Renault Clio 1.2 RN (1997)

Renault Clio 1.2 RN (1997)

Ontem foi dia de ir buscar este papel... :)

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Bom, pessoal, bem sei que não tenho participado quase nada, nem tão pouco tenho posto nada nos meus diários de bordo, ainda que venha cá regularmente coscuvilhar. Mas, tal como expliquei no tópico dos aniversários (e agradeço uma vez mais a quem me felicitou), já há meses, mais concretamente desde 27 de Fevereiro, que tenho estado a atravessar uma fase negra na vida devido a doença súbita do meu pai, em que as nossas vidas deram uma volta de 180º. Portanto, de forma resumida, não tenho estado nada bem psicologicamente.

Contudo, o Renault tem algumas novidades e recebido alguns reparos, e há outros a serem feitos, mas não ao ritmo que eu desejava (esta parte já vou explicar mais abaixo). Vou tentar enumerar tudo, e se porventura me esquecer de alguma coisa (a minha memória também anda afectada) eu postarei mais tarde. Quanto a fotos, pelo que percebi tem havido problemas no site, pelo que publicarei depois.
Então cá vai:
- Umas semanas antes de ter atingido os 100000 km, o Renault fez a viagem mais longa desde que está nas minhas mãos. Mais concretamente entre a minha aldeola e a terra da avó da minha namorada, nos arredores de Tondela, que são uns 220 km. Tanto a ida como o regresso foram feitos sem problemas.
- Em termos de reparações, a porta do porta-bagagens levou um par de amortecedores novos, que os antigos já não se aguentavam sempre que o tempo estivesse húmido.
- Ainda no porta-bagagens, depois da necessidade de remover a chapeleira para transportar um objecto de maiores dimensões, ao voltar a montar a chapeleira parti aqueles "ganchos" onde se ata as cordas da chapeleira. Arranjei outros mais tarde.
- Continuando no porta-bagagens, aquela questão de não trancar juntamente com as portas através do comando do fecho central foi finalmente resolvida.

Mas entretanto surgiram situações cujas reparações serão mais puxadas. O amortecedor do lado do pendura morreu, e entretanto o carro atingiu os 105000 km, ou seja, é hora de levar um kit de distribuição (para além de que já foi mudada há 9 anos). E como tenho estado a gerir a casa sozinho, e entretanto foi a motorizada quem deu entrada na oficina, o carro tem estado encostado. O meu transporte tem sido o "chaço" do meu pai, que infelizmente já não voltará a precisar dele.
Assim que a motorizada for arranjada, será a vez do carro, para as bateladas não serem tão grandes.
 
A propósito dos amortecedores, já que tenho de meter novos, estou a pensar na hipótese para aproveitar e rebaixar um bocadinho o carro, uns 30 ou 40 mm no máximo dos máximos. O principal objectivo é a estética, até porque tendo em conta o carro que é, não espero ganhos. Se porventura os tiver, tanto melhor. Mas se for só para piorar, então mais vale ficar como está.
Posto isto, e uma vez que pela Internet fora lê-se tanta coisa, cá vai a pergunta da praxe: O que vocês fariam neste caso?
 
A propósito dos amortecedores, já que tenho de meter novos, estou a pensar na hipótese para aproveitar e rebaixar um bocadinho o carro, uns 30 ou 40 mm no máximo dos máximos. O principal objectivo é a estética, até porque tendo em conta o carro que é, não espero ganhos. Se porventura os tiver, tanto melhor. Mas se for só para piorar, então mais vale ficar como está.
Posto isto, e uma vez que pela Internet fora lê-se tanta coisa, cá vai a pergunta da praxe: O que vocês fariam neste caso?
Não rebaixar, não faz sentido algum, colocas mais esforço no carro com ganhos practicos nas sua utilização baixos para o que perdes em conforto e desgaste.
Colocar bons amortecedores, rebaixar não.
 
A propósito dos amortecedores, já que tenho de meter novos, estou a pensar na hipótese para aproveitar e rebaixar um bocadinho o carro, uns 30 ou 40 mm no máximo dos máximos. O principal objectivo é a estética, até porque tendo em conta o carro que é, não espero ganhos. Se porventura os tiver, tanto melhor. Mas se for só para piorar, então mais vale ficar como está.
Posto isto, e uma vez que pela Internet fora lê-se tanta coisa, cá vai a pergunta da praxe: O que vocês fariam neste caso?
Nos carros de estrada queremos que a suspensão tenha algum curso para não haver perdas de aderência em depressões, entre outros. Já vais notar melhoria com o material novo ;)
 
Pois, lá está. Eu gostava que o carro ficasse com outro visual, mas se for para ter mais desvantagens do que vantagens, mais vale manter a altura como está.
Em vez disso, mando meter uns amortecedores a gás, o que nunca esteve fora de hipótese
 
Bem, ontem lá fui buscar o popó. Já tinha saudades. Faz de conta que foi a minha prenda de Natal (ainda que isso já não tenha significado algum para mim há anos, embora eu respeite, e por essa mesma razão aproveito para desejar um Bom Natal). Levou:
- Um kit de distribuição com bomba de água, 60000 km e 9 anos depois (o meu mecânico recomendou um máximo de 8 anos);
- Um par de amortecedores frontais a gás. Eu bem gostava de ver o carro com um ar mais agressivo, mas os conselhos dados acima (mais desvantagens do que vantagens) e os custos de homologação que iria ter, ditaram a manutenção da altura do carro. Mas em vez de amortecedores a óleo, optei por uns a gás, da Bilstein (era o que havia disponível). O pouco que conduzi já deu para perceber que são bem confortáveis;
- 4 velas e os cabos. O engasgar que senti no dia que o carro foi para a oficina era mesmo devido a uma das velas. O meu mecânico recomendou uma muda a cada 25000 ou 30000 km. Eu nunca tinha trocado as velas, e tendo em conta que o carro só tinha 22000 km quando veio para as minhas mãos, duvido que o antigo dono alguma vez as tenha trocado, pelo que ainda deviam de ser as de origem. Agora o carro não só deixou de soluçar e a perder potência como ainda ficou a responder um bocadinho melhor.

Bem, pelo menos já matei saudades do meu popó. Já estava habituado ao "chaço" do meu pai, que até tem mais motor, e até gosto de o conduzir, mas... o nosso carrito será sempre o nosso carrito.
 
Última edição:
Uma pequena dúvida que me lembrei: Há coisa de ano e meio tive um furo, o 2º da minha vida. Só que desta vez o pneu furado teve de ir dentro do porta-bagagens, porque não cabia em largura dentro da grade que transporta a roda suplente (que tem as mesmas medidas das jantes e pneus originais).
Agora a pergunta é: Uma vez que estavam previstas várias medidas de jantes/pneus dependendo das versões, será que a grade que prende a roda suplente também tem vários tamanhos? Ou haverá alguma maneira de a ajustar?
 
Ando mesmo fugido...

Bem, no fim do verão substituí finalmente o para-choques que me fizeram partir há uns 3 anos. Este tem claramente sinais de uso, mas o carro mais cedo ou mais tarde vai ter de levar uma pintura geral, portanto não é por aí. Além disso, os sinais de uso são naturais, ao contrário da racha que o outro para-choques tinha.
Uma coisa é certa: o lip frontal dá outro ar, vá-se lá saber porquê...

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Entretanto, o conta-quilómetros chegou aos 110000 km. Foi hora de mudar de óleo e filtros...

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E esta semana, o carro teve de voltar à oficina, pois sentia cheiro a gasolina dentro do habitáculo, como aconteceu há mais de 10 anos. Foi um dos tubos da bomba do combustível que ressequiu e partiu assim que o mecânico lhe tocou. Lá teve de levar uma bomba nova. E eu lá tive de andar com o Desenrasca, pois agora o tempo não deixa andar com a XF-17.
 
Bom, isto são uns piqueletes que arranjei numa das idas ao centro de abate, que são da protecção de plástico da parte interior da porta do porta-bagagens. 2 deles estavam gastos e por isso não seguravam mais, estando a dita protecção meia pendurada na ponta.

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A protecção estava assim, já há muito tempo


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E depois da intervenção

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Pela 2ª vez desde que sou dono deste carro, fui buscar o papel vermelho.
Desta vez tenho culpa no cartório. Já estava a contar com a possibilidade de anotações relativamente aos Mabor Sport Jet 3, e por isso ter de os trocar antes da próxima inspecção. O que não estava a contar era que a próxima inspecção (neste caro reinspecção) tivesse de ser feita no espaço de 1 mês, em vez de 1 ano. Tenho ainda de afinar os travões, pois a roda traseira direita não está a travar a 100%, assim como os médios do lado direito estão um bocadinho baixos, mas nada disto foi apontado.
Ainda sobre os pneus, era minha intenção ter bastante tempo para pensar se trocava apenas os pneus, ou se aproveitava para arranjar as jantes do RTi. Mas perante o sucedido essa parte terá de ser adiada. Se bem que gosto de ver estas jantes no carro, mas pronto, depois logo se vê.
Entretanto lá vou ter de recorrer ao Desenrasca, que está demasiado frio para andar de XF-17...

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Ah, assim está bem!

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Esta foi a última vez que este carro meteu as rodas dentro do centro de inspecções antes de ser oficialmente um clássico.
 
Não foi fácil, mas lá consegui um Clio 1 phase 3 de 3 portas para trazer o friso da ilharga esquerda. Houve um belo dia em que o friso do meu estava caído no chão. Este está ruço, mas depois dou um toque com tinta de spray de para-choques. Depois um dia quando pintar completamente o carro, pinta-se todos os frisos como deve ser. Em todo o caso, o carro fica melhor com este friso do que com nenhum.
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E era assim que o meu friso estava por dentro. O velhote mesmo tendo andado só 22000 km com o carro não tinha cuidado nenhum...

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Em vez de tinta de spray, recomendo-te o NovoGel, que é uma espécie de tinta para plásticos exteriores, que se aplica com uma esponja.
Dura imenso tempo, e os plásticos como o desse friso ficam como novos.
 

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