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Concurso : A melhor história com o meu clássico

Tópico em 'O nosso hobby: Clássicos' iniciado por Francisco Lemos Ferreira, 17 Out 2010.

Tópico em 'O nosso hobby: Clássicos' iniciado por Francisco Lemos Ferreira, 17 Out 2010.

  1. blg-pd-pl-humor-automoveis-wife-e-truck.jpg

    Boas pessoal

    Talvez para nos divertimos a ver as pérolas que aparecem nas mensagens, ou para discutirmos aquele escape, aquele aquecimentos,aquele drift, aquele roncar, aquelas férias desastrosa com o clássico... ver uma boa entrevista e participar em desafios.

    Basicamente este tópico vai andar de acordo com vocês, assim vamos ter uma pequena competição.

    Isso mesmo, quem contar a melhor história passada com o seu clássico vai levar um prémio do Portal ! Deverão sempre juntar uma foto do clássico em questão.

    Então é isto, o convite está feito, serão seleccionadas 15 que irão a votação durante o mês de Dezembro 2010.

    Em 2011 serão publicadas durante o mes de Janeiro, Fevereiro e Março as 3 melhores histórias na Revista Motor Clássico.

    Participem !
     

    Ficheiros Anexados:

  2. Boas.

    Boa iniciativa!!!!!!!!!!!!!!!!!
     
  3. nice, tenho algumas
     
  4. A esgalhar no meu Frogeye no prego a fundo deparo-me com um signal de passagem ferroviaria largo acelerador para abrandar e terrorizado apercebo-me que o acelerador esta colado no prego,pe no travao e pouca diferenca fez na velocidade.Vira-se a minha esposa (que ia sentada ao meu lado) e diz-me...deicha-te de parvoices.Parvoice o catano ...so me lembro de olhar pro lado e ver o traseiro da minha mulher a altura da minha cabeca agarrada ao rebordo do parabrisas quando o pobre (carro e eu) atravessou a linha ferroviaria a ganir a umas 7500rpm e umas 55mph. La consegui desligar a ignicao e rolar ate encostar para me recompor .Entretanto a minha esposa sempre a ralhar comigo e dizer-me que nao tinha tido graca nenhuma.Parva..se tive-se prestado atencao ter-se-ia apercebido que eu nao me estava a rir,pleo contrario estava branco como a cal.Esta e uma que eu numca mais me esqueco por causa da atitude da minha mulher que ainda hoje pensa que eu estava a brincar.
     
  5. Bem uma das minhas historias com o meu clássico foi…B)

    24 Abril de 2010, Encontro Nacional do Portal dos Clássicos na Figueira da Foz

    Madrugada de sexta feira, a “Xepa” ainda a dormir :D já carregada com os sacos cheios de tampas de garrafas, tenda, saco de cama e deposito cheio..B)

    Ver anexo 195506
    Ver anexo 195507

    Faço-me à estrada todo contente com o nascer do Sol e 200kms pela frente :huh:

    Ver anexo 195508
    Ver anexo 195509

    Pelo caminho encontro-me com o José Lopes e respectiva filha na sua bela Datsun 120Y Van :D

    Ver anexo 195510

    Pela viagem comecei a sentir a falta de força e uns “engasganços” e o José a aliviar a aceleração nas subidas fazia com que eu perdesse o andamento :wacko: e lá tinha eu que acenar para que ele acelerasse e comecei a rezar para que corre-se tudo bem..:rolleyes

    Ver anexo 195511

    Bom..a placa já aqui está….estou quase safo :huh:

    Ver anexo 195512

    Chegada ao local do encontro, foi tempo de rever amigos e descarregar os sacos das tampas ;)

    Ver anexo 195513

    Tudo estava a correr “bem” e lá fomos em caravana até ao parque de campismo antever o dormitório…ora nem mais, a tenda montada em cima da Campina e lá estava um quarto 3 m2 de luxo com chão em madeira envernizada e caixa de ar com 1m do chão :D

    Ver anexo 195514

    Mais umas voltas e rumamos até ao local de encontro..e lá estava o pessoal na picaria à volta da “pista” :huh: bom…lá tenho que mostrar como se anda com 2 Toneladas :D

    Ver anexo 195515

    No dia seguinte, acordo com uma visão sobre o acampamento :D

    Ver anexo 195516
    Ver anexo 195517

    O dia começou a correr não da melhor forma ao tentar arrumar a tenda que se abre em 2 segundos…:D :D

    Ver anexo 195518

    Mais umas voltas e fomos almoçar no meio do campo com vista para uma lagoa, foto de grupo em cima da Campina e mais um encontro a chagar ao fim ;)

    Ver anexo 195519

    No regresso….bem no regresso…. :wacko: lá vim com o José e a Datsun ou o José com a Datsun a acompanhar-me….:huh: os “engasganços” eram mais acentuados e cada vez a agravarem-se mais….! :wacko:
    Umas paragens…uns telefonemas do José e vice versa para que esperasse por mim :huh: o “pânico” começou a gerar-se ao passar dos demorados kms e sucessivas paragens…:D Às tantas perdi o José e estava por “conta própria” ao mercê da vontade da Campina…:D
    Passadas 4 horas e umas dez paragens…estava a passar a ponte de Vila Franca e um momento de alivio… ( estou quase em casa ) :D

    Ver anexo 195520

    Já cansado e com a bateria do TLM a apitar…a Campina parou mais uma vez :( Preocupado com a possível falta de comunicações e o Sol a pôr-se :D, decidi encostar e chamar a assistência em viagem :huh:

    Ver anexo 195547

    Passado quase 1 hora lá chegou o reboque e o meu momento de alivio e aí já com um ar mais descontraído ( tou cá bora lá pra casa!! ) :huh:

    Ver anexo 195548
    Ver anexo 195549

    Pessoal pró ano estou “aí” de novo com a mesma vontade ;) mas com o deposito limpo :D
     

    Ficheiros Anexados:

  6. Não tenho é fotos mas arranjei de um idêntico.
    [​IMG]

    Era o 1º dia que pegava no carro depois da reparação (pois tinha partido a correia distribuição e não confiava naquele mecânico).

    Ia para Lisboa era o casamento da minha prima e levei uma namorada (da altura) e lá íamos nós todos contentes.
    Meti-me pela auto-estrada e.... de repente começo a ouvir toc,toc,toc,toc mas muito rápido.
    Ficámos brancos :err: (pois chamei logo nomes ao coitado) encostámos várias vezes na auto-estrada,lá estava eu de cu para o ar,quando não eu,era ela :tongue:,em plena auto-estrada (estão a imaginar??).
    As pessoas passavam por a gente apitavam e riam-se e eu todo fo...o :mad: ,entretanto fui sempre a pisar ovos e por vezes esse barulho persistia :skeptical:e foi assim até sair da dita cuja,cheguei ao casamento (atrasado claro) e lá pedi desculpa.
    Depois da comidinha lá fui eu direito há prima e pedir mil perdões que tinha de me ir embora mais cedo que o carro estava com um barulho esquisito,assim sendo comecei a reflectir mais seriamente no assunto e reparei que as faixas que estão na auto-estrada de lado ao pisar fazem essa barulheira...:D:
    Até hoje não disse nada há moça com vergonha. :D:
    Esta é uma de muitas mais.....:D
     

  7. Muito boa. Grande FAIL! :D
     
  8. :D:D nao é o primeiro a acontecer isso:feliz:
    ta boa:feliz:
     
  9. Mini Van - 23.1.10

    Os intervenientes são as duas carrinhas verdes da foto, sendo a protagonista a Mini.

    IMG_2013sm.jpg

    Tinha ido com o meu pai até um evento no plástico, e informa-me o meu irmão que ia lá ter, no seu veículo de uso diário: a Mini Van.

    Até aqui, não havia problema.

    Na volta, aí sim, desgraça: estava eu e o meu irmão na Mini, a seguir o meu pai, que ia na Rover. Entra-se na auto-estrada, e o meu pai decide puxar pela carrinha. O meu irmão respondeu, e mal começou o picanso, eis o que se sucede:

    IMG_2014.JPG

    Mas, parar a meio da viagem? Ora essa, é perto, toca a andar até casa...

    IMG_2017.JPG


    IMG_2015.JPG

    Em termos de "partidas", a Van foi sempre protagonista, pelas suas conhecidas manias com a humidade.

    Num parque de estacionamento subterrâneo:

    Img016.jpg
     

    Ficheiros Anexados:

  10. No dia em que comprei o meu 128 logo após o negocio feito andei ai uns 10kms e eu e um amigo que me acompanhava noutro carro paramos para almoçar numa estação de serviço,ora nesse dia chovia a cantaros e estacionei o bolide no estacionamento que tem coberto para não se constipar :D
    Após almoço a chuva teimava em se manter forte e lá vamos nós pois ainda tinhamos perto de 200km pela frente, mas ao retirar o 128 do estacionamento não consegui engrenar a marcha atrás eu carregava na manete para baixo e levava para o lado da segunda ,eu já transpirava os vidros todos embaciados eu a pensar o raio do carro tá todo fo##d# vou já devolve-lo :p:wacko:após uma duzia de tentativas e nada , o meu amigo que já me conhece disse " tem calma pode ser apenas alguma desafinação no sector,eu empurro o carro " ele lá empurrou o animal mas chovia de tal maneira que durante os poucos segundos que o meu amigo esteve á chuva ficou completamente encharcado :wacko: tão encharcado que quando chegamos ao Porto o banco do carro que ele trazia ainda estava molhado,ora chegada ao Porto e lá vou eu meter o bolide na garagem e marcha atrás de grilo não entrava :wacko::p o meu amigo disse "mete lá isso de frente antes que partas essa m##da " e de repente eu teimoso como sou carrego na alavanca para baixo mas levei-a para o lado da quarta "et voilá" entrou :D fui logo insultado de burro para cima por ele e com razão :D pois após 200km ele ainda estava molhado :D o problema é que eu cismei que a marcha atras era igual ao do Carocha :p:wacko::D

    Fica uma foto da unica paragem que tivemos pelo caminho eu fui tomar café e ele foi para o WC para de baixo do secador das mãos :D
     

    Ficheiros Anexados:

  11. Esta mesma história também se passou comigo mas há 31 anos atrás. Na altura fui passar uns dias a casa dum tio próximo de Sessimbra, que tinha um Fiat 850 Sport Coupé preto. Um belo dia, eu (com 16 anos) e o meu primo (com 15 anos) resolvemos ir dar uma volta no Fiat. Saimos de casa de frente e estaria tudo bem se não tivessemos de fazer uma marcha atrás. Com a nossa "vasta" experiência de condução nunca conseguimos encontrar a marcha atrás e lá andamos a empurrar o carro até o conseguirmos devolver.

    Mas o meu trauma com as marchas-atrás teve o seu apogeu 2 anos mais tarde, já com carta de condução. Na altura fui trabalhar no Verão para França, na apanha da maçã e nas vindimas.
    Uma noite soubemos que tinhamos de ir para outra quinta a cerca de 30-40 Km e, sem sequer pensar, pussemo-nos ao caminho. Depois de andar 1 hora sem ver ninguém sequer a quem perguntar por onde deviamos ir, vimos um senhor a entrar para um "velho" Renault 8, Conseguimos convencer o senhor a dar boleia a 4 rapazes e respectivas mochilas. Mas o senhor estava completamente bêbado e, cerca de 2 ou 3 Km após andarmos a tentar não sair da estrada por nenhum dos lados (felismente sem trânsito em sentido contrário) perguntou se alguém tinha carta. Logo me preparei para levar o carro mas sempre com a questão de não querer meter a marcha atrás por engano. Comecei logo a perguntar, no meu francês "fluente", onde era a "marche-arrète". Mesmo bêbado, o senhor e nenhum dos meus companheiros conseguiram responder-me, apesar da minha grande insistência: ninguém conhecia a marche arrète.
    Lá levei o carro até Azy, local do nosso destino, sem meter a "marche arrière" (como agora sei que se chama) e muito menos a marcha parada.
     

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    • R8.jpg
      R8.jpg
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  12. Bem, fotos não tenho, pois foi para aí em 1980 e as máquinas fotográficas eram caras, mas tudo começou com um Ford Capri RS.
    A máquina andava que se fartava, mas bebia mais que o bairro todo e toca de fazer uma bela troca.
    Uns trocados e um impecável Datsun 1600 SSS, brilhante com uns interiores impecáveis, mas com a reconstrução a esquecer-se do motor.
    Os primeiros quilómetros tiram-me umas noites de sono, mas depois fundo da garagem que não estou para me chatear.
    Já andava esquecido há uns meses e aparece o meu amigo Fernando da Marinha Grande a fazer-me uma proposta irrecusável, uma troca (ela por ela) por um Vauxall Chevette impecável.
    Negócio feito e poucas horas depois lá estava o Fernando com o Chevette á porta.
    -Epá tu és maluco, o Nissan nunca mais chega a Leiria por estrada, aquece, engasga, tosse está com uma "gripe" do caraças.
    - Amigo Silva, Datsun chega a qualquer lado desde que pegue, passa aí os documentos e a chave que tenho de estar em Leiria ás 22H00 (eram 20h00).
    - Okey tu lá sabes, boa viagem e lá partiu o meu bom amigo na sua nova máquina.
    Estava eu a jantar uma hora depois e batem á porta de levezinho.
    O amigo Fernando a "bufar" de cansaço, diz-me amávelmente:
    - Afinal há Datsuns e Datsuns, precisava que me levasses o Datsun a Leiria no reboque.
    Duas breves gargalhadas depois lá iamos de Ford a puxar o reboque e carregamos o TRI S.
    Autoestrada fora e antes de Condeixa "pum", pneu do reboque pro "maneta". Mudança de roda e poucos quilómetros depois mais outro pneu rebentado. O problema é que já não havia mais pneus e entretanto era meia noite e nada para remendar.
    Com o seu "fair-play" o amigo Fernando diz-me "tenho aqui uma cinta de reboque, seguimos viagem com a Ford a puxar o TRI S e seja o que Deus quiser.
    Assim, ás 6H00 da manhã lá chegamos á Marinha e a casa do amigo Fernando que foi sempre ao volante da máquina adquirida, a cinco metros da Ford com o coração na boca e ao pararmos me diz:
    - Nunca adquiri nenhum clássico que não viesse para casa no dia da compra comigo ao volante.
    E lá tomamos o pequeno almoço no meio de alegres gargalhadas.
    Duas horas depois com dois pneus novos, lá parto para Condeixa, recupero o reboque e chego á firma quase ao meio dia, e deparei com a familia toda aflita á minha procura, muito enervada.
    É que abandonei o jantar, arranquei e com toda a emoção da aventura, esqueci-me de dizer para onde ia e até chegar nunca mais me lembrei de nada senão de completar a viagem.
    Completamente traído pelo puder dos clássicos, esqueci-me completamente de tudo o que me rodeava...
     
  13. O primeiro carro que o meu pai comprou (em 1992) para o meu irmão mais velho foi um Escort mk1 1100. O meu irmão quando viu a carro até chorou de desgosto, porque não era aquilo que queria. Eu adorei e certo fim de semana sem nada para fazer-mos fui mais um amigo buscar a casa dele um leitor video para ver-mos um filme porno. Assim fomos pelo caminho mais longe com piso em terra e a meio tivemos direito a um violento capotanço sem feridos só um corte num dedo dele. Eu preocupado com o aspecto do carro e com o meu irmão e o meu amigo preocupado com a camiza nova que estreava no dia que estava rota. Vieram os bombeiros que viraram o Escort que pegou logo. O arrango pago por mim, foi alinhar o tecto com os pés para colocar o vidro da frente, o resto ficou como estava.
    Esta maquina ainda durou algum tempo servindo para o meu irmão e amigos irem buscar as namoradas a um famoso restaurante de Fátima, quando na altura havia outros totos que com carros melhores Volvos turbos etc que ficavam a chupar no dedo porque as meninas queriam era Escort. Para terminar, ainda não tinhamos o leitor no carro, porque teria um fim triste. Grande máquina.
     
  14. Boa!
    Aqui vai a minha:

    Depois de uma pesquisa em busca de um KE20 sem nunca encontrar nada de jeito, perguntei ao meu velhote:
    - Por acaso não conheces ninguém que esteja a vender um KE20"
    Ao que ele respondeu:
    "Não, mas porque te estás a meter nisto!? Só vais ter despesas!?
    ... e eu: "Está-me no sangue"

    Passados uns dias diz-me que há um conhecido dele que tinha um azul para venda... e eu... bota... está a ligar, ao principio cria 2500€ mas consegui compra-lo por 1800€ + 250€ (Já vão saber porquê! :) !

    1ª parte da história: O suborno!
    Como é que vou explicar à "Maria" que vou gastar 1800€ num carro!?
    Pensa... pensa... okis... já sei!
    Depois de uma breve pesquisa na net vejo o que quero, passo por Aveiro e entro numa casa de relógios... a miúda até deve ter ficado meia parva:
    Já de carteira na mão, "quero este relógio CK modelo xpto - 250€ (Só pensava: é por uma boa causa!)
    - Não quer ver outros modelos?
    - Não, não, é mesmo este!

    Como sempre, telemóvel a trabalhar e lá vai um sms: "Comprei-te uma prenda!"
    Troca de mensagens práqui, troca de mensagens prácola e sempre a manter o suspense até chegar a casa! (É por uma boa causa!)

    Nesse dia ao fim da tarde, ofereci-lhe o relógio, e não perdi tempo a dizer:
    - Cuidado que isso custou uma pipa de massa! O sorriso na cara disse tudo!

    2ª parte - A notícia
    Ao outro dia de manhã como estava bem disposta, comecei por dizer que era um sonho, que gostava de ter um KE, foi o meu primeiro carro - conversa do bandido - o meu velhote conhecia quem queria vender um e o preço até era barato: 1800€ para ela, 1800€ + 250€ para mim, blá, blá, blá... o carro ia fica na garagem do velhote!
    Só fez um comentário: Porque é que vais comprar um carro velho!? (Gajas)
    - Não é um carro velho é um clássico. Porque sempre gostei... Nunca gostei tanto do silêncio dela!
    Nesse dia à tarde fechei negócio com o Sr.

    Combinei com o meu velhote e fomos ver o carro, achei a cara do velhote conhecida - fiquei a saber que ele tinha sido ela a comprar o velhinho KE do meu velhote.

    vi que estava em condições e o meu pai só fez uma pergunta:
    - O motor bába oleo?
    - Nãããããão!!!!!!! Está impecável!

    Já queria que viesse com o carro de Ovar para Oliveira do Bairro nesse dia.
    Não foi nesse mas foi na semana seguinte depois de ter os papeis.

    3ª parte - o aquecimento

    Aí vai ele... Ovar - Oliveira do Bairro sem saber o estado real do carro, pois, o dono garantia que o carro estava bom.
    Pertencia a um sacristão (cunhado) e saía regularmente com o carro.

    A29 a uns magníficos 80Km/h... só que .... o ponteiro da temperatura começou a subir mais que o normal.. raios... não me lembro dos KE's aquecerem assim tanto em tão pouco tempo!

    Tive que parar 10 min antes de entrar na A1, lá descansei o carro, não abri o capot e depois, up we go... na Auto-estrada só via pessoal a olha com cara de parvo e eu a suar porque o carro tornou a aquecer... mais uma paragem: área de serviço de Estarreja. Depois de 15 min aí vai ele em direcção ao cu do mundo - Oliveira do Bairro - a suar, pois o carro começou outra vez a aquecer... mesmo a uma velocidade de 70/80Km.

    Chegado às cubatas, mais uma paragem, 15 min para arrefecer e volta a dar-lhe mais meia-horita até que cheguei a casa! Nesse dia levei-o a lavar e parafinar.. tudo limpinho!

    Parei o carro e tirei as fotos para colocar no portal: http://www.portalclassicos.com/toyota/16030-mais-1-dono-orgulhoso-1-ke20.html

    4ª parte - o aquecimento parte 2
    Ao outro dia de manhã, tinha que estar na escola para uma reunião, como tenho uma amiga que também tem um clássico, cismei que havia de levar o carro de Oliveira do Bairro para a corga do Lobão, são sensivelmente 80Km... pura ilusão!
    Tive que deixar o carro em Ovar porque o carro aquecia e cheguei 1h30 atrasado à reunião!

    Mas como a ânsia de andar com o carro era tanta que ao outro dia tive que ir outra vez para a escola e aí vai ele: Oliveira do Bairro a Ovar com o E12, peguei no KE e aí vai ele até à Corga... 1h de caminho sempre com o carro a 60Km, nas calmas porque era verão, janela aberta e braço de fora "à patrão" e fiz a viagem toda com o ponteiro temperatura um pedaço acima do meio.

    5ª parte - a fonte
    Quando paro o carro orgulhosamente dentro da escola e depois de fechar a porta ando 10 metros e só ouço:
    PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

    Quando olho para trás só vejo uma "fonte" a sair da parte da frente do carro!
    Água completamente CASTANHAAAAAAAA e a ferver!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

    (Tive uma sorte, se calha passar pela frente do carro....)

    Pensei: Estou f........, lá foi a junta, motor... foi tudo cu c..........!!!!!!!

    Lá fui ter com dois amigalhaços (uma tem um clássico e ainda pensei: vai-me desenrascar)
    e depois de arrefecer o carro abri o capot e foi quando olhei para o radiador: água a sair!
    Tive uma sorte danada porque o radiador, apesar de estar todo estragado furou em cima.
    Chamei um mecânico e disse-me ele:
    -Meta água e vá andando devagarinho. Pare de 5 em 5Km e vá metendo água. Isso é um Toyota. Só não feche completamente a tampa do radiador para a água não ganhar pressão!
    (Fonix, é um toyota mas tem o radiador furado)

    Enchi o radiador com água e levei 9 litros de água!

    6ª parte - a odisseia
    Entro no carro, fiz +/- 5 km, parei, abri o capot, a água saía pelo radiador, corri a buscar água, metia água no radiador, a água saía do radiador, fechava o radiador, corria para o carro, arrancava com o carro.... f........
    fiz isto umas 6 vezes.

    Depois parei e desliguei o carro, nessa altura o meu pai já estava a par da situação e o telemóvel a ficar sem bateria, digo-lhe: vou pela estrada antiga, não me vou meter na A29. Vem ao meu encontro com tapa furos para ver se conseguimos tapar isso.

    Por mais duas vezes repetia a cena de meter água no radiador.

    Começo a entrar em Stª Maria da Feira e pensei.. naaaaaaaa... este gajo vai-se aguentar... vou pela A29, bem pensei mal fiz... (Nesta altura suava por todos os poros que tinha...)

    Apanho uma descida, embalo o carro e... desligo! Aí vai ele à "bolina", só que quando quero voltar a ligá-lo, simplesmente esqueci-me que o tinha desligado e quando começo a carregar no acelerador o carro nada... pensei:
    - F......... tudo, foi o carro cu c........... estou perdido... 1800€ + 250€ ao lixo! A mulher vai-me matar, encosto o carro, visto o colete e só pensava: que vergonha um KE20 parado, avariado, na berma da estrada, verifico o radiador - tinha um bocado de água e já não saía, pelo menos com tanta pressão, atesto de água, ligo ao meu pai e só tenho tempo de dizer:
    - Vim pela A29 e estou parado antes da saída para Ovar, diz ele com aquele tom de quando chegar à tua beira vais levar nas trombas:
    - Mas tu não disseste que vinhas pela estrada antiga. Onde estás?
    - Estou perto de ... (silêncio)!

    Isto não há-de ser nada, no meio da minha própria confusão de ideias, lembrei-me como burro sou... apercebi-me que não tinha ligado o carro... toca a verificar o radiador, dei a chave e BOTAAAAAAAA!!!! Fiz mais 15/20 min até chegar a Ovar e deixar o carro na garagem!

    7ª parte - o diagnóstico
    http://www.portalclassicos.com/toyota/16030-mais-1-dono-orgulhoso-1-ke20-9.html
    (Post 82)
    Logo no sábado seguinte vou ver o carro, bem radiador foi com os pitos, talvez dê para arranjar, toca a desmontar o radiador e levá-lo a Cantanhede.
    diagnóstico: Não dá.... tudo podre! Lixo!
    Mais 70€ que a mulher não sabe para onde foram!

    Já que desmontei o radiador, aguento mais uns dias e compro os tubos, quando vou a trocar os tubos mais diagnósticos: bocal da bomba de água podre, bocal da tampa do termóstato podre e sem termóstato e um outro bocal também podre! resultado mais 90 € que tive de esconder da mulher!

    Fiz uma limpeza ao circuito e esteve 1 min a sair água castanha. A partir desse dia nunca mais levou água, sempre liquido de refrigeração!

    8ª parte - final feliz
    Quando estava a fazer as ultimas montagens, à medida que ia montando as peças o meu velhote ia lavando-as com diluente, só que, sem quer, pousou o pano na tinta e o resultado foi este: http://www.portalclassicos.com/toyota/16030-mais-1-dono-orgulhoso-1-ke20-18.html
    (post 178) pintei com spary e ficou remendado.
    Depois de tudo montado, mais o filtro da gasolina e correia da ventoinha ficou impecável e nesse dia foi logo dar uma volta. http://www.portalclassicos.com/toyota/16030-mais-1-dono-orgulhoso-1-ke20-18.html
    (post 175)
    A partir deste dia não teve mais nenhum problema e a ultima troca foram os tubos dos travões!

    Já estou com "fome" porque não ando com ele desde Agosto!

    Foi a minha estoria até por o KE direitinho
     
  15. Isto dava outra história: O meu KE é conhecido, entre a malta, pelo "Azul cueca! O carro do Demónio"
    Para os mais chegados é só mesmo "O carro do demónio"!
     
  16. Quando me contaste isso até me passei!:D:D:D
     
  17. A História da compra do meu SAAB

    1 - A dificuldade em ver um carro
    Há dois anos vi um Saab 99 L de 1973 à venda no Standvirtual, local onde passo quase todas as semanas (todos os dias ?). Depois de uma ida a Espinho onde o carro estaria à venda, sem contactar previamente o vendedor, bati com o nariz na porta porque não havia ninguém no Stand. Contactei por telefone mas só podia vir daí a um bom par de horas. Acabei por decidir voltar passados uns dias.
    Alguns dias depois combinei com o vendedor estar à porta do Stand à tarde. Esperei mais de uma hora, já a decidir desistir, quando o vendedor apareceu finalmente. Mas o carro não estava no Stand mas numa casa particular. Depois de ver o carro, decidi comprá-lo.

    2 – A dificuldade em trazer o carro para casa
    No dia 1 de Outubro de 2008 apanhei o comboio para Espinho para poder trazer o carro para casa. No comboio viajava também um “doidinho” que passou o tempo a falar sozinho como se estivesse ao telemóvel (que não tinha). Ao chegar a Espinho o vendedor demorou a chegar à Estação de comboios, de tal forma que já me estava a ver a voltar para trás sem carro.
    O vendedor tinha mandado fazer a IPO mas conseguiram acabar com a gasolina do carro. Estava pois sem pegar por falta de gasolina. Colocada gasolina, a bomba de gasolina fez birra (provavelmente por sujidade) pelo que teve mesmo de ser desmontada. O carro já andava ... mas começou a engasgar-se todo. Acabou por se detectar o problema - era a bóia do Stromberg que ficou presa. Toca a andar e, para ver se estava tudo em ordem, pela autoestrada ... o carro mal chegava aos 100. Tinha ficado com a abertura do ar para o filtro semi-fechada. Novamente estava a ver que tinha de voltar de comboio para casa.
    Finalmente parecia estar em condições. Toca a vir para a Figueira da Foz, mantendo uma média de 110 - 120 porque a afinação ainda não é a melhor e o carro não andava normalmente há 3 -4 anos. Chegado a casa jantei a correr para ir trabalhar entre as 21 e as 17 horas do dia seguinte. Ainda tive tempo para colocar um tópico no Portal

    3 – A dificuldade em legalizar o carro
    No dia 3 de Outubro foi à Conservatória do Registo Automóvel para fazer a mudança de propriedade com a declaração de venda assinada pelo anterior proprietário (que não era o vendedor do Stand). Estava tudo bem menos o primeiro nome do anterior proprietário que não era João mas José, como tinha sido escrito pelo vendedor. Teve de ser cancelado o registo e pedi nova declaração de venda.
    Quase uma semana depois chegou a declaração de venda, toda por preencher excepto a assinatura do anterior proprietário. Preenchi toda a declaração e voltei ao Registo Automóvel, convencido que estava tudo bem.
    No dia seguinte recebi uma chamada do Registo Automóvel: a assinatura não era uma assinatura mas sim uma fotocópia duma assinatura !!! Felizmente os funcionários do Registo já me conheciam e sabiam da minha honestidade pois, caso contrário, poderia ser acusado de falsificação de documentos. Desta vez falei pela primeira vez com o anterior proprietário (que estava nomeado no livrete) que ficou completamente espantado pois tinha assinado uma declaração de venda. Combinamos encontrarmo-nos pessoalmente, o que veio a acontecer no fim-de-semana seguinte em S. João da Madeira, onde participei na primeira concentração com o SAAB ainda sem estar em meu nome. Entreguei-lhe a declaração falsificada, fez uma nova declaração e ficou de descobrir onde um seu empregado teria ficado com a declaração original.

    4 – Depois de tantas dificuldades …
    O SAAB nunca me desiludiu, sendo um dos clássicos mais fiável que tenho e que teve menores custos de aquisição e manutenção. Conto sempre com ele nos Ralis de Regularidade (500 Milhas, Automobília, Portal dos Clássicos, Fim-de-ano, …) onde já começa a ter algum palmarés.
     
  18. Vamos lá a participar sff B)
     
  19. Então foi assim, 1º dia que andei com o meu escort depois de restaurado, foi um dia do caneco em que tudo, ou quase tudo correu mal no trabalho.

    Começo o dia por levar o Escort à IPO, chumbou por ter folga no casquilho da caixa de direcção, como não havia casquilhos corto uma ponta dum tubo de água de borracha e meti lá, volto à IPO e regresso com uma folha verde.

    http://www.portalclassicos.com/members/rafael-s-marques-albums-escort-picture9142-dscn0014.html

    Começo a trabalhar na oficina mas o dia correu todo mal. Acaba o dia, são 19:30 e vou para casa mas a BM resolve não pegar, o motor de arranque deu um "ar de sua graça" e pifou, menos mal penso eu, é da maneira que vou de clássico para casa.

    Então agarro no Escort e arranco, ao fim de 800m, a sair duma rotunda começa a falhar, então encosto tento dar à chave repetidas vezes mas nada e eu sem ferramenta nenhuma.:wacko: Passa um amigo que me vai pôr à oficina para eu trazer o Reboque.

    Já chegado à oficina, descarrego o carro, dou à chave e logo pegou, repito várias vezes, dou uma acelaradelas e não falha, porreiro, vamos embora e arranco novamente. Chego à mesma rotunda e repete-se tudo novamente e volto a esquecer-me da ferramenta. Mais uma boleia e mais um passeio em cima do reboque, mas desta vez, tal já eram os nervos engato mal o gancho e com o carro quase em cima do reboque solta-se e fica preso no avental do carro deixando-o neste estado. Mesmo assim tive uma sorte do caraças.

    http://www.portalclassicos.com/members/rafael-s-marques-albums-escort-picture9144-dscn0016.html

    Novamente na oficina tiro a placa e o rotor e descubro a falha, o parafuso que fixa o fio ao platinado desapertado, uma coisa tão simples, penso eu... Volto a montar a placa e dou à chave, volto a dar, repito novamente e nada, o motor não pega...:wacko:

    Bem, já sem paciência e super cansado desisto e largo tudo.:(- Mas fui na mesma de clássico...:D

    http://www.portalclassicos.com/members/rafael-s-marques-albums-escort-picture9143-dscn0015.html

    Para acabar, no dia seguinte chego à oficina e ao aproximar-me do Escort vejo o rotor debaixo dele no chão:wacko:, tiro a placa e meto-o no sitio, dou à chave e pega logo.:D
     
  20. Então foi assim, 1º dia que andei com o meu escort depois de restaurado, foi um dia do caneco em que tudo, ou quase tudo correu mal no trabalho.

    Começo o dia por levar o Escort à IPO, chumbou por ter folga no casquilho da caixa de direcção, como não havia casquilhos corto uma ponta dum tubo de água de borracha e meti lá, volto à IPO e regresso com uma folha verde.

    [​IMG]

    Começo a trabalhar na oficina mas o dia correu todo mal. Acaba o dia, são 19:30 e vou para casa mas a BM resolve não pegar, o motor de arranque deu um "ar de sua graça" e pifou, menos mal penso eu, é da maneira que vou de clássico para casa.

    Então agarro no Escort e arranco, ao fim de 800m, a sair duma rotunda começa a falhar, então encosto tento dar à chave repetidas vezes mas nada e eu sem ferramenta nenhuma.:wacko: Passa um amigo que me vai pôr à oficina para eu trazer o Reboque.

    Já chegado à oficina, descarrego o carro, dou à chave e logo pegou, repito várias vezes, dou uma acelaradelas e não falha, porreiro, vamos embora e arranco novamente. Chego à mesma rotunda e repete-se tudo novamente e volto a esquecer-me da ferramenta. Mais uma boleia e mais um passeio em cima do reboque, mas desta vez, tal já eram os nervos engato mal o gancho e com o carro quase em cima do reboque solta-se e fica preso no avental do carro deixando-o neste estado. Mesmo assim tive uma sorte do caraças.

    [​IMG]

    Novamente na oficina tiro a placa e o rotor e descubro a falha, o parafuso que fixa o fio ao platinado desapertado, uma coisa tão simples, penso eu... Volto a montar a placa e dou à chave, volto a dar, repito novamente e nada, o motor não pega...:wacko:

    Bem, já sem paciência e super cansado desisto e largo tudo.:(- Mas fui na mesma de clássico, de Toyota...:D

    [​IMG]

    Para acabar, no dia seguinte chego à oficina e ao aproximar-me do Escort vejo o rotor debaixo dele no chão:wacko:, tiro a placa e meto-o no sitio, dou à chave e pega logo.:D
     
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