Austin Metro 1.0 Ls

Artur Dinnis

YoungTimer
Olá a todos.

Já algum tempo que ando afastado destas lides!

Durante este meu afastamento o meu Austin Metro 1.0 Ls de 1985, esteve fechado na garagem!

Agora que lhe decidi voltar a dar vida, estou a encontrar os mesmos problemas que nunca consegui solucionar e que na altura me fizeram deixa-lo parado!

Assim espero agora tentar encontrar a solução para estas situações.

1ª Suspensão
A suspensão sempre foi um enorme problema.
Como carregar!?
Com a ajuda de um amigo criamos uma maquina para carregar a suspensão. Mas mesmo depois de carregada o carro fica impossível de conduzir! Muito duro e muito saltitão.
Qual a melhor solução para resolver isto?

2ª Pneus
A media que utiliza é 160/65 R 315.
Durante esta semana deram-me um orçamento para este pneus em que o homem não aceitaria o carro como pagamento :)
Aqui acho que o melhor será alterar as jantes e colocar outros pneus. Agora a minha pergunta, que furação é utilizada neste carro?

Deixo aqui algumas fotos do dia que o retirei da garagem depois de uns bons anos parado.

20180726_143310.jpg 20180726_144154.jpg 20180726_144215.jpg

Neste momento está com a suspensão carregada.

Abraço a todos.
AD
 
Última edição:

Rafael S Marques

Pre-War
Membro do staff
Premium
Delegado Regional
Portalista
Se a suspensão está carregada não parece, acho-o muito baixo...

Vais restaurar o carro ou apenas pôr a funcionar?
 

José Carlos Magalhães

Portalista
Portalista
Viva! Mais um Metro :)

Ora bem, vamos por partes:

Pneus:

As jantes que o seu Metro tem montadas, são as Pepperpot dos MG Metro MK1. Tanto quanto sei, estas jantes são de 12 polegadas e não 315mm. É importante verificar se de facto é assim, pois os pneus que tem montados são os Michelin TD 160/65 R 315, e não são os pneus correctos para estas jantes. Eu comprei umas jantes iguais a estas (e o meu MG Metro 1300 MK1 também tem umas iguais) e são de 12"

Eu tenho usado pneus 165/60 R 12 nos meus Austin Metro em substituição dos pneus 160/65 R315. Se assim for tem o problema resolvido, pois há alguma oferta no mercado para a medida a preços aceitáveis.


Suspensão:

A suspensão dos Metro (assim como dos Rover 100 Séries, dos MG F, Austin Allegro e alguns Autin Maxi) é formada por quatro botijas.

Cada botija é formada por três câmaras, duas membranas de borracha e uma válvula interna redutora de fluxo. As duas câmaras inferiores que estão separadas pela válvula interna redutora de fluxo, contêm líquido. A câmara superior contém gás.
A câmara inferior está limitada em baixo por uma das membranas e em cima pela válvula redutora. A câmara intermédia está limitada em baixo pela válvula redutora e em cima pela segunda membrana. A câmara superior está limitada em baixo pela segunda membrana e em cima pela carcaça da botija.
A válvula redutora de fluxo faz as vezes do amortecedor das suspensões tradicionais, e o gás contido na câmara superior faz as vezes das molas das suspensões tradicionais.

Quando uma roda encontra uma saliência no piso, o braço da suspensão levanta e comprime a membrana inferior, obrigando o liquido contido na câmara inferior, através da válvula redutora, a passar para a câmara intermédia. A câmara intermédia ao receber o líquido da camara inferior, vai aumentar o volume de líquido contido, comprimindo a membrana superior, que vai comprimir o gás existente na câmara superior, amortecendo assim o movimento da suspensão. Isto acontece porque o líquido não é compressível, ao invés do gás que é altamente compressível.

Com o passar do tempo, o gás contido na câmara superior tende a escapar-se, ficando a botija sem capacidade de amortecimento. A câmara superior ao ficar sem gás, permite que a membrana superior se vá encostar ao topo da botija, que contém um espigão que vai furar a membrana, tornando a botija irrecuperável em algumas situações.

As botijas ao ficarem sem gás, ficam sem capacidade de amortecimento, e o carro ao passar por uma irregularidade do piso mais saliente, vai provocar uma enorme pressão dentro do sistema. Esta pressão é tão elevada, que por vezes a carcaça da botija não aguenta a pressão e abre uma fenda, ficando a botija irrecuperável.

As botijas não têm forma de se carregar a câmara superir com gás, pois as botijas não têm uma válvaula para o efeito.

Como eu tenho muitos carros com este tipo de suspensão, e hoje é virtualmente impossível comprar botijas novas pois já não se fabricam, desenvolvi um processo para poder recarregar as botijas com gás.
Atá há pouco tempo era possível encontrar botijas destas usadas nos centros de abate, mas cada vez é mais raro aparecerem à venda. Principalmente as dos Metro, muitas que se compravaam já vinham com a membrana deteriorada, pelo que tive de tentar resolver também este problema.
Tenho reparado bastantes botijas com a membrana afectada, com sucesso (os meus Rover e Metro são sempre as cobaias, e andam todos com botijas com a membrana restaurada) pelo que varias dezenas de botijas voltaram a ser utilizáveis.


Caso pretenda mais algum esclarecimento, terei todo o gosto em o ajudar

Um abraço
 

José Carlos Magalhães

Portalista
Portalista
Olá a todos.

Já algum tempo que ando afastado destas lides!

Durante este meu afastamento o meu Austin Metro 1.0 Ls de 1983, esteve fechado na garagem!

Agora que lhe decidi voltar a dar vida, estou a encontrar os mesmos problemas que nunca consegui solucionar e que na altura me fizeram deixa-lo parado!

Assim espero agora tentar encontrar a solução para estas situações.

1ª Suspensão
A suspensão sempre foi um enorme problema.
Como carregar!?
Com a ajuda de um amigo criamos uma maquina para carregar a suspensão. Mas mesmo depois de carregada o carro fica impossível de conduzir! Muito duro e muito saltitão.
Qual a melhor solução para resolver isto?

2ª Pneus
A media que utiliza é 160/65 R 315.
Durante esta semana deram-me um orçamento para este pneus em que o homem não aceitaria o carro como pagamento :)
Aqui acho que o melhor será alterar as jantes e colocar outros pneus. Agora a minha pergunta, que furação é utilizada neste carro?

Deixo aqui algumas fotos do dia que o retirei da garagem depois de uns bons anos parado.

Ver anexo 1175747Ver anexo 1175748Ver anexo 1175749

Neste momento está com a suspensão carregada.

Abraço a todos.
AD
Já agora onde é que conseguiu arranjar pneus 160/65 R315?
Eu já não consigo encontrar. Comprei um set novo de 4 pneus há cerca de um ano, mas são pneus NOS com bastantes anos :(
 

Artur Dinnis

YoungTimer
Se a suspensão está carregada não parece, acho-o muito baixo...

Vais restaurar o carro ou apenas pôr a funcionar?
Boas.

Ele neste momento não está assim!
A suspensão foi carregada.

A intenção é colocar o carro a andar e tratar das coisas que tenha para arranjar mas tudo vai da forma como resolver os principais problemas (suspensão e pneus)

Amanhã coloco umas fotos a mostrar como está com a suspensão carregada
 

Artur Dinnis

YoungTimer
Viva! Mais um Metro :)

Ora bem, vamos por partes:

Pneus:

As jantes que o seu Metro tem montadas, são as Pepperpot dos MG Metro MK1. Tanto quanto sei, estas jantes são de 12 polegadas e não 315mm. É importante verificar se de facto é assim, pois os pneus que tem montados são os Michelin TD 160/65 R 315, e não são os pneus correctos para estas jantes. Eu comprei umas jantes iguais a estas (e o meu MG Metro 1300 MK1 também tem umas iguais) e são de 12"

Eu tenho usado pneus 165/60 R 12 nos meus Austin Metro em substituição dos pneus 160/65 R315. Se assim for tem o problema resolvido, pois há alguma oferta no mercado para a medida a preços aceitáveis.


Suspensão:

A suspensão dos Metro (assim como dos Rover 100 Séries, dos MG F, Austin Allegro e alguns Autin Maxi) é formada por quatro botijas.

Cada botija é formada por três câmaras, duas membranas de borracha e uma válvula interna redutora de fluxo. As duas câmaras inferiores que estão separadas pela válvula interna redutora de fluxo, contêm líquido. A câmara superior contém gás.
A câmara inferior está limitada em baixo por uma das membranas e em cima pela válvula redutora. A câmara intermédia está limitada em baixo pela válvula redutora e em cima pela segunda membrana. A câmara superior está limitada em baixo pela segunda membrana e em cima pela carcaça da botija.
A válvula redutora de fluxo faz as vezes do amortecedor das suspensões tradicionais, e o gás contido na câmara superior faz as vezes das molas das suspensões tradicionais.

Quando uma roda encontra uma saliência no piso, o braço da suspensão levanta e comprime a membrana inferior, obrigando o liquido contido na câmara inferior, através da válvula redutora, a passar para a câmara intermédia. A câmara intermédia ao receber o líquido da camara inferior, vai aumentar o volume de líquido contido, comprimindo a membrana superior, que vai comprimir o gás existente na câmara superior, amortecendo assim o movimento da suspensão. Isto acontece porque o líquido não é compressível, ao invés do gás que é altamente compressível.

Com o passar do tempo, o gás contido na câmara superior tende a escapar-se, ficando a botija sem capacidade de amortecimento. A câmara superior ao ficar sem gás, permite que a membrana superior se vá encostar ao topo da botija, que contém um espigão que vai furar a membrana, tornando a botija irrecuperável em algumas situações.

As botijas ao ficarem sem gás, ficam sem capacidade de amortecimento, e o carro ao passar por uma irregularidade do piso mais saliente, vai provocar uma enorme pressão dentro do sistema. Esta pressão é tão elevada, que por vezes a carcaça da botija não aguenta a pressão e abre uma fenda, ficando a botija irrecuperável.

As botijas não têm forma de se carregar a câmara superir com gás, pois as botijas não têm uma válvaula para o efeito.

Como eu tenho muitos carros com este tipo de suspensão, e hoje é virtualmente impossível comprar botijas novas pois já não se fabricam, desenvolvi um processo para poder recarregar as botijas com gás.
Atá há pouco tempo era possível encontrar botijas destas usadas nos centros de abate, mas cada vez é mais raro aparecerem à venda. Principalmente as dos Metro, muitas que se compravaam já vinham com a membrana deteriorada, pelo que tive de tentar resolver também este problema.
Tenho reparado bastantes botijas com a membrana afectada, com sucesso (os meus Rover e Metro são sempre as cobaias, e andam todos com botijas com a membrana restaurada) pelo que varias dezenas de botijas voltaram a ser utilizáveis.


Caso pretenda mais algum esclarecimento, terei todo o gosto em o ajudar

Um abraço
Boas.

Para já muito obrigado pela informação.

Respondendo e colocando mais duvidas ;)

Pneus
De facto os pneus que tenho montados são os 160/65 R 315, em muito mau estado.
20180803_140839.jpg
Que tenho nestas jantes e numas outras em ferro.
Mas já tinha pesquisado e tinha vistos algumas jantes iguais as minhas e indicavam que eram 12 mas sempre fiquei na duvida.
Sendo assim vou tentar ver com uma das casas de pneus que sou cliente para ver se uns pneus 12 ficam bem nessa jantes.

Suspensão
Certamente a tal falta de ar deve ser o problema no meu carro.
Durante este dias carreguei com o produto que comprei numa casa de peças. E a forma aplicada foi a de medir a distancia ao chão. O meu suporte foi uma pagina inglesa que encontrei essas medias.
Mas se tem a solução para isto penso que estou interessado.

Acho o carro muito porreiro e gosto muito de andar com ele. Mas aquela suspensão "mata gente" :)

O carro ainda no sábado passou na inspecção folha limpa :) com a recomendação de tentar resolver o problema dos pneus e da suspensão ;)
 

Artur Dinnis

YoungTimer
Já agora onde é que conseguiu arranjar pneus 160/65 R315?
Eu já não consigo encontrar. Comprei um set novo de 4 pneus há cerca de um ano, mas são pneus NOS com bastantes anos :(
Boas

No sábado passado fui com o carro a inspecção mas tive de ir alinhar a direcção.
Na casa de pneus ficaram "loucos" com a medida de pneus e disseram que me iam arranjar.
Na segunda-feira ligaram mas o preço é de loucos! 300€ cada pneu. A casa em causa é localizada em Coimbra, Pneus da Embra.

Mas sábado vou lá novamente com outro carro e vou falar na solução dos pneus 12 para a minhas jantes.

Obrigado.
 

José Carlos Magalhães

Portalista
Portalista
Olá, viva.

Aconselho vivamente que despressurize a suspensão para não danificar irremediavelmente as botijas. É que se a membrana ficar totalmente perfurada, ficam irrecuperáveis.

Se quando desmontar os pneus das jantes Pepperpot que tem na foto, me enviar uma foto do interior da jante, eu posso ver se são ou não jantes em polegadas, o que eu tenho quase a certeza que são.

Pode ver nas fotos anexas, o espigão existente no topo das botijas e o estrago provcado na membrana e também uma foto de botijas já reparadas.

Já agora mais uma informação sobre estes pneus:

Na década de oitenta, foi criado um novo tipo de pneu, o chamado "Runflat", que era um pneu que em caso de furo, o pneu mesmo vazio não saltava fora da jante, podendo o condutor manter algum controlo do carro. Mas esses pneus tinham uma concepção diferente dos pneus tradicionais: O perfil de encaixe na jante era diferente, tendo a jante uns sulcos ao lado do rebordo exterior, onde o pneu ficaria encaixado. Devido a esta diferença, não poderia ser montado um pneu tradicional nestas jantes, pois em andamento o pneu iria saltar da jante porque não ficava bem encaixado. Para evitar esta situação, os fabricantes de pneus resolveram que este tipo de pneu seria fabricado com medidas em milimetros em vez de ser em polegadas, para que não se corresse o risco de alguem montar pneus tradicionais nestas jantes com o consequente perigo de acidente caso o pneu saltasse da jante com o carro em movimento.

Os principais fabricantes de automóveis europeus, como a Peugeot, Volvo, Citroën, Austin Rover, etc, adotaram esta nova tecnologia, equipando os seus carros com este tipo de pneus.
Com o desenvolvimento da tecnologia de pneumáticos, foram criados novos conceitos e novas técnicas de fabrico, tendo este tipo de pneus ficado obsoletos, e consequentemente deixados de fabricar, o que nos coloca a nós, possuidores de veiculos equipados originalmente com esta tecnologia, um grave problema para mantermos os nossos carros com as especificações originais.

O que eu tenho feito é tentar arranjar jantes em polegadas com pneus actuais, para poder utilizar os carros em encontros de clássicos, guardando as rodas com os pneus de medidas originais apenas para exposição. Tenho os Metro e o Montego Turbo já nestas condições.

O meu contacto é 938097015, se necessitar de alguma informação, disponha.

Um abraço

002.jpg 001.jpg 004.jpg 005.jpg P_20180509_191743.jpg . P_20200221_150511.jpg P_20190521_122301_SRES.jpg
 

Rafael S Marques

Pre-War
Membro do staff
Premium
Delegado Regional
Portalista
Boas.

Ele neste momento não está assim!
A suspensão foi carregada.

A intenção é colocar o carro a andar e tratar das coisas que tenha para arranjar mas tudo vai da forma como resolver os principais problemas (suspensão e pneus)

Amanhã coloco umas fotos a mostrar como está com a suspensão carregada
Então vamos passar o tópico para os diários de bordo, não faz sentido continuar aqui.;)
 

Artur Dinnis

YoungTimer
Olá, viva.

Aconselho vivamente que despressurize a suspensão para não danificar irremediavelmente as botijas. É que se a membrana ficar totalmente perfurada, ficam irrecuperáveis.

Se quando desmontar os pneus das jantes Pepperpot que tem na foto, me enviar uma foto do interior da jante, eu posso ver se são ou não jantes em polegadas, o que eu tenho quase a certeza que são.

Pode ver nas fotos anexas, o espigão existente no topo das botijas e o estrago provcado na membrana e também uma foto de botijas já reparadas.

Já agora mais uma informação sobre estes pneus:

Na década de oitenta, foi criado um novo tipo de pneu, o chamado "Runflat", que era um pneu que em caso de furo, o pneu mesmo vazio não saltava fora da jante, podendo o condutor manter algum controlo do carro. Mas esses pneus tinham uma concepção diferente dos pneus tradicionais: O perfil de encaixe na jante era diferente, tendo a jante uns sulcos ao lado do rebordo exterior, onde o pneu ficaria encaixado. Devido a esta diferença, não poderia ser montado um pneu tradicional nestas jantes, pois em andamento o pneu iria saltar da jante porque não ficava bem encaixado. Para evitar esta situação, os fabricantes de pneus resolveram que este tipo de pneu seria fabricado com medidas em milimetros em vez de ser em polegadas, para que não se corresse o risco de alguem montar pneus tradicionais nestas jantes com o consequente perigo de acidente caso o pneu saltasse da jante com o carro em movimento.

Os principais fabricantes de automóveis europeus, como a Peugeot, Volvo, Citroën, Austin Rover, etc, adotaram esta nova tecnologia, equipando os seus carros com este tipo de pneus.
Com o desenvolvimento da tecnologia de pneumáticos, foram criados novos conceitos e novas técnicas de fabrico, tendo este tipo de pneus ficado obsoletos, e consequentemente deixados de fabricar, o que nos coloca a nós, possuidores de veiculos equipados originalmente com esta tecnologia, um grave problema para mantermos os nossos carros com as especificações originais.

O que eu tenho feito é tentar arranjar jantes em polegadas com pneus actuais, para poder utilizar os carros em encontros de clássicos, guardando as rodas com os pneus de medidas originais apenas para exposição. Tenho os Metro e o Montego Turbo já nestas condições.

O meu contacto é 938097015, se necessitar de alguma informação, disponha.

Um abraço

Ver anexo 1175808Ver anexo 1175809Ver anexo 1175810Ver anexo 1175811Ver anexo 1175812.Ver anexo 1175813Ver anexo 1175814
Olá

Mais uma vez obrigado por toda a sua informação.

Quanto as jantes, depois das suas palavras fui vê-las com olhos de ver e lá vi a discrição 5J x 12 x 50CH.
20200626_190222.jpg

Quanto as botijas.
As que estão nas fotos recuperadas, são trabalho seu?

Parabéns pelos seus carros que estão muito bonitos.
Eu nem sabia que existia um Montego Turbo!
 

José Carlos Magalhães

Portalista
Portalista
Olá

Mais uma vez obrigado por toda a sua informação.

Quanto as jantes, depois das suas palavras fui vê-las com olhos de ver e lá vi a discrição 5J x 12 x 50CH.
Ver anexo 1175884

Quanto as botijas.
As que estão nas fotos recuperadas, são trabalho seu?

Parabéns pelos seus carros que estão muito bonitos.
Eu nem sabia que existia um Montego Turbo!
Olá, viva.
Sim sou eu que as recupero ☺
 

António Barbosa

Red Line
Portalista
Bom dia Artur, essas jantes são evidentemente de 12"...

Este Metro está muito bom de aspeto! Se a questão está só na suspensão e se o José Carlos Magalhães dá apoio, eu aproveitava. Conheço o José Carlos Magalhães há já uns anos e tenho pena de não o ter conhecido mais cedo pois tive dois Rover 111 em que não consegui resolver o problema das botijas e tive que me desfazer deles:(
 

José Carlos Magalhães

Portalista
Portalista
Em relação à alternativa aos pneus 160/65 R315, eu tenho usado a medida 165/60 R12.

1593285559430.jpeg

A diferença de medidas está compreendida dentro dos 5% de tolerância admitida na diferença de medidas de pneus.
A diferença é de 4% no perimetro e de 3,1% na largura. A largura não pode ser menor do que a averbada no livrete do carro.
 
Topo