Abaixo as rainhas de garagem!

Meus amigos, de um modo geral concordo com quase tudo o que foi dito para trás mas há uns detalhes que nem por isso...
No caso das miniaturas quero chamar a atenção para o facto de que os colecionadores, de um modo geral, são conhecedores e amantes de tudo o que é relativo aos automóveis.
Ter uma ou muitas miniaturas para admirar é uma opção que não é criticavél. Elas são uma representação de algo de que tanto gostamos. Se não fosse assim como se explica que o recente museu da miniatura de Gouveia seja o local mais visitado da cidade?
É tudo questão de opção. Há quem goste, quem não goste, quem possa ter e não ter, tal como os carros a sério.
E por falar em museus: será um museu um depósito de "rainhas de garagem"? Aliás, quem terá inventado este termo um pouco absurdo?
Não vejo mal nenhum em tentar preservar o melhor possivel qualquer viatura se esse fôr o desejo do seu proprietário! E se para tal tiver que prescindir de o utilizar intenssamente, qual é o problema?
Compreendo perfeitamente o Armando Fonseca que está a construir uma réplica de um Ford Gr4. Eu no lugar dele também não punha o carro em qualquer tipo de competição. Também não punha o carro num pedestal, mas quase... Depois de tanto trabalhinho e despeza...
Sempre que posso ando com os meus carros, de semana e fim de semana, mas acreditem, quase sempre com o coração nas mãos. É que com os inergumeros com que me cruzo todos os dias nas estradas e a legislação e seguradoras que temos, o risco é sempre grande.
(Ao menos com as miniaturas, não podemos andar neles, mas não temos esses problemas)
Eu gosto muito de automóveis e o que eles representam, e só os consigo imaginar bem conservados e operativos, mesmo que conservados num museu.
Por mim, vivam, não digo, as "rainhas de Garagem", mas os REIS DE GARAGEM!!!:D

E claro, para variar, o Vitor Reis deu para mim a opinião mais sensata...
 

Eduardo Relvas

fiat124sport
João Dias Caldas disse:
(...)
E por falar em museus: será um museu um depósito de "rainhas de garagem"? Aliás, quem terá inventado este termo um pouco absurdo?
Não vejo mal nenhum em tentar preservar o melhor possivel qualquer viatura se esse fôr o desejo do seu proprietário! E se para tal tiver que prescindir de o utilizar intenssamente, qual é o problema?
(...)
Caro João,

Um museu a sério de veículos automóveis mantém (dentro das suas possibilidades, óbvio) o seu espólio o mais activo possível. Não é de todo invulgar ver museus que ao fim de uns anos "despacham" uns quantos carros porque estão, embora bonitos, num estado deplorável. Mas há museus que mantêm os seus carros em plena forma, e os exercitam periodicamente. Basta ver quantos veteranos propriedade de museus entram todos os anos no Londres-Brighton, por exemplo...

Este termo traduzi eu directamente do "garage queens" ou "trailer queens" muito usado nas revistas inglesas da especialidade para descrever os carros que são exibidos como quadros e nunca trabalham, a maior parte nem seria capaz de se mover respeitosamente pelos seus próprios meios se tal fosse exigido!

Atenção que o que eu sempre insisti foi num uso regular, obviamente nem todos têm estofo, disposição, capacidade ou mesmo condições para usar os seus carros no dia-a-dia. Uso regular e uso intensivo são duas coisas muito longe uma da outra.

É que prescindir do uso regular é fazer o contrário do que se declara ser a intenção, porque não preserva o carro, arruína-o.

Eu, por exemplo, não veria mal nenhum em usar um MGB como o seu regularmente. Não deve haver clássico mais bem apoiado em disponibilidade de material, dava para fazer um integralmente novo se preciso fosse... E se fizermos as contas, desde que o uso regular não seja sempre em circuito urbano pesado, se calhar até fica mais barato e com menos chatices que muito carro moderno! Eu por mim sei o que o prazer vale, e estou disposto a pagar o preço, pelo menos com os meus Fiats.

E o meu 124 é bem mais raro e bem mais difícil de encontrar certo material do que um B... Se fosse um mais recente era mais fácil, mas o meu é mesmo dos primeiros. Mas ser um modelo de elevado interesse coleccionístico a mim diz-me muito mas não diz tudo, se não o puder conduzir para mim é quase o mesmo que não o ter.

Um abraço!
 

Hugo Ferreira

Clássico
senhor joao veja bem algumas coisas que voce disse, depois de tanto dinheiro e trabalho devia-se quase por o carro num pedestal? mas qual e a finalidade de gastar tanto dinheiro e ter tanto trabalho com uma maquina que so serve para uma coisa e que ja nao e pouco que e andar? de que serve ter um carro todo restauradinho se depois nao sai da garagem? de que serve ter um classico se nao se pode desfrutar dele porque vai com o coraçao nas maos cada vez que entra nele? os carros foram feitos para andar e este e o melhor tratamento que eles podem ter para se conservarem. se no dia a dia se riscar, amolgar, partir uma peça, etc, e pena mas acho que e preferivel voltar a arranja-lo e gastar mais dinheiro do que gastar dinheiro a restaurar um carro para se ter na garagem.
 
Eu sei que alguns temas são polémicos. Este até pode ser um deles, já tinha essa noção porque já o tinha discutido com o JAAFA várias vezes.
Quer se queira quer não, a maior parte das pessoas não tem os carros antigos para os utilizar no dia a dia a não ser por não ter mesmo outros ou então por ter uma grande disponibilidade económica.
Eu não acho que a utilização de um carro antigo seja problemática por aì além, para além dos riscos para o próprio veìculo.

Só mais pro Hugo: Eu meço bem as coisas que digo. Mesmo tendo muito respeito pela tua idade, espero que não tenhas que esperar até aos 40 anos para teres o teu clássico de sonho. É que senão ainda te faltam vinte e pode ser que então (eu cá tenho a certeza) vas ver as coisas de outra maneira... Mais com a razão do que com o coração. Ou então tens alguém que te financie...
 
Como eu percebo o João Dias Caldas ...

A titulo de exemplo: Ainda à dias tocaram à campainha do meu cunhado porque lhe tinham batido no carro que estava estacionado à porta!
Uma carrinha de transporte de doentes despistou-se e desfez-lhe o Seat Ibiza que tinha sido o seu 1º carro. 10.000€ de arranjo e claro que o seguro deu como perca total... paga-lhe o valor comercial do carro, que não dá para nada.

Andar com os carros é um risco, e quando passámos alguns anos a trabalhar para os adquirir, damo-lhes “outro” valor. E por vezes as peças não abundam ou são mesmo difíceis de encontrar!
No entanto nada impede de lhes darmos um uso regular, porque o prazer não está só em os ter, mas também os usufruir.

PS:
Eu tenho vários relógios, alguns deles só os uso em dias de festa, casamentos etc. Para o dia a dia e andar a "bater" tenho um Swatch!!!
Se é que me entendem...
:D
 

Ricardo Teixeira

Gasolina nas veias
Eduardo Relvas disse:
É que prescindir do uso regular é fazer o contrário do que se declara ser a intenção, porque não preserva o carro, arruína-o.
E contra factos não há argumentos....

Podemos realmente arriscarmos-nos a encontrar um ou outro risco na porta depois de estacionarmos num parque de um centro comercial...
Podemos sofrer um vidro partido para roubarem um par de oculos de sol dentro do carro.... (o mesmo se passa com os carros do dia a dia)

Mas muito mais caro fica ao bolso dos teóricos que acham que o carro na garagem se conserva mais...

Vejo desde miudo o desânimo na cara dos que ficam fartos de gastar dinheiro em baterias novas cada vez que querem ir buscar o carro á garagem.... revisões gerais aos travões colados e calcinados.... filtros de gasolina podres... depositos de gasolina cheios de verniz da gasolina fora de prazo... pneus ressequidos por terem perdido ar entretanto... pinturas com bolhas por causa de humidade a mais e luz do sol a menos....

E tudo porque não dão utilização frequente aos carros... nem tiram prazer deles.. apenas dores de cabeça e despesas... sem retorno..

Basicamente um carro tem que pegar á primeira.. (todos lá em casa pegam).. pois eram assim no seu tempo!!! E essa é a melhor prova de que estão em bom estado de conservação e utilização!!!

Volto a frisar, uma máquina desgasta-se com utilização mas estraga-se com a falta dela! E os carros são máquinas....
 

Miguel Menezes

Sumybraga
Só mais pro Hugo: Eu meço bem as coisas que digo. Mesmo tendo muito respeito pela tua idade, espero que não tenhas que esperar até aos 40 anos para teres o teu clássico de sonho. É que senão ainda te faltam vinte e pode ser que então (eu cá tenho a certeza) vas ver as coisas de outra maneira... Mais com a razão do que com o coração. Ou então tens alguém que te financie...
Como compreendo o João pois o carro que sempre sonhei só consegui ter com 39 anos e depois o que fazer???
No meu caso e como já tenho dito várias vezes tenho um compromisso com o meu carro de sair todos os fim-de-semana se não chover muito .... e mesmo assim apanho algumas molhas, mas fazer uso diário não posso nem quereria pois, e só como exemplo, não há farolins traseiros para este carro e arriscar é estúpido, mas ter investido o dinheiro que gastei e depois ter o carro parado na garagem é que não. Os carros foram feitos para andar com mais ou menos regularidade mas tem de andar pois como diz o amigo Ricardo Teixeira o carro pode ter desgaste mas parado estraga-se e podes ter a certeza disso pois deram-me um R5 que estava parado desde 84 recebi em 2005 e estava com tudo recequido travões colados tubos todos estragados etc e só tem 60.000 Km.
 

Hugo Ferreira

Clássico
eu compreendo-o senhor joao mas eu nao lhe estava a responder por mal. so tentei fazer-lhe ver o meu ponto de vista que e diferente do seu. assim como tambem admito que quanto ao classico de sonho voce tem razao. o meu classico de sonho e o mini que e um carro que se arranja qualquer peça e por preços "normais". mas imaginemos que o meu classico de sonho de sonho era um e-type e que eu um dia depois de muito trabalhar o conseguia comprar. ai claro que ele ia ser quase uma rainha de garagem. mas nao estamos a falar desses classicos. aqui todos somos mais virados para os classicos populares e esses na minha opiniao sao para ser usados o mais possivel. nao duvide que um dia que eu tenha um mini hei-de ter-lhe mais amor do que muita gente tem a rolls ferrari e porsches mas nao vai ser isso que me vai impedir de andar nele.peço desculpa se me imterpretou mal pois nao foi essa a minha intençao.

quanto ao financiamento infelizmente tambem nao o tenho, nem sequer tenho carro propio muito menos um classico, ainda ando com os carros dos meus pais por isso ja da para se aperceber que nao sou daqueles meninos que vemos por ai que tem tudo e nao dao valor a nada
 
Hugo, tudo na boa!!! Eu também acho que os carros são para andar, e por isso faço questão de andar com os meus TODAS AS SEMANAS!!! ao contrário de muita gente. O que vale é que só tenho dois...:D
Aliás farto-me de ir durante a semana e fim de semana, por exemplo a Belém, onde é o encontro mensal de Lisboa, e NUNCA ESTÁ LÁ MAIS NINGUÊM COM QUALQUER CARRO ANTIGO!!! Vá lá que ao fim de semana lá vão havendo encontros vários, mas mesmo assim...
E quanto aos clássicos mais ou menos populares isso também tem muito que se lhe diga porque temos minis à venda, muito especiais é certo, e não venham os teoricos dizer que não valem, por 40 mil Eur!!!
E quanto é que poderão valer no caso de perda total? POIS...
Qualquer carro antigo, classico ou não, de origem ou muito bem recuperado, tem sempre muito mais valor do que lhe é atribuido comercialmente pelos seguros. NÃO ESTOU A FALAR EM VENDA!!!
O que digo é que sou a favor da utilização racional, e este racional também pode ser diferente para alguns. Alguns gostam de andar sempre a partir, ou fazer inumeros kilometros, e isso dá-lhes prazer, eu, apesar de gostar de corridas, só de poder estar dentro dos meus carrinhos já me dá algum contentamento, se não puder ir à rua, claro!
Se fossemos todos iguais era uma chatice!!!

Parabéns Hugo pela tua boa educação.
 

Eduardo Relvas

fiat124sport
Eu também levei imenso tempo a arranjar este carro exactamente como eu queria, e o que tive de poupar para ter a possibilidade de o comprar e arranjar como eu queria foi um investimento de tal ordem que ainda ponderei a possibilidade de comprar um Ferrari 308! Não estou a brincar, foi por pouco que não aconteceu... mas a familiaridade com este e a facilidade de uso venceu o impulso...

Certo, tinha só 30 anos quando o comprei, e já tive vários antes disso, mas o meu vício é única e exclusivamente financiado por mim mesmo com o meu trabalho das horas vagas, o ordenado vai direitinho para as despesas da família e casa, não se mistura nada! Por isso podem ver o sacrifício que sempre tem sido, não é nem nunca foi fácil. Não há dia em que não ocupe algum bocado com as "velharias", e já faz muito tempo que perdi a conta às noitadas e fins de semana queimados de mãos sujas e doridas, e as queixas da patroa sobre roupa suja e mãos que parecem de lixa.

Mas sou totalmente incapaz de deixar o carro na garagem. Sim, já ganhou alguns riscos, as jantes andam sempre sujas do pó das pastillhas (travões de disco às 4 rodas), e tem uma ou outra marca pequenina de encontros imediatos com idiotas desmiolados em parques de supermercado ou na minha escola.

Mas longe de me deixar intimidar por isso, vejo estas pequenas mazelas como uma libertação, porque assim não ando sempre obcecado em mantê-lo espelhado.

De qualquer forma, com aquelas curvas todas, dar-lhe uma banhoca de vez em quando também dá um certo prazer... :p

Um abraço a todos!
 
Respondi ao Hugo particularmente, porque ele me mandou também uma mensagem particular. Percebo o ponto de vista dele como o de todos. Ele deve ter ficado a perceber melhor o meu. Fiz isto particularmente porque ele é muito jovem mas também me parece muito educado, e por vezes os mais jovens têm que saber dalgumas estórias dos cotas...!!!:D
 

Hugo Ferreira

Clássico
obrigado pelas suas palavras e sim, de certeza que ficamos a perceber muito melhor o que cada um pensa e na minha opiniao estamos os dois correctos. o que interessa e que aqui todos gostamos mesmo de classicos e quem os tem lhes da o devido valor e a utilizaçao que eles merecem. e nestas coisas que este forum se diferencia. estamos aqui a falar, cada um diz o que pensa de forma correcta e educada e ninguem se chatei-a. nunca aqui vi nenhuma discussao a serio e e assim que temos de continuar, com estas discussoes saudaveis e bons topicos como este
 

Eduardo Relvas

fiat124sport
Caro amigo João Caldas,

Eu também não ando em corridas todos os dias, mas também não quis impingir a ideia de que devemos todos usar os carros todos os dias. Isso faço eu porque vivo num sítio tranquilo e tenho a gasosa barata de Espanha aqui mesmo ao lado... e conheço o carro a tal ponto que já nem preciso de que fale, entendemo-nos na perfeição... :D

Acho muito saudável que use os seus clássicos todos os fins de semana, mesmo quando mais ninguém os tira da garagem nem para ir tomar um café a Belém. Isso é um uso regular, e é algo meritório de ser elogiado, porque há carros que raramente vêem a luz do sol. Depois quando aparecem é para ser vendidos, e quem os compra ou continua a olhar para eles ou gasta uma fortuna a pô-los a trabalhar.

O meu Spider esteve mais de 5 anos numa garagem antes de eu o comprar. Porquê? Porque o rapaz que o tinha trabalhava do outro lado de Itália e mal tinha tempo para parar por casa. À conta disto, gastei sensivelmente o mesmo que na compra do carro (que apesar de tudo não estava nada mau, a carroçaria estava impecável como poucos que tenha visto) a repôr a mecânica toda naquilo que é a minha definição de condições decentes (ou seja, trabalhar tão bem ou melhor do que quando saiu do stand). Mas agora tiro o partido desse investimento todo, ai se tiro..! :D

Um abraço!
 
Por acaso, Eduardo, vinha agora da rua a pensar que se vivesse num sitio que não Lisboa, me ia fartar de passear com as viaturas, e se tivesse onde guardar mais, mais teria! Por aqui é uma selva de trânsito e condutores perigosos, inclusivé eu...:D
Depois também temos essa agravante do combustivel, que está a atingir preços ridículos, ainda por cima sendo a maioria desses Euros pro estado que tão mal nos trata...
E a esperânça que isto melhor é ZERO!!!
Resta tirar partido das coisas da melhor forma possivel e sobretudo como gostamos.
Abraços.
 

Fernando Salgueiro

Gran Turismo
Bem, isto das rainhas de garagem... Também há as rainhas de café e rainhas de esplanada. Aquelas que apesar de sairem todas as semanas, ao fim do ano fizeram aí uns 500 kms com sorte. Há gostos e opções para tudo! Eu, pessoalmente, prefiro as grandes viagens donde tiro mais prazer dos carros que uso e mais facilmente faço 400 kms num clássico do que 40 saídinhas de 10 kms. Acho incomparável o prazer.
 

NunoMRLuis

Clássico
Tenho acompanhado este tópico com muita atenção e hoje decidi deixar aqui um comentário.
Eu não me considero uma Rainha de Garagem por varios testemunhos que já foram aqui deixados, mas em algumas ocasiões vejo algumas pessoas a confundir possições. Há quem tenha pouca disponibilidade de tempo e dinheiro, por exemplo, e nestas situações muitas vezes o ou os classicos saem poucas vezes da garagem noutros casos para quem tem de usar muito um automóvel andar com um diesel moderno torna-se mais economico do que andar com um classico.
São estas duas situações que peço a alguns que reflitam porque se no meu caso podesse-me dar ao luxo de não ter que fazer contas no dinheiro que gasto tinha todo o gosto em andar no meu dia a dia de classico e penso que como eu deve haver muitos mais.
 
Bom, eu uso os meus clássicos o mais possível sempre que me apetece pego num deles e digo-vos que me apetece muitas vezes;) mas o uso diário está fora de questão. Nem digo pelo risco até porque arrisco muito mais a fazer os meus 50 quilómetros diários indo de moto, mas porque um clássico é para mim um brinquedo e não um meio de transporte.
Nisto só uma coisa é certa é um tema que mexe muito mais com o coração do que com a razão e cada um sente o fenómeno à sua maneira, até os que aderiram apenas a uma moda...
 

Hugo Ferreira

Clássico
quando as razoes para um classico nao sair da garagem sao os horarios que se tem, viver numa cidade como porto e lisboa com o transito que tem e os custos da gasolina nao se considera rainha de garagem penso eu. rainha de garagem e quando se pode e nao quer por o classico a andar
 
houve ocasiões em que me dava ao luxo de escolher levar o carro que me apetece.
Mas lá está as condiçoes economicas e os horarios de trabalho são por vezes incomportaveis.
nas minhas voltinhas caseiras de ir ás comprar ou visitar pai e mãe éra frequente usar o velho fiat.
porem actualmente é complicado. o carro não está muito proximo de mim e isso desmorece a sua utilização.
 
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