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Mais uma vez...óleos

Tópico em 'Mecânica' iniciado por Joao Cunha, 1 Mai 2010.

Tópico em 'Mecânica' iniciado por Joao Cunha, 1 Mai 2010.

  1. Acham que se deve usar óleo sintético nos nosso clássicos?

    Os óleos sintéticos não são derivados do petróleo, mas produzidos em laboratório a partir de ensaios em condições críticas. No caso dos semi-sintéticos, a uma base sintética é adicionado o óleo mineral, o que faz o produto ser mais barato,resulta em qualidade intermediária. Os sintéticos apresentam uma curva de viscosidade praticamente plana, isto é, não ficam nem muito finos nem muito espessos (viscosos) em toda a faixa de operação especificada.

    Outra vantagem sensível é a resistência à oxidação, o que permite seu uso por quilometragem muito maior que a dos óleos minerais. É comum rodar três ou quatro vezes mais e trocar o lubrificante ainda em boas condições. De modo geral, 10.000 km é boa periodicidade para um óleo mineral e 25.000 a 30.000 km um bom período de uso de um totalmente sintético.Por exemplo a Fiat, recomenda o semi-sintético Selenia, estabelece um patamar de 20.000 km.

    O contraponto dessa qualidade e durabilidade é o custo bastante elevado do sintético. É importante lembrar ainda que ele não desobriga o usuário de trocar o filtro de óleo, na quilometragem recomendada pelo fabricante, nem de repor o nível, quando baixo, com lubrificante similar. Misturar óleos comum e sintético no mesmo motor não chega a prejudica-lo, mas pode anular boa parte das propriedades oferecidas pelos aditivos de cada um,resumindo nunca se deve misturar óleos.

    Embora não seja necessário para assegurar boa durabilidade ao motor, o lubrificante sintético ou semi-sintético não traz problemas e pode ser utilizado em qualquer automóvel. De acordo com Robert Sharp, de sua assessoria de imprensa, a GM "indica os lubrificantes nos manuais de proprietário. Qualquer óleo utilizado deve atender os requisitos mínimos ali expressos em classificação API. Se ultrapassa-los, melhor, como ocorre com os óleos sintéticos."

    Por sua função detergente mais acentuada, o óleo sintético tende a remover depósitos de carbonização criados pelo uso prolongado de lubrificante mineral -- sobretudo os de geração mais antiga, pois este parâmetro vem sofrendo contínua evolução nos óleos mais modernos. É interessante substituir o filtro mais cedo na primeira utilização, para evitar sua saturação. Quando o filtro de óleo se satura, abre-se uma válvula que permite a passagem do lubrificante sem filtragem o que é muito mau para a longevidade do motor.
    Resumindo não faz mal nenhum usar óleo sintético nos nossos clássicos,foi uma evolução no bom sentido para as nossas máquinas.:feliz:
    Tabela de sintéticos

    São, ao contrário dos óleos minerais, produzidos artificialmente. Eles possuem, na maioria das vezes,um bom comportamento de viscosidade-temperatura com pouca tendência de coqueificação em temperaturas elevadas, baixo ponto de solidificação em baixas temperaturas, alta resistência contra temperatura e influências químicas. Quando falamos em óleos sintéticos temos de distinguir cinco tipos diferentes:

    1. Hidrocarbonetos sintéticos

    Entre os hidrocarbonetos sintéticos destacam-se hoje com maior importância de um lado os polialfaoleofinas (PAO) e os óleos hidrocraqueados. Estes óleos são fabricados a partir de óleos minerais, porém levam um processo de sintetização, o qual elimina os radicais livres e impurezas, deixando-os assim mais estável a oxidação. Também consegue-se através desde processo um comportamento excelente em ralação viscosidade-temperatura. Estes hidrocarbonetos ¨semi-sintéticos¨ atingem IV (Índices de Viscosidade) até 150.

    2. Poliolésteres

    Para a fabricação de lubrificantes especiais, óleos de travão, óleos hidráulicos e fluidos de corte os poli-alquileno-glicois, miscível ou não miscível em água tem hoje cada vez mais importância.

    3. Diésteres

    São ligações entre ácidos e alcoól através da perda de água. Certos grupos formam óleos de ester que são usados para a lubrificação e, também, fabricação de graxa lubrificantes.Os diésteres estão hoje aplicados em grande escala em todas as turbinas da aviação civil por resistir melhor a altas e baixas temperaturas e rotações elevadíssimas. Dos óleos sintéticos eles tem o maior consumo mundial.

    4. Óleos de silicone

    Os silicone destacam-se pela altíssima resistência contra temperaturas baixas,altas e envelhecimento, como também pelo seu comportamento favorável quanto ao índice de viscosidade.Para a produção de lubrificantes destacam-se os Fenil-polisiloxanes e Methil-polisiloxanes.Grande importância tem os Fluorsilicones na elaboração de lubrificantes resistentes a influência de produtos químicos,tais como solventes, ácidos etc...

    5. Poliésteres Perfluorados

    Óleos de fluor- e fluorclorocarbonos tem uma estabilidade extraordinária contra influência química. Eles são quimicamente inertes, porém em temperaturas acima de 260°C eles tendem a queimar e liberar vapores tóxicos.

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