.000 ou 12.000 RPM não provoca mais do que um aceno de concordância entre os entusiastas mais atentos. No coração do Mercedes-AMG One bate um motor V6 turbo-híbrido derivado da Fórmula 1 que atinge as 11.000 rotações, enquanto o GMA T.50 — o espiritualmente correcto sucessor do McLaren F1 — vê o seu V12 naturalmente aspirado, desenhado por Gordon Murray e afinado pela Cosworth, escalar até às 12.100...
Artigo 'O Jaguar que um jornal inventou'
Foto: Karissa Hosek / RM Sotheby's Em 1967, um dos jornais mais prestigiados do Reino Unido decidiu fazer algo invulgar: imaginar o automóvel ideal. A ideia partiu do editor automóvel do The Daily Telegraph, que resolveu transformar esse exercício conceptual em algo muito mais ambicioso. O resultado foi um automóvel único, criado em colaboração com a carroçadora italiana Carrozzeria Bertone e baseado no lendário Jaguar E‑Type. Chamava-se Jaguar Pirana e acabou por se tornar um dos concept...
Artigo 'Como escolher a mangueira de combustível ideal para o seu carro clássico'
Após uma avaria no motor causada por... uma mangueira de combustível de má qualidade (e novinha em folha!), decidi escrever este artigo para explicar: nem todas as mangueiras de combustível são iguais! Vou detalhar a importância de escolher uma boa mangueira de combustível para o vosso carro clássico, comparando diferentes tipos e explicando as vantagens e desvantagens técnicas de cada uma. O objetivo é ajudar-vos a escolher a mangueira mais adequada às vossas necessidades e convencer-vos a...
Artigo 'A maior corrida de todos os tempos: Nova Iorque - Paris, 1908'
Recupero uma história, colocado aqui no Portal dos Clássicos em 2008 pelo @Manuel Ferreira Dinis, sobre um evento único na história automóvel. O texto foi escrito com base em fontes online, pelo que peço desculpa por alguma imprecisão. A maior corrida de todos os tempos Chegou a vez do New York Times planear uma corrida mais ambiciosa que a célebre Paris-Pequim de 1907, propondo-se vencer o terrível inverno norte-americano e fazer um percurso semelhante a uma volta ao mundo. Esta prova...
Artigo 'A ligação emocional entre os proprietários e os seus clássicos'
Muitos concordarão que possuir um carro clássico raramente é apenas ter um veículo para ir do ponto A ao ponto B. Se assim fosse, provavelmente todos andaríamos simplesmente com qualquer carro banal. Para muitos proprietários, os seus veículos clássicos representam algo muito mais profundo: existe uma ligação emocional que vai para além da mera praticidade e desempenho. Seja o cheiro inconfundível do couro antigo a desvanecer-se, o som satisfatório de uma porta sólida a fechar-se ou a forma...
Veículo 'Ford Anglia 100E - 1954'
Ford Anglia 100E adquirido pelo meu pai em 2008, tendo sido alvo de um restauro completo após a compra.
Veículo 'Rover 827 V6 Coupé'
Foram vários os estudos e projectos durante a década de 80 até o Rover Série 800 Coupé chegar a este resultado final no princípio da década de 90. O director de design da Austin Rover, Roy Axe, pretendia desde o início que o novo executivo Coupé que viria a nascer fosse algo completamente diferente, autónomo e inovador face ao já existente Rover 800 Mk1 e assim foi até que no Salão Automóvel de Turim em 1986 é apresentado o Rover CCV. O concept car Rover CCV foi um sucesso por Turim...
Artigo 'Como manter o seu carro clássico em condições por mais tempo'
Como Manter o Seu Carro Clássico em Condições por Mais Tempo Possuir um carro clássico é, sem dúvida, uma verdadeira paixão! Ao contrário dos veículos modernos, os automóveis antigos exigem cuidados mais regulares, paciência e atenção ao detalhe para funcionarem de forma suave e confiável. Com a manutenção correta e alguns hábitos essenciais, poderá desfrutar do seu orgulho durante muitos anos. Aqui ficam algumas dicas fundamentais para manter o seu clássico em condições por mais tempo...
Artigo 'Quilometragem: O número ilusório que domina o mundo dos clássicos'
Houve um tempo, não muito distante, em que a quilometragem de um carro antigo era apenas mais uma informação entre muitas. Um detalhe, um dado bruto, por vezes aproximado e frequentemente impossível de verificar. Hoje, tornou-se quase um fetiche, um símbolo e um veredicto absoluto. 100 000 km? Demasiado. 150 000 km? Fuja. 200 000 km? “Sucata”, mesmo que o motor funcione como um relógio suíço. Estamos na era da obsessão pela quilometragem, um fenómeno estranho em que um número apresentado...
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