Rover 216 Coupé (1994)

Parabéns pela aquisição.
Esse é um dos modelos Rover que eu mais aprecio. Tem uma estética brutal, é bem exclusivo, e acompanhado com o motor Honda torna-se irresistível.
E parece também muito.
O meu desejo agora de muitos e bons kms com a máquina.
Saudações!
 

Hugo Albuquerque

Rover Enthusiastic
Portalista
Belo carro! É pena carregar a marca que carrega que desvaloriza o carro em si. Aqui na zona havia muitos (incluído GTI's) até à pouco tempo.
Agora desapareceu tudo...

Pelo motor... sim é verdade. Quando dá raia é a sério mas não sei até que ponto pior que o série K? Visto que acabavam por furar a cabeça o_O
Esse motor tem um grave problema (e eu adoro esses motores...) - o aquecimento que leva na cabeça. Muitas ficaram empenadas quando a junta iam à vida devido a isso. O que também ajudava a continuar a fama de queimar óleo quando já tinha alguns cavalos - o calor é tanto que ele vai desaparecendo.

Desejo muita boa sorte... vou seguir que quero aprender umas coisitas destes GTI :cool:
Boas Dinis!
Bem não posso concordar com algumas das coisas que referis-te, mas respeito.
Logo a começar pela parte em que dizes pena carregar a marca que carrega.
Acho que quem possui um Rover, possui um Rover porque gosta, especialmente nos dias de hoje.
Eu sou uma dessas pessoas, tenho Rovers porque gosto da marca (mais do que devia até).
A minha infância foi acompanhada por um, daí ter este carinho especial e depois nunca gostei de ter algo que fosse banal e visto no dia-a-dia...gosto de ser diferente, gosto de coisas fora do baralho e a Rover é dessas marcas.
Posso dizer mais, simpatizo com muitas marcas que declararam insolvência, como a MG, SAAB, Triumph, Austin, ...

Quanto ao serie K e ao D16 é muito discutível.
Eu pessoalmente prefiro queimar uma junta de cabeça de um serie K do que partir uma biela de um D16 e falo disto com a infeliz experiência que já tive com estes 2 motores.

Abraço!
 

Dinis Figueira

Honda Enthusiast / 無限
Boas Dinis!
Bem não posso concordar com algumas das coisas que referis-te, mas respeito.
Logo a começar pela parte em que dizes pena carregar a marca que carrega.
Acho que quem possui um Rover, possui um Rover porque gosta, especialmente nos dias de hoje.
Eu sou uma dessas pessoas, tenho Rovers porque gosto da marca (mais do que devia até).
A minha infância foi acompanhada por um, daí ter este carinho especial e depois nunca gostei de ter algo que fosse banal e visto no dia-a-dia...gosto de ser diferente, gosto de coisas fora do baralho e a Rover é dessas marcas.
Posso dizer mais, simpatizo com muitas marcas que declararam insolvência, como a MG, SAAB, Triumph, Austin, ...

Quanto ao serie K e ao D16 é muito discutível.
Eu pessoalmente prefiro queimar uma junta de cabeça de um serie K do que partir uma biela de um D16 e falo disto com a infeliz experiência que já tive com estes 2 motores.

Abraço!
Quando digo pela marca que carrega digo no sentido da fama que ganhou... só quem sabe ou precisa agarra num Rover. Eu digo isto porque sei quem tem Rover, o meu irmão teve um e até o melhor amigo dele tem um MG ZR que "basicamente" (e digo isto dentro de aspas) é um Rover 200/25. Gosto de Rovers. Só não vou ter um (ou se tiver é porque encontrei um bom negócio) porque tenho uma paixão enorme por Hondas e VW's antigos (e até ando a considerar is buscar um Triumph Acclaim para fazer uma réplica de um Ballade ao meu gosto e para trabalhar nos série E).
Mas se for a ver - nem os que são a gasóleo são agarrados. Digo também pela quantidade de Rovers que foram parando nas sucatas pela malta estar enjoada do mesmo - e falo na minha zona.

Série K infelizmente, na minha opinião, foi o prego final na Rover que já trazia alguns no sítio.

Sobre partir a biela num D16... como? :p

Abraço!
 

Hugo Albuquerque

Rover Enthusiastic
Portalista
Quando digo pela marca que carrega digo no sentido da fama que ganhou... só quem sabe ou precisa agarra num Rover. Eu digo isto porque sei quem tem Rover, o meu irmão teve um e até o melhor amigo dele tem um MG ZR que "basicamente" (e digo isto dentro de aspas) é um Rover 200/25. Gosto de Rovers. Só não vou ter um (ou se tiver é porque encontrei um bom negócio) porque tenho uma paixão enorme por Hondas e VW's antigos (e até ando a considerar is buscar um Triumph Acclaim para fazer uma réplica de um Ballade ao meu gosto e para trabalhar nos série E).
Mas se for a ver - nem os que são a gasóleo são agarrados. Digo também pela quantidade de Rovers que foram parando nas sucatas pela malta estar enjoada do mesmo - e falo na minha zona.

Série K infelizmente, na minha opinião, foi o prego final na Rover que já trazia alguns no sítio.

Sobre partir a biela num D16... como? :p

Abraço!
Em relação ao D16 é fácil...as bombas de óleo destes motores sofrem de uma grande fadiga com os anos, mandando o motor para o tutano.

Em relação à marca Rover em si, nesse aspeto concordo.
A fama dos K de facto arruinou a marca em muito pouco tempo...mas na minha opinião é muito ingrato pois o motor Serie K foi um motor inovador na altura e disso ninguém fala, mas infelizmente o ser humano tem sempre essa tendência de só olhar para os pontos menos positivos.
 

Dinis Figueira

Honda Enthusiast / 無限
Em relação ao D16 é fácil...as bombas de óleo destes motores sofrem de uma grande fadiga com os anos, mandando o motor para o tutano.

Em relação à marca Rover em si, nesse aspeto concordo.
A fama dos K de facto arruinou a marca em muito pouco tempo...mas na minha opinião é muito ingrato pois o motor Serie K foi um motor inovador na altura e disso ninguém fala, mas infelizmente o ser humano tem sempre essa tendência de só olhar para os pontos menos positivos.
Ah sim. Bomba de óleo e capas! Mas sempre achei mais resistente ao série B mesmo stock. Com a bomba trocada então é uma maravilha... tanto o D16A1 como o ZC têm os melhores internos para tal. Infelizmente o Série E tem o mesmo problema infelizmente e o uso de "qualquer óleo" ainda piora mas também penso que qualquer motor tem sempre falhas :mellow:

E inovador ou não, infelizmente é o que as pessoas pensam quando ouvem Rover.

Boa sorte mas é com o carro. Série K ou D - é mas é divertir! :cool:

Já por curiosidade - Rovers e ferrugem - demasiado amigos ou depende dos anos? Isto porque conheço um descapotável aqui na zona que tem uma lona a tapar e estou na curiosidade até que ponto aquilo está a ganhar saúde :xD:
 

Eduardo Tomas

Veterano
Furar a cabeça? Há alguns problemas com o LM25 (liga de alumínio) usado nas cabeças dos K, a maior parte das vezes por falta de anticongelante adequado...e também por não ser da melhor qualidade para a arquitectura em causa, mais exigente do que noutros motores da altura. No entanto, as cabeças não ficam furadas. Para além disso, a maior parte das porosidades podem ser preenchidas (nestas cabeças).

Depois, há aí uma confusão entre causa e consequência. Muitas juntas deixaram de vedar (o elastómero saiu do sítio) com os pequenos movimentos entre a cabeça e bloco, e isto deveu-se a n razões diferentes e por todas elas, por vezes: oil rail que rachava e não garantia aperto dos parafusos, parafusos compridos que perdiam propriedades de tensão, diferentes rácios de dilatação e contracção. Ou seja, a junta deixa de fazer o seu papel depois do resto acontecer, e não o contrário (a maior parte das vezes).

Por isso é que, mesmo em carros relativamente bem mantidos e com o sistema de refrigeração funcional, o problema da mistura de óleo com água surgia na mesma. Sem a junta estar queimada/podre/o que se queira chamar. :)

De resto, os problemas do D16A9/A8 são outros. Conheço-os muito menos do que o série K, mas pelo pouco que fui percebendo são motores que com os kms começam a gastar algum óleo (ainda antes dos 200 000 kms, em muitos casos. Não sei se é pelos vedantes das válvulas ou segmentos, mas gastam. Junte-se a isso o facto de estarem aliados a caixas curtas, fazerem facilmente rpm e estarem muitas vezes nas mãos de pessoal que quer tirar total partido deles, isto é, fazer uns redlines.

Uma junta num série K, a menos que o problema se deva a alguma camisa ter descido, é provável que fique bem resolvido para muitos kms (com o procedimento certo e material de qualidade. Uma biela cá fora num D16...é a morte do motor. O série K não costuma fazer isso, aliás, têm um bottom block bastante resistente. Raramente se ouve falar de um série K que morra pelo que está no bloco. É quase sempre a junta, e uma questão de valor comercial/valor da reparação.

Uau. Este post ficou longo. Fica assim terminada a minha TedTalk que ninguém pediu...:ph34r:

PS- Essa questão das bombas de óleo dos D16 também existe, mas lá está, não é só por isso. Novamente, é tudo junto. Motores já algo rodados, com bombas de óleo cansadas, a fazer rotação forte e feio durante minutos a fio - em uma ou mais vezes. Essa é a causa, para mim.
 
Última edição:

Eduardo Tomas

Veterano
Já por curiosidade - Rovers e ferrugem - demasiado amigos ou depende dos anos? Isto porque conheço um descapotável aqui na zona que tem uma lona a tapar e estou na curiosidade até que ponto aquilo está a ganhar saúde :xD:
Depende dos Rover.

Um 400 RT enferruja tanto como um Civic MA ou MB. Ou seja...não é brilhante, mas não é péssimo. Em Portugal a questão não se coloca, mas andam pela net fotos de um (provavelmente o único) 400 em Québéc, com alguns toques que não devem ter sido reparados e deram origem a ferrugem.

Um 200/400 XW como este Coupé também não tem grande fama de enferrujar, pelo menos em Portugal.

Dos Rover "recentes", o pior tem de ser o RF (o 200 redondinho). Quase todos ganham ferrugem nas dobradiças da mala, mesmo por cá e, se o tecto de abrir - que é uma trampa, nesses carros - se puser a jeito, também enferrujam na chapa adjacente.

O 75 não enferruja, mas esse é outra conversa. É de concepção diferente.
 

Dinis Figueira

Honda Enthusiast / 無限
Furar a cabeça? Há alguns problemas com o LM25 (liga de alumínio) usado nas cabeças dos K, a maior parte das vezes por falta de anticongelante adequado...e também por não ser da melhor qualidade para a arquitectura em causa, mais exigente do que noutros motores da altura. No entanto, as cabeças não ficam furadas. Para além disso, a maior parte das porosidades podem ser preenchidas (nestas cabeças).

Depois, há aí uma confusão entre causa e consequência. Muitas juntas deixaram de vedar (o elastómero saiu do sítio) com os pequenos movimentos entre a cabeça e bloco, e isto deveu-se a n razões diferentes e por todas elas, por vezes: oil rail que rachava e não garantia aperto dos parafusos, parafusos compridos que perdiam propriedades de tensão, diferentes rácios de dilatação e contracção. Ou seja, a junta deixa de fazer o seu papel depois do resto acontecer, e não o contrário (a maior parte das vezes).

Por isso é que, mesmo em carros relativamente bem mantidos e com o sistema de refrigeração funcional, o problema da mistura de óleo com água surgia na mesma. Sem a junta estar queimada/podre/o que se queira chamar. :)

De resto, os problemas do D16A9/A8 são outros. Conheço-os muito menos do que o série K, mas pelo pouco que fui percebendo são motores que com os kms começam a gastar algum óleo (ainda antes dos 200 000 kms, em muitos casos. Não sei se é pelos vedantes das válvulas ou segmentos, mas gastam. Junte-se a isso o facto de estarem aliados a caixas curtas, fazerem facilmente rpm e estarem muitas vezes nas mãos de pessoal que quer tirar total partido deles, isto é, fazer uns redlines.

Uma junta num série K, a menos que o problema se deva a alguma camisa ter descido, é provável que fique bem resolvido para muitos kms (com o procedimento certo e material de qualidade. Uma biela cá fora num D16...é a morte do motor. O série K não costumam fazer isso, aliás, têm um bottom block bastante resistente. Raramente se ouve falar de um série K que morra pelo que está no bloco. É quase sempre a junta, e uma questão de valor comercial/valor da reparação.

Uau. Este post ficou longo. Fica assim terminada a minha TedTalk que ninguém pediu...:ph34r:

PS- Essa questão das bombas de óleo dos D16 também existe, mas lá está, não é só por isso. Novamente, é tudo junto. Motores já algo rodados, com bombas de óleo cansadas, a fazer rotação forte e feio durante minutos a fio - em uma ou mais vezes. Essa é a causa, para mim.
Mas furou mesmo... nem sei se ainda tenho uma das cabeças em casa que pertencia ao Rover do meu irmão para poder mostrar..

Fazer saltar uma biela de um série D também não é de qualquer maneira. Isto porque conheço séries D a dar e bem e normalmente isso acontece a turbo. Mas há série D mais robustos que outros. D14A1, D16ZC DOHC e SOHC, D16A1 e todos os DOHC após meio de 1990. A Honda foi experimentando com diferentes materiais e só no final de 90 é que acertou mesmo com a experiência do B16.
Se for a ver um D16 mesmo com uma bomba de óleo nova aquece muito de cabeça. Eu continuo a achar que a perca 'normal' de óleo vai por aí. Mas claro... se o material estiver cansado e andar a puxar pelo carro como 80% da comunidade Honda cá... sim gasta sempre.
Mas também são motores fáceis de ver onde estão a perder óleo. Se não me engano - havia uns manuais que mencionavam este problema pela própria Honda.

Para mim parte da imagem que tenho de carros cá é a malta queixar-se que o carro está a beber óleo... ora se enquanto acelera sai fumo meio azulado e se abre-se o capô e tem fugas de óleo - normal não?

Mas pronto. É sempre bom discutir isto. Também gosto de saber a opinião de outras pessoas... já se roubou foi um bocadinho de espaço a mais ahah

Depende dos Rover.

Um 400 RT enferruja tanto como um Civic MA ou MB. Ou seja...não é brilhante, mas não é péssimo. Em Portugal a questão não se coloca, mas andam pela net fotos de um (provavelmente o único) 400 em Québéc, com alguns toques que não devem ter sido reparados e deram origem a ferrugem.

Um 200/400 XW como este Coupé também não tem grande fama de enferrujar, pelo menos em Portugal.

Dos Rover "recentes", o pior tem de ser o RF (o 200 redondinho). Quase todos ganham ferrugem nas dobradiças da mala, mesmo por cá e, se o tecto de abrir - que é uma trampa, nesses carros - se puser a jeito, também enferrujam na chapa adjacente.

O 75 não enferruja, mas esse é outra conversa. É de concepção diferente.
Curiosamente o que o meu irmão teve não tinha nada. O MG também não. Mas estou um bocadinho preocupado com este descapotável ahah

PS: Acho que os D15B japoneses também tinham boa fama mas já ouvi os 2 lados :(
 

Eduardo Tomas

Veterano
Mas furou mesmo... nem sei se ainda tenho uma das cabeças em casa que pertencia ao Rover do meu irmão para poder mostrar..
Eu acredito, não será caso único. Mas ao mesmo tempo também não é comum.

Fazer saltar uma biela de um série D também não é de qualquer maneira. Isto porque conheço séries D a dar e bem e normalmente isso acontece a turbo. Mas há série D mais robustos que outros. D14A1, D16ZC DOHC e SOHC, D16A1 e todos os DOHC após meio de 1990. A Honda foi experimentando com diferentes materiais e só no final de 90 é que acertou mesmo com a experiência do B16.
Concordo, não andam todos os dias bielas a sair pelo capot dos D16A9/A8, menos ainda noutros D16, e menos ainda nos D que são SOHC (em parte porque o pessoal não é tão tentado a puxar por eles). Nunca experimentei um B16, mas claro, parece ser um motor brilhante.

Se for a ver um D16 mesmo com uma bomba de óleo nova aquece muito de cabeça. Eu continuo a achar que a perca 'normal' de óleo vai por aí. Mas claro... se o material estiver cansado e andar a puxar pelo carro como 80% da comunidade Honda cá... sim gasta sempre.
Bom, eu lembro-me de ler sobre problemas com os vedantes das válvulas nestes motores com uns kms, e daqui facilmente vamos para o que sublinhei:

Para mim parte da imagem que tenho de carros cá é a malta queixar-se que o carro está a beber óleo... ora se enquanto acelera sai fumo meio azulado e se abre-se o capô e tem fugas de óleo - normal não?
Posto isto tudo, comprei um Rover para a minha namorada usar no dia-a-dia e para viagens mais longas - o 400 RT, para um pequeno familiar da altura, é bom para o efeito - mas se tivesse de comprar, por exemplo, um Civic MA 1.6 125 cv comprava. Um bocado desaproveitado para a utilização e bem mais caro no mercado de usados, no entanto.


Curiosamente o que o meu irmão teve não tinha nada. O MG também não. Mas estou um bocadinho preocupado com este descapotável ahah
É um F ou TF? Não são carros particularmente fiáveis ou bem construídos, não. Mas a ferrugem não é um problema.

Aliás, para a ferrugem ser um problema, em Portugal, num Rover...temos de puxar atrás a carros como o SD1 ou o 200XH (o comum 213, por cá...que também é motor Honda, D13).
 

Dinis Figueira

Honda Enthusiast / 無限
Bom, eu lembro-me de ler sobre problemas com os vedantes das válvulas nestes motores com uns kms, e daqui facilmente vamos para o que sublinhei:
Vou ser muito sincero nisto - já ouvi 1 caso ou 2. Já ouvi mais nos B16 mas pelo que percebi era sempre em cabeças mexidas por isso parece-me erro de quem as instalou. O meu pai também nunca teve stresses nem nunca apanhou Hondas com este problema.

Posto isto tudo, comprei um Rover para a minha namorada usar no dia-a-dia e para viagens mais longas - o 400 RT, para um pequeno familiar da altura, é bom para o efeito - mas se tivesse de comprar, por exemplo, um Civic MA 1.6 125 cv comprava. Um bocado desaproveitado para a utilização e bem mais caro no mercado de usados, no entanto.
Nunca gostei desses Civic sinceramente em carro. Em carrinha já é outra coisa. E as VTi ainda continuam a bom preço até.

Como é o Rover no dia a dia?

É um F ou TF? Não são carros particularmente fiáveis ou bem construídos, não. Mas a ferrugem não é um problema.

Aliás, para a ferrugem ser um problema, em Portugal, num Rover...temos de puxar atrás a carros como o SD1 ou o 200XH (o comum 213, por cá...que também é motor Honda, D13).
É o 200 MK2 Cabrio. Embora também andava nesta zona um TF mas era só quando estava sol.
 

Hugo Albuquerque

Rover Enthusiastic
Portalista
Do que sei, os Rover que eram piores a nível de ferrugem eram o SD (anos 80), o 213 (anos 86-89) e o 200RF (1996-1999).
Os da década de 80 não condeno, porque na altura qualquer carro enferrujava, já os 200RF de facto eram fraquinhos, no que à chapa diz respeito.
Como disse o Eduardo, as dobradiças da mala deste modelo eram o seu ponto mais fraco, tal como o tecto de abrir. O que é curioso é que o tecto de abrir do modelo anterior, o Rover 200/400XW, não sofria de problemas de infiltrações e ferrugem...e ainda bem, porque saíram muitos com esse extra, muitos mesmo.

Em relação à discussão dos D16 vs K, é interessante :thumbs up:
Gosto de ambos, mas como disse anteriormente, tenho um maior carinho pelo K.
Concordo plenamente!
Outra coisa muito bonita eram as jantes do turbo :wub:

ó´pra mim a dar ideias!:ph34r::ph34r::ph34r::ph34r:
Já as tenho ;)
A seu tempo irão lá parar :D
 

Eduardo Tomas

Veterano
Vou ser muito sincero nisto - já ouvi 1 caso ou 2. Já ouvi mais nos B16 mas pelo que percebi era sempre em cabeças mexidas por isso parece-me erro de quem as instalou. O meu pai também nunca teve stresses nem nunca apanhou Hondas com este problema.


Nunca gostei desses Civic sinceramente em carro. Em carrinha já é outra coisa. E as VTi ainda continuam a bom preço até.

Como é o Rover no dia a dia?



É o 200 MK2 Cabrio. Embora também andava nesta zona um TF mas era só quando estava sol.
Com o 200 Cabrio é preciso ter cuidado com a zona do motor da capota, não é o primeiro a enferrujar aí. Não é difícil de perceber porquê. :)

Eu gosto do Civic MA/MB (mal feito fora se não gostasse, visto que gosto do 400). Mas percebo que a malta mais JDM torça o nariz - é um Civic feito em Swindon, com o que isso traz de bom e mau. Não tem o toquezinho prático e mais desportivo de um EK, por exemplo, mas é bem mais refinado.

As Aerodeck VTI são das melhores sleepers, relativamente discretas.

O 400, no dia-a-dia, cumpre bem. Não é como um utilitário recente - a colocação dos pedais é estranha, a direcção não é ultra leve, não é um carro leve e tem um 1.4 atmosférico logo não é propriamente o rei dos semáforos. Compensa isso com alguma genica em estrada aberta (para 1.4), conforto irrepreensível e isolamento acústico relativamente bom. Outra vantagem em cidade: como é um carro relativamente bem construído, não há uma sinfonia de barulhos. Só a chapeleira chateia, e isso é típico em carros de 5p.

Hugo, desculpa o offtopic. Quando se fala em Rover, não me calo. :xD:
 

Dinis Figueira

Honda Enthusiast / 無限
Com o 200 Cabrio é preciso ter cuidado com a zona do motor da capota, não é o primeiro a enferrujar aí. Não é difícil de perceber porquê. :)

Eu gosto do Civic MA/MB (mal feito fora se não gostasse, visto que gosto do 400). Mas percebo que a malta mais JDM torça o nariz - é um Civic feito em Swindon, com o que isso traz de bom e mau. Não tem o toquezinho prático e mais desportivo de um EK, por exemplo, mas é bem mais refinado.

As Aerodeck VTI são das melhores sleepers, relativamente discretas.

O 400, no dia-a-dia, cumpre bem. Não é como um utilitário recente - a colocação dos pedais é estranha, a direcção não é ultra leve, não é um carro leve e tem um 1.4 atmosférico logo não é propriamente o rei dos semáforos. Compensa isso com alguma genica em estrada aberta (para 1.4), conforto irrepreensível e isolamento acústico relativamente bom. Outra vantagem em cidade: como é um carro relativamente bem construído, não há uma sinfonia de barulhos. Só a chapeleira chateia, e isso é típico em carros de 5p.

Hugo, desculpa o offtopic. Quando se fala em Rover, não me calo. :xD:
Eu vivo a uns minutos do mar. Se a pessoa em questão não tiver cuidado então vai apanhar uma surpresa... :eek:

Sobre os MA/MB - quase ninguém tem noção. É Honda. Dá para meter bonito e ter jarda - bora!

Barulhos... é verdade. Não me lembro de ouvir barulhos no do meu irmão. Mas também é discutível pelo cuidado... agora onde apanhei mais barulhos parasitas até infernizar a cabeça foi em VAG. Mas isso é outro tema <_<

Eeee vou parar de falar... mais corda me dão mais eu desbobino ahah

Boa sorte com as máquinas!
 

Hugo Albuquerque

Rover Enthusiastic
Portalista
Só agora vi mais esta compra, Hugo! Impecável. Qualquer dia, podes ter um museu MG/Rover. ;)
Estou a brincar. Sei que sempre procuraste um coupé, deves estar felicíssimo.

(@Eduardo Tomas , obrigado por essa lição quanto aos motores. Fantástico.)
É verdade, qualquer dia tenho mesmo um museu.
Daqui para a frente vou começar a fazer por diminuir a frota, visto que finalmente tenho um dos modelos que mais gostava :D
A meter-me noutra maluqueira seria um Rover 800 Coupé :wub:
 

Hugo Albuquerque

Rover Enthusiastic
Portalista
Com o 200 Cabrio é preciso ter cuidado com a zona do motor da capota, não é o primeiro a enferrujar aí. Não é difícil de perceber porquê. :)

Eu gosto do Civic MA/MB (mal feito fora se não gostasse, visto que gosto do 400). Mas percebo que a malta mais JDM torça o nariz - é um Civic feito em Swindon, com o que isso traz de bom e mau. Não tem o toquezinho prático e mais desportivo de um EK, por exemplo, mas é bem mais refinado.

As Aerodeck VTI são das melhores sleepers, relativamente discretas.

O 400, no dia-a-dia, cumpre bem. Não é como um utilitário recente - a colocação dos pedais é estranha, a direcção não é ultra leve, não é um carro leve e tem um 1.4 atmosférico logo não é propriamente o rei dos semáforos. Compensa isso com alguma genica em estrada aberta (para 1.4), conforto irrepreensível e isolamento acústico relativamente bom. Outra vantagem em cidade: como é um carro relativamente bem construído, não há uma sinfonia de barulhos. Só a chapeleira chateia, e isso é típico em carros de 5p.

Hugo, desculpa o offtopic. Quando se fala em Rover, não me calo. :xD:
Eu vivo a uns minutos do mar. Se a pessoa em questão não tiver cuidado então vai apanhar uma surpresa... :eek:

Sobre os MA/MB - quase ninguém tem noção. É Honda. Dá para meter bonito e ter jarda - bora!

Barulhos... é verdade. Não me lembro de ouvir barulhos no do meu irmão. Mas também é discutível pelo cuidado... agora onde apanhei mais barulhos parasitas até infernizar a cabeça foi em VAG. Mas isso é outro tema <_<

Eeee vou parar de falar... mais corda me dão mais eu desbobino ahah

Boa sorte com as máquinas!
@Eduardo Tomas e @Dinis Figueira não tem qualquer tipo de problema este debate :thumbs up:
Até torna o tópico mais rico e vou também ficando a aprender determinadas coisas que vão mencionando e desconhecia.
No que toca a Rover podem debater tudo e mais alguma coisa :p

Ah e já agora, Eduardo, os RT são de facto confortáveis mas não quando os rolamentos vão para o tutano...bolas!
O meu MG ZS tem o rolamento direito traseiro nas couves e está a transmitir um ruído para o interior brutal o_O
Já andei noutros carros com os rolamentos lixados mas não a fazerem o ruído que o meu MG tem feito.
 

Eduardo Tomas

Veterano
@Eduardo Tomas e @Dinis Figueira não tem qualquer tipo de problema este debate :thumbs up:
Até torna o tópico mais rico e vou também ficando a aprender determinadas coisas que vão mencionando e desconhecia.
No que toca a Rover podem debater tudo e mais alguma coisa :p

Ah e já agora, Eduardo, os RT são de facto confortáveis mas não quando os rolamentos vão para o tutano...bolas!
O meu MG ZS tem o rolamento direito traseiro nas couves e está a transmitir um ruído para o interior brutal o_O
Já andei noutros carros com os rolamentos lixados mas não a fazerem o ruído que o meu MG tem feito.
Os rolamentos não se estragam todos da mesma forma. Uns nem fazem barulho, mas cedem de forma tão abrupta que nem consegues conduzir o carro a não ser devagarinho para a oficina - aconteceu-me no primeiro 33. Outros vão gradualmente começando a fazer barulho. Outros entram logo em modo chinfrineira. :xD:

Portanto, é injusto comparar o resultado de um rolamento estragado entre carros diferentes, não sabemos exactamente o estado de cada um. Mas uma coisa é certa: o ZS não tem insonorização nenhuma na parte de trás, a tal contenção de custos que veio sendo feita desde 2000, e isso não deve ajudar.

No meu 33 mais recente tive um que entregou a alma ao criador depois de eu insonorizar as cavas traseiras. Quase nem se notava. :xD:

Só mais uma coisa rápida, para o Dinis: eu sei que o MA/MB continua a ser um Honda, muita gente é que parece que não sabe. Suspensão de triângulos sobrepostos à frente e independente atrás, por exemplo. E fico muito satisfeito por o 400 partilhar o mesmo setup base, embora afinado para o conforto é um carro ágil e muito seguro/neutro. Mas a prova do quão boa a base é...é esta:

 
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