Revista Topos & Clássicos

Edgar.Guerra

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Excelente editorial do Hugo Reis, sobre um assunto já muito debatido aqui no Portal: fiscalidade na importação de clássicos.
 

João "Pegadas"

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Confesso que, dessa edição, aquilo que me suscita alguma curiosidade em ler (e atenção que eu não compro uma Topos & Clássicos há pelo menos 5 anos) é o artigo do PV544 e o artigo do caro @Joel Araújo relativamente à Motorclássico…
Partindo do principio que os nossos pontos de vista em relação à dita "exposição de carros clássicos" estejam, de alguma forma, em consonância… :xD:
 

João Pereira Bento

128coupe
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Para um Rallye merece sempre, se quiseres levo a Aveiro e lês, depois decides. Sou assinante e neste caso cortei o plástico com cuidado vou arrumar a revista protegida, Mini pancas. :)
Eu revistas com artigos meus ou carros, tenho as dentro do plástico selado. Pancas maiores. :p

Neste momento não compro revistas religiosamente todos os meses. :)
 

João "Pegadas"

Portalista
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O 309 era carro que não ligava nada até há pouco tempo… Fico contente por ter mudado de ideias! ;)

Ainda estive tentado a comprar a edição de Junho da Topos & Clássicos, só por causa do artigo do Alfa Romeo Giulia… Sim, pela primeira vez ia comprar uma revista propositadamente por causa de um carro italiano. Vá lá que guardei o dinheiro… :xD:

Quanto ao R10 do ensaio da edição deste mês:


E não vale a pena pronunciar-me sobre o assunto… :confused:
 
Última edição:

Tiago Baptista

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#220 - Agosto

Topos & Clássicos #220.png

A primeira vez que tomei contacto com uma prova do WRC e com os seus intervenientes, foi em 2000 quando o meu Pai, leitor assíduo do jornal Record, trouxe para casa o suplemento do desportivo que fazia a previsão do que seria o TAP Rallye de Portugal. Entre prognósticos e entrevistas, foi na análise das equipas que a minha atenção ficou retida. Não propriamente nos ases do volante, mas sim, nos modelos que iriam perfumar as classificativas da prova nacional. E foi o Lancer que apareceu em primeiro quando virei a página. Lá estava a proposta da Marlboro Mitsubishi Ralliart para levar de vencida mais uma edição do TAP.

Agora, quando vi o modelo apresentado na capa da T&C deste mês, voltei a repetir o gesto e desfolhei o tal suplemento, já rasgadinho e amarelado pelo tempo, mas com o mesmo cheiro, o que me reportou à infância e a esse ano de 2000.

Nota: Tenho pena de não ter qualquer memória da transmissão televisiva da prova de 2000 e do dilúvio que se abateu na edição do ano seguinte. Felizmente há o Youtube.

TAP Rallye de Portugal 2000.jpg TAP Rallye de Portugal 2000 (1).jpg
 
Última edição:

António José Costa

Regularidade=Navegação, condução e cálculo?
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#220 - Agosto

Ver anexo 1145690

A primeira vez que tomei contacto com uma prova do WRC e com os seus intervenientes, foi em 2000 quando o meu Pai, leitor assíduo do jornal Record, trouxe para casa o suplemento do desportivo que fazia a previsão do que seria o TAP Rallye de Portugal. Entre prognósticos e entrevistas, foi na análise das equipas que a minha atenção ficou retida. Não propriamente nos ases do volante, mas sim, nos modelos que iriam perfumar as classificativas da prova nacional. E foi o Lancer que apareceu em primeiro quando virei a página. Lá estava a proposta da Marlboro Mitsubishi Ralliart para levar de vencida mais uma edição do TAP.

Agora, quando vi o modelo apresentado na capa da T&C deste mês, voltei a repetir o gesto e desfolhei o tal suplemento, já rasgadinho e amarelado pelo tempo, mas com o mesmo cheiro, o que me reportou à infância e a esse ano de 2000.

Nota: Tenho pena de não ter qualquer memória da transmissão televisiva da prova de 2000 e do dilúvio que se abateu na edição do ano seguinte. Felizmente há o Youtube.

Ver anexo 1145693Ver anexo 1145692
Meu caro Tiago és um rapaz novo mas que nos brindas com verdadeiras pérolas automobilísticas mesmo que não sejam do século XX, obrigado por isso, adoro esta viagem que nos vai fazendo ter em vários dos teus posts.
Sou assinante mas ainda não chegou a casa a dita, do carro que até hoje a mim mais me impressionou com a brutalidade e naturalidade de arrancar sempre em quaisquer condições atmosféricas e de piso estupidamente bem e chegar aos 180 em menos de nada. Já foi há mais de 15 anos mas continuo sem unhas para um carro destes no entanto gostava de experimentar um a sério e sem receios o que é praticamente impossível.
 

Rafael Isento

Alfa Romeo
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A fase descendente do domínio japonês. Salvo erro foi necessário chegar a 2018 para uma marca nipónica voltar a vencer um mundial.
A Mitsubishi teve a sorte de ter um dos últimos filandeses de raça, os filandeses voadores. Tommi Makkinen foi tetracampeão mas a Mitsubishi não teve a mesma sorte. No que respeita a taças para marcas, Toyota e Subaru limparam tudo. Não tenho bem presente a fase dos anos 90, devido à desclassificação da Toyota, mas julgo que mais nenhum construtor japonês para além da Toyota e Subaru venceu o Mundial de Construtores.
Uma pena pois o Lancer era verdadeiramente competitivo, faltou piloto para além de Makkinen.

Em 2000 lembro-me de Burns levar a melhor frente ao gigante Grönholm, vi-os a norte em Baltar, no Vizo (perto da Cabreira) e, se não me engano, Aboboreira. Como não podia deixar de ser, Arganil na zona centro e outra classificativa (perto de Góis mas com outro nome - Salgadas???). Domingo, já um pouco cansado mas ainda conseguimos ir a Ponte de Lima.
Burns teve um último dia em alta e chegou a Matosinhos com uma pequena margem mas que lhe permitiu vencer o rally.

Em 2001 domínio de Tommi Makkinen, da Mitsubishi e da chuva.
Foi um ano muito mau para acompanhar, a norte nem os vi, andei por Arganil, Tábua e Mortágua.
A única recordação que tenho foi de ver em Tábua ou Mortágua os pilotos com imensas dificuldades, do zum zum que ninguém sabia se a FIA ia encurtar o Rali ou se era possível que os pilotos boicotassem a prova como em 1986.
Chegámos ao final de domingo e parecia tudo boato mas...
... nesse dia "morreu" um pouco daquilo que foi o Melhor Rallye do Mundo. :(
 

Pedro Bastos Tondela

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Então não te lembras do titulo do Tommy quando o Carlitos teve os problemas de motor a escassos metros do final do Rali? Era a ultima prova e ia decidir tudo...na altura dava no Eurosport e eu apesar de ser um puto sempre tive um pai que neste aspecto me educou bem e em vez de ver bonecos estávamos a ver o rali, como ainda hoje é tradição em casa dele. Mas a minha irmã ainda era bebé e estava a dormir e eu a ver o Carlitos a passar se mandei um grito tão grande de satisfação pelo Tommy ser campeão (e consecutivamente nesse ano a Mitsubishi, num campeonato taco a taco) que a acordei! Não foi em directo julgo, mas não havia o acesso à informação digital como existe hoje e o autosport só saia uns dias depois.

Tenho uma foto em frente à casa de minha avó ao colo do Tommy. Vou ver se a encontro.
 

Rafael Isento

Alfa Romeo
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Mas a Mitsubishi chegou a ser campeã?
Isso é que não me lembro.

Quando o carro do Sainz parou no RAC, já o Makkinen estava no aeroporto para ir para casa. Caiu-lhe o campeonato no colo. Por acaso tive pena do Sainz não vencer, era merecido. Nos ralis nunca tive favoritos, tenho apenas a tendência de simpatizar um pouco mais com dois ou três. Quem ganha é-me indiferente, têm é que dar espetáculo.
 

Tiago Baptista

Portalista
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Então não te lembras do titulo do Tommy quando o Carlitos teve os problemas de motor a escassos metros do final do Rali? Era a ultima prova e ia decidir tudo...na altura dava no Eurosport e eu apesar de ser um puto sempre tive um pai que neste aspecto me educou bem e em vez de ver bonecos estávamos a ver o rali, como ainda hoje é tradição em casa dele. Mas a minha irmã ainda era bebé e estava a dormir e eu a ver o Carlitos a passar se mandei um grito tão grande de satisfação pelo Tommy ser campeão (e consecutivamente nesse ano a Mitsubishi, num campeonato taco a taco) que a acordei! Não foi em directo julgo, mas não havia o acesso à informação digital como existe hoje e o autosport só saia uns dias depois.

Tenho uma foto em frente à casa de minha avó ao colo do Tommy. Vou ver se a encontro.
É impressionante ver a frustração estampada no rosto do Sainz e do Moya e no modo como este atira o capacete contra o vidro traseiro.

 

Tiago Baptista

Portalista
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Mas a Mitsubishi chegou a ser campeã?
Isso é que não me lembro.

Quando o carro do Sainz parou no RAC, já o Makkinen estava no aeroporto para ir para casa. Caiu-lhe o campeonato no colo. Por acaso tive pena do Sainz não vencer, era merecido. Nos ralis nunca tive favoritos, tenho apenas a tendência de simpatizar um pouco mais com dois ou três. Quem ganha é-me indiferente, têm é que dar espetáculo.
A Mitsubishi foi campeã em '98.

WRC '98.png

Aliás de 1993 até 1999 só deu Japão. 3 Três para a Toyota ('93,'94,'99); Três para a Subaru ('95,'96,'97) e a mencionada em cima.

Eu também não tenho um favorito no WRC. Não gosto de hegemonia e, por isso, faço votos para que exista diversidade no palmarés dos campeões do mundo de ralis (apesar do Loeb e do Ogier terem mérito nas conquistas obtidas consecutivamente).
Simpatizo muito com o Kris Meeke e com o Jari Matti Latvala. Sei que não são consistentes, que cometem erros (alguns muito estúpidos), que têm alguns azares, que apesar de terem boas máquinas nas mãos falta-lhes alguma força mental mas são aqueles que dão espectáculo (até nos acidentes). Para além disso, são afáveis com o público (isto para mim conta muito) e com os jornalistas no final das classificativas. Apesar de tudo, duvido (para não dizer que já não acredito) que um dia possam ser campeões do mundo.

Lembro-me de, em 2007, um italiano chamado Gigi Galli dar um show na super-especial do estádio do Algarve ao volante de um Citroen Xsara WRC amarelo com a bandeira nacional do aileron e vestido com uma camisola da equipa da quinas. Eu estava em casa a assistir e fiquei vidrado na performance. Levou o público ao êxtase total e no final foi ovacionado de pé. Ganhou a prova? Não. Mas tenho a certeza, que se alguém apaixonado por esta modalidade mencionar o nome do italiano, aquele momento irá ser recordado.


 
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