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O Museu do "Pessa", a nossa História

Tópico em 'História e Cultura' iniciado por João Duque, 20 Dez 2010.

Tópico em 'História e Cultura' iniciado por João Duque, 20 Dez 2010.

  1. Pois é meus amigos dos clássicos, esta noticia está deveras ultrapassada, saiu no final do mês de Agosto de 2010, porque será que escolheram esta data, a quando a maioria dos Portugueses não liga peva às noticias visto estarem de férias; esperei, esperei até que alguém insurgisse em defesa de um "Museu do automóvel em Lisboa" que nunca abriu por falsos lobbies e boys políticos que nada fizeram, para além de falsas promessas de que um dia a cidade de Lisboa iria ter um museu do automóvel, orgulho património histórico de todos nós, ao invés, criou obstáculos atrás de obstáculos sem motivo algum, a esta hora, o Fernando Pessa nem deve calcular a trapalhada em que se encontra o "dito" (ex)museu, e esta hein?!

    Primeiro Jornal Edição de 31-08-2010 (2ª parte): vulcão na Indonésia, processo Queiroz e a Selecção Nacional 31-08-2010 | Vídeos Notícias | SIC Online
    Vejam ás 14h16(ao minuto 35:16).

    Pode um museu municipal funcionar quase nove anos sem nunca ter existência formal? Em Lisboa, pode. O Museu Municipal Fernando Pessa foi anteontem esvaziado do último automóvel de entre os mais de 40 clássicos que exibia.

    Foi em Novembro de 2001 que o então presidente da câmara, João Soares, inaugurou o Museu Municipal Fernando Pessa. O jornalista, como garantiu à revista AutoMotor (Abril 2002), nem queria o seu nome no museu. Mas lá ficou, como espécie de homenagem da cidade. O seu velho Rover 2000, de 1966, foi guardado num pavilhão do antigo mercado abastecedor de Lisboa, à Av. das Forças Armadas. "Contactámos pessoas que tinham carros antigos e assim nasceu o museu", recorda Armando Rodrigues, parceiro de andanças de Pessa.

    O museu abriu regularmente nos primeiros meses. Mas depois funcionava ao ritmo dos contactos, por exemplo, "do turismo de Lisboa para mostrar o museu a visitantes estrangeiros". Os executivos camarários foram mudando sem a criação formal do museu. "Houve um protocolo que ficou por assinar à última hora", conta Armando Rodrigues, sem resposta às diligências para dinamizar o espaço. Isto até ao final do ano passado, prazo dado pela EGEAC, empresa municipal que gere os equipamentos culturais municipais de Lisboa, para que o espaço fosse desocupado. "Sinto-me enganado, mas, por outro lado, também um grande alívio pela responsabilidade em ter ali os carros", comenta o entusiasta dos automóveis. É que entre as relíquias figuraram um Mercedes 28/95 (1921), com carroçaria em madeira; um Peugeot 81.B (1906), oferecido ao médico da família da marca Peugeot; um Bentley Speed (1924); um Darracq (1901), ou um Cottin & Desgouttes (1913).

    A Câmara de Lisboa, em Abril de 2009, promoveu uma exposição sobre viaturas históricas do município no "Museu Municipal Fernando Pessa". No entanto, para Paulo Braga, administrador da EGEAC, o espaço "não é mais do que um depósito" de carros, sem projecto museológico. Agora, o pavilhão será demolido ao abrigo do Plano de Urbanização de Entrecampos e a autarquia pagou 4000 euros para entregar os veículos aos donos. "Não se pode dizer que a cidade perdeu um espaço museológico, porque não o era", frisa Paulo Braga. É fácil adivinhar o que diria Fernando Pessa, se ainda por cá andasse: "E esta, hem?"

    Rali em risco

    O Museu Municipal Fernando Pessa recuperou em 2005, com o apoio da autarquia sintrense, o RaliAs Camélias de Sintra, desta feita com automóveis antigos, como forma de contornar as restrições ambientais do Parque Natural de Sintra-Cascais. A câmara presidida por Fernando Seara disponibilizou-se para receber o museu, mas Armando Rodrigues admite que Pessa estava muito ligado a Lisboa, cidade onde o museu fazia sentido. Com o fim do museu, o próprio Rali das Camélias deverá desaparecer. Este ano já não se realizou aquela que seria a sexta edição. Na calha poderá estar, contudo, a realização em 2011 do Rali do Sintrense, outra prova clássica, no centenário do clube de Sintra.

    In Jornal Público

    Quero mostrar aqui o meu descontentamento e tristeza perante a classe politica camarária (de Lisboa) e governativa de Portugal, juntamente com os "ditos" grandes clubes de automóveis antigos/clássicos (ACP e CPAA entre outros) e personagens que "dizem" defender os automóveis antigos/clássicos, porque sinceramente quem deixa um museu de automóveis desta natureza acabar assim, é porque não é gente enão é digno de se pronunciar ou sequer julgar sobre esta paixão que envolve e move todos os Portalistas aqui do Portal e dos anónimos que tem carros/motas/barcos/aviões antigos/clássicos etc, e que prezam pela história que nos transporta/ou para todo o lado.

    Oxalá um dia destes, tenha os conhecimentos certos para levar esta paixão que tenho pelos carros antigos e clássicos a todos aqueles que gostem de verdade e vivam na da mesma forma que eu a custo 0!B)

    Tirei estas fotos quando estava de férias no Algarve:(-,
    Ver anexo 203870
    Ver anexo 203873
    Ver anexo 203876
    Ver anexo 203879
    Ver anexo 203880
     

    Ficheiros Anexados:

  2. Aqui podem ver fotos dos carros que faziam parte deste pequeno museu de história automobilística;)
     
  3. Ainda hoje por lá passei, e por acaso nem sabia que tinham fechado o suposto museu, digo suposto porque acho que nunca esteve aberto ao público, nem condições tinha , uma vez que lá chovia como na rua (segundo alguém que conhecia o espaço), hoje vi que os vidros estavam todos embaciados e molhados da parte interior, o que demonstra que deve ter mesmo muitas infiltrações, portanto julgo que o melhor foi mesmo devolver os carros aos proprietários (que devem ter melhores condições) de que estarem ali como estivessem na rua.
     
  4. À cerca de 2 ou 3 anos tive oportunidade de visitar o Museu Fernabdo Pessa, foi uma visita guiada pelo Sr. Armando Rodrigues. Na altura foi bem transmitida a mensagem do futuro indefinido daquele local, que praticamente se mantinha à custa da carolice de meia duzia de pessoas. Infelizmente acabou por fechar por falta de apoios.
     
  5. Acho que este sonho esteve à beira de se concretizar e só não se deu, devido às pessoas erradas que pertencem a certos grupos de clássicos e camarários, à frente deste belíssimo projecto que foi apenas acordado de palavra e nada escrito, como se alguma vez isto desse bom resultado em PortugalB)
    Creio que faltou seriedade no compromisso que se tomou, todos os intervenientes neste projecto tem mea culpa por não dar asas à história incluindo motivos políticos da altura.

    Lisboa precisava de uma espécie de um Rui Rio para endireitar certas pontas frágeis ligadas a esta paixão dos clássicos que todos nós temos, contudo fiquei a saber à pouco tempo que o tal museu provisório que fechou as portas no final do mês de Agosto deste ano era para ser transferido para o arco do cego onde era antigamente um terminal de eléctricos, mais tarde de camionetas e agora um triste e cinzento parque automóvel...

    Creio que mais uma vez se deu uma bofetada de "luva branca" à história automóvel portuguesa na cidade de Lisboa que bem merece um museu desta natureza.

    a ver vamos como se desenrola esta novela, nos próximos temposB)
    Falo em museu como também posso falar em corridas, e para não esquecer, Lisboa foi palco de boas e muitas corridas que com o tempo tendem se todos a esquecer...

    Não devemos esquecer "aqueles" que nos movem...a história! (em Lisboa).
    Ver anexo 203986
    Ver anexo 203989
    Ver anexo 203992
    Ver anexo 203995
    Ver anexo 203998
    Ver anexo 204001
    Ver anexo 204003

    As fotografias pertencem ao arquivo fotográfico de Lisboa.
     

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  6. E que belas fotos
     
  7. Podes crer, tem lá muitas mais, que nunca mais acaba:D
    Temos muito património que não é deveras preservado ou enaltecido;)
     
  8. É uma pena,

    Em Outubro de 2009, através de um amigo do sr. Armando, também eu entrei pela 1ª vez no "museu" Fernando Pessa e fiquei a conhecer um pouco daquela realidade. De facto, este espólio (que pertencia na maioria ao sr. Armando e mais alguns amigos) estava ali exposto por carolice e merecia melhores condições. Tinha carros bonitos e que marcaram as épocas a que pertenciam, podendo sem esforço ter evoluído, se tivesse um espaço à altura, pois decerto, existiriam outros coleccionadores que gostariam de ver as suas peças expostas e partilhá-las com o público em geral.

    Assim sendo, perde-se um espaço que é também de história e de cultura e ficam mais uns clássicos fechados em garagens esquecidos.
     
  9. Bem-vindos a Portugal...:rolleyes:rolleyes
     
  10. Infelizmente foi mesmo isso que pensei.:(-
     
  11. Com o sucedido ao museu e como dizia o próprio Fernando Pessa "E esta, hem !? "
     
  12. Se eles fecham escolas e centros de saúde... é uma pena realmente. Neste país tudo é ignorado.
    Quanto ao Rover 2000, era uma boa máquina, conduzi um numas filmagens que se andaram a fazer com Jonh Malkonvich, Javier Barden, a nossa Alexandra Lencastre, entre outros, em Espinho há 11 anos e esse carro era um dos carros de cena, era azul, tinha o pneu sobressalente em cima da mala e parece-me que tinha o tecto em viníl.
     
  13. Só a titulo de curiosidade.
    Algumas coisas que se podiam ver por lá:
     

    Ficheiros Anexados:

  14. é muito triste um pais como este nao ligar nenhuma a coisa que faz mexer o pais a toda a hora... os automoveis...

    Como é possivel nao haver mais museus de automoveis por ca... temos o do caramulo e pouco mais...
    é muito triste mesmo... especialmente nas principais cidades do pais nao haver mais museus e afins... esquecem que isso significa mais turismo...
     
  15. Adorei as fotos antigas,especialmente a da doca da lisnave em Alcantra.
     
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