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Ismael Rodrigo

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WRC: Rali do Ártico com 250km de troços


A segunda prova do Campeonato Mundial de Ralis deu a conhecer o seu traçado, o qual apresenta 251km de percurso competitivo.

O Arctic Rally Finland Powered by CapitalBox é a prova de Inverno que substitui à ultima da hora o Rali da Suécia, e pelo menos neste não haverá falta de neve como tem acontecido na prova sueca.

Disputada na Lapónia, no norte da Finlândia, e com centro nevrálgico na cidade de Rovaniemi, o Rali do Ártico terá temperaturas que podem chegar aos 20 graus negativos.

Este rali será inevitavelmente parecido com o clássico Rali do Artico que se disputou em Janeiro. Há troços que são os mesmos, mudando apenas a quilometragem ou o sentido em que serão percorridos. O Rali do Ártico de Janeiro tinha 225km espalhados por dois dias.

A prova do mundial terá 62km na tarde do primeiro dia, 144km no segundo dia e 44km na manhã do derradeiro dia.

O Arctic Rally Finland Powered by CapitalBox disputa-se de 26 a 28 de Fevereiro.

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Notícia de: José António Marques
 
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WRC: Adrien Fourmaux é a aposta da M-Sport mas Andreas Mikkelsen está à espreita


A aposta da M-Sport em 2021 é exclusivamente em jovens pilotos, não por opção mas por força das circunstâncias em que a estrutura se encontra, mas Malcolm Wilson tem muitas esperanças em Adrien Fourmaux.

O jovem francês volta a representar a M-Sport no WRC2 e terá a sua oportunidade em meia dúzia de provas com o Ford Fiesta WRC. Quando Wilson falava ao Dirtfish.com sobre o que havia de novo e positivo na equipa referiu ter "de mencionar Adrien Fourmaux. Temos uma longa história - da qual me orgulho, de desenvolver jovens pilotos."

Wilson olhou para o passado "para François Duval, Markko Martin, Mikko Hirvonen e Jari-Matti Latvala e o resto. Adrien é o próximo. O que ele fez no WRC2 foi fantástico. Conduziu pleno de velocidade e maturidade. Estava sob grande pressão para trazer o carro até ao fim e fê-lo."

O entusiasmo de Wilson em Fourmaux justifica-se pelas fracas performances do outro jovem na equipa - Gus Greensmith. O britânico não tem impressionado e em Monte Carlo voltou a não o fazer.

Mas com um novo carro para desenvolver este ano a equipa deverá estar a contar com Teemu Suninen para as funções de testes, só que o finlandês não é um piloto com muita experiência.

E é a pensar nisso que Andreas Mikkelsen olha para a M-Sport com esperança. O norueguês está desempregado e chegou a ter contactos com a estrutura britânica para 2021, mas sem sucesso.

Numa entrevista ao Dirtfish.comrealçou a forma como a M-Sport costuma saber aproveitar muito bem os novos regulamentos e lançar carros que são bons de imediato e depois "os outros construtores com budgets maiores apanham-nos um pouco depois."

Para Mikkelsen "a M-Sport é mesmo um bom lugar para estar em 2022.", recordando o seu trabalho no passado com a Volkswagen, Citroen e Hyundai.

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Notícia de: José António Marques
 
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WRC: Rali da Sardenha com mudanças


O Rali da Sardenha, a sexta prova do Campeonato Mundial de Ralis a disputar no início de Junho, irá apresentar um novo centro nevrálgico e algumas alterações no percurso.

A cidade de Olbia, no nordeste, volta a receber o centro nevrálgico do evento, substituindo Alghero no outro lado da ilha.

Trata-se de um regresso às origens já que esta cidade de 50.000 habitantes era o centro da prova desde a sua primeira edição até 2013. A cidade foi substituída na altura por Alghero devido às poucas condições na zona onde ficava o parque de assistência.

No entanto a modernização da área junto ao museu arqueológico de Molo Brin já ultrapassou essa situação. Segundo o Dirtfish.comeste poderá ser o início de um sistema de rotatividade entre as duas cidades.

A cerimónia de partida será em Alghero na 5ª feira à noite, sendo de lá a partida para a 1ª etapa que terá 128km semelhante ao ano passado, tal como a 2ª etapa com os seus 132km.

A ultima etapa é que a apresentará mais alterações no percurso pela necessidade da proximidade a Olbia. Isto implica que a Power Stage de Sassari-Argentiera com o seu espectacular traçado junto à praia de Porto Palmas não será disputada.

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Notícia de: José António Marques
 

Tiago Baptista

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WRC: Rali Safari deverá estar fora e é um autarca europeu que o diz


O Rali Safari no Quénia, marcado para finais de Junho deverá estar fora, e forma de o saber foi um pouco fora do comum.

Segundo os espanhois do RevistaScratch.com, citando o DH Sport, durante uma sessão do Conselho Municipal da cidade belga de Stavelot, município onde se situa o circuito de Spa-Francorchamps que receberá o Ypres Rally, o burgomestre do município descaiu-se em algumas informações que seriam confidenciais.

Thierry de Bournonville falava dos planos de actividades da cidade para o verão e confidenciou a toda a gente que estava em cima da mesa a possibilidade do Rally de Ypres não se disputar de 13 a 15 de Agosto conforme definido este mês.

"Tenho bons contactos com a organização que não posso revelar, mas é muito possível que a data de 15 de Agosto volte a mudar. O calendário irá evoluindo," revelou Bournonville.

Talvez ainda pouco satisfeito com a informação sensível que tinha acabado de revelar, voltou à carga: "E o Rali do Quénia não se vai realizar. Isso posso vos assegurar."

Recorde-se que em 2020 o Safari foi cancelado já quase fora de tempo por causa da pandemia. Os países africanos têm sistemas de saúde débeis ou inexistentes e já em 2020 esse era um motivo de preocupação das equipas.

Ver anexo 1199786


Notícia de: José António Marques

Que pena a prova africana não se realizar mais uma vez. Estava desejo para ver o regresso dos WRC ao continente africano e ao mítico Safari, qual a preparação que iriam ter para enfrentar a dureza da prova e como seria o aspecto estéctico de cada modelo.

WRC: Fiesta da M-Sport poderia ganhar ralis


A temporada de 2021 da M-Sport é pura sobrevivência. Não há dinheiro para pagar a pilotos nem para grandes desenvolvimentos, e mesmo a participação nas provas é em serviços mínimos.

Contudo, apesar do Fiesta WRC ser um carro que desde 2019 pouco tem evoluído, o que Teemu Suninen mostrou em Monte Carlo antes de bater foi que esse carro pode ainda ser ganhador.

Malcolm Wilson acredita nisso mesmo e confidenciou-o num artigo publicado pelo Dirtfish.com. Em reposta ao que se vai lendo na redes sociais Wilson questionou se "esta gente sabe que me magoa sabendo eu do que esta equipa e este carro são capazes? Não ganhar quando se tem uma equipa e carro vencedores é horrendo. Mas é neste ponto onde estamos agora."

Assumindo que gostava de poder ter na equipa um piloto como Sebastien Ogier, Ott Tanak ou Elfyn Evans, "acreditem que se pudesse teria" e com confiança assume que se não errassem "o resultado seria o mesmo de 2017, ganharíamos tudo."

No entanto no actual estado de coisas "temos prioridades diferentes. Tudo o que estamos a fazer é trabalhar para manter a empresa a funcionar."

Contudo ao longo do ano haverá novidades. "Não nos esqueçamos que ainda temos muitos desenvolvimentos ao longo do ano, ainda teremos um novo motor, por exemplo."

Os esforços vão todos para a temporada de 2022 onde Wilson quer estar ao nível a que esteve em 2017 "com o carro mais rápido e o piloto mais rápido."

E Wilson referiu se estar no topo em 2022 "significar sacrificar esta temporada, então é o que faremos."

E deu ainda outro exemplo da forma como a crise da Covid e do Brexit que considera "a tempestade perfeita" abala a equipa e limitou a contratação de um piloto rápido. "Temos 100 pessoas que estão redundantes e estão a perguntar porque não gastamos milhões de libras a contratar um piloto? É simples, ao não o fazer podemos manter outras 100 pessoas e evitar que passem a redundantes."

Ver anexo 1200485

Notícia de: José António Marques

É obvio que o Fiesta é um carro competitivo e que poderá trazer vitórias para a estrutura do Malcolm Wilson. O problema é a brutal falta de investimento feita pela Ford. Agora que deixaram os devaneios do Ken Block de lado, seria a altura ideal para apostar as fichas no WRC. Tentar fazer o melhor possível este ano e juntar esforços no desenvolvimento do novo carro para 2022 permitindo que, dessa forma, estivessem um passo à frente da concorrência. Para o ano, contratavam um piloto de qualidade (o Mikkelsen já se ofereceu mas, pergunto eu, que piloto iremos encontrar quando estiver ao volante do novo carro?), tinham uma boa segunda linha, que pode ser o Greensmith ou o Formaux, planeavam bem a época para, se fosse possível ter um terceiro carro e se tudo corresse bem, corriam o risco de repetir os bons resultados de 2017/18.
 
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WRC: Hyundai ainda não sabe se continua em 2022


A M-Sport e a Toyota estão a trabalhar a toda a capacidade nos novos Rally1 híbridos para 2022, mas a Hyundai não!

Andrea Adamo revelou ao Dirtfish.com que "basicamente ainda não começamos porque se eu não tiver o orçamento e a autorização para isso, não o posso fazer."

Ao seu melhor estilo, o líder transalpino disse que "aqui não está escrito 'Adamo Motorsport'. Por isso, como eu gosto muitas vezes de dizer, a gestão da Hyundai ainda não está convencida, por isso estou a aguardar pela luz verde," o que não são de todo boas notícias.

"Quando tiver autorização para isso, começarei a fazê-lo. Estou feliz pelo Malcom e pela Toyota que estão mais avançados, desejo-lhes o melhor," adiantou.

Adamo tem consciência que já está atrasado, e não sabe mesmo se haverá Hyundai no WRC em 2022. "Não faço ideia de qual a percentagem de estarmos presentes em 2022 ou não."

Depois das notícias de Novembro darem conta que os três construtores tinham aceite o regulamento de 2022, mas sem confirmação oficial, Jarmo Mahonen, o ex-Director de Ralis da FIA, revelou que o acordo tinha sido apenas verbal. E a razão está à vista, a Hyundai, que queria o adiamento do novo regulamento para 2023, não assinou o compromisso, o que aumenta o risco de termos um WRC em 2022 com apenas duas equipas.

Nas instalações em Alzenau há dois kits híbridos produzidos pela Compact Dynamics, fiz o que podia para ajudar a FIA; compramos dois kits porque a FIA pediu para comprar dois kits para as coisas acontecerem. Estou contente porque ajudei-os com o dinheiro que tinha, mas não posso fazer mais que isso,"concluiu Adamo.

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Notícia de: José António Marques
 
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WRC: Oliver Solberg de Hyundai i20 WRC no Ártico


Oliver Solberg irá estrear-se ao volante de um World Rally Car no Rali do Ártico da disputar no final do mês.

O norueguês de 19 anos que defende a cores da Hyundai no WRC2 irá tripular o i20 WRC assistido pela 2C Competition que já foi usado por Pierre Louis Loubet e Ole-Christian Veiby.

Solberg que tem sido navegado por Aaron Johnston irá em breve ter o primeiro teste com o carro na região da Lapónia onde se disputa a prova.

Em declarações ao site Dirtfish.comSolberg revelou que provavelmente "o maior desafio será descobrir como usar toda a aderência que vem da aerodinâmica do carro."

Recorde-se que carros de elevada performance não são novidade para Solberg, pois já correu em Rallycross com um Citrien DS3 Super car com cerca de 600cv de potência.

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Notícia de: José António Marques
 
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WRC: Esapekka Lappi regressa no Artico de R5


Esapekka Lappi irá estar à partida do Rali do Artico no final do mês, num regresso ao Campeonato Mundial de Ralis que deverá ser esporádico.

Segundo a imprensa finlandesa, o piloto de 30 anos irá alinhar num VW Polo GTi R5 da Movistar, a equipa por onde corre o russo Nikolay Gryazin no WRC2.

Lappi ficou sem lugar em 2021 após sair da M-Sport e já assumiu que 2021 será um ano de paragem para ele.​

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Notícia de: José António Marques
 
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WRC: Regresso de Esapekka Lappi é a pensar no futuro

Sem emprego do Campeonato Mundial de Ralis em 2021, a participação de Esapekka Lappi no Rali do Artico no final deste mês não é apenas para se divertir.

O finlandês assume que "seria bom fazer mais ralis este ano, mas não há nada definido, não tenho planos reais."

Em declarações ao site Rallit.fi assumiu "haver ideias, mas primeiro vamos fazer este rali e ver como corre. Não é suposto que este trabalho fique completo com apenas uma prova, é meu objectivo disputar mais ralis."

E na verdade o que o ex-campeão europeu de ralis quer é regressar a uma equipa de fábrica. "Não excluo o regresso de alguma forma. É claro que existe a possibilidade de acontecer no próximo ano, mas um ano sem correr não me faria bem."

No entanto, realisticamente assume esse regresso como "algo mais improvável do que provável." Mostra-se aberto a toda as oportunidades que surgirem de fazer ralis. "Se alguém em ligar e disser que tem um carro para correr, eu não posso dizer 'não' nesta altura."

Depois as passagens pela Toyota e M-Sport, Lappi está desempregado e assumiu que não fazia sentido pagar para se manter no WRC.

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Notícia de : José António Marques
 
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WRC: A carreira de Sebastien Ogier começou com um investimento de 20 Euros

Todos conhecem a carreira de sucesso de Sebastien Ogier que faz dele um dos melhores pilotos de ralis de sempre, mas poucos saberão que a decisão de investir 20 Euros foi o ponto de partida nos Rallye Jeunnes da federação francesa.

"Sinto-me orgulhoso de dizer que investi 20 Euros neste concurso que me trouxe até quem eu sou hoje, por isso foi o melhor investimento de sempre," explicou o campeão do mundo numa entrevista publicada no wrc.com.

Ogier nasceu e cresceu nos arredores da cidade de Gap, por isso cedo começou a seguir o Rali de Monte Carlo, mas seguiu também corridas de Autocross onde um tio seu corria. "Tinha 3 meses quando estive pela primeira vez numa prova, num berço" confidenciou.

O gosto pelo desporto automóvel, pelos ralis em especial, proporcionou-lhe o desejo natural de correr. "Como jovem os ralis pareciam inacessíveis por serem caros, por isso o primeiro sonho era competir em Rallycros."

Mas tudo mudou em 2005 quando concorreu ao Rallye Jeunes da FFSA e ganhou. O prémio era a presença na Peugeot 206 Cup no ano seguinte, onde brilhou logo na estreia ao garantir o prémio de estreante do ano e conseguiu ainda um pódio. Em 2007 venceu o troféu e fez de carro 0 na Volta à Córsega.

Tudo isto o levou ao JWRC com apoio da FFSA e da Citroen, garantindo o título mundial de junior no ano de estreia. E a partir daqui tudo é sobejamente conhecido.

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Notícia de: José António Marques
 
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WRC: Markku Alen vai testar o novo Rally1 da M-Sport como prenda do 70º aniversário

Markku Alen celebrou na passada 2ª feira o seu 70º aniversário, pediu uma prenda de aniversário e as marcas do mundial de ralis ofereceram-se para isso.

Numa entrevista na 2ª feira ao jornal finlandês Ilta-Sanomat o piloto que é o "campeão sem título" revelou que desejar "Primeiro que tudo saúde. É importante não é?". Assumiu que festejaria o aniversário apenas em família e revelou que as suas frequentes visitas a Itália foram interrompidas há um ano.

Mas depois revelou que tinha um desejo que era de conduzir um dos actuais World Rally Cars, e disse mesmo acreditar que isso se concretizasse dadas as suas boas relações com Jari-Matti Latvala e Andre Adamo. "Já lancei as redes à água, Andrea (Adamo) é meu amigo e já falamos sobre isso."

Quando David Evans do Dirtfish.com soube disto, questionou no próprio dia os responsáveis de cada uma das marcas do mundial, e todas responderam positivamente. E até a Pirelli, marca pela qual Alen correu anos a fio, se apressou a juntar-se à festa.

O piloto finlandês revelou ao Dirtfish que "são notícias incríveis. Hey, isto é a melhor notícia para ter um bom aniversário. Obrigado!

Markku Alen conhece os WRC dos ultimos anos, porque chegou a fazer acções promocionais para a Volkswagen com a primeira geração do Polo WRC. No entanto os actuais WRC são ainda mais exóticos.

"Sempre quis conduzir um destes carros. Não importa qual, podemos discutir isso, mas obrigado a todos pelas ofertas. Os carros actuais são belos. São fantásticos de ver, rápidos e incríveis. Tal como o Grupo B, mas são noite e dia quando comparados com os daquela época."

Apesar da Toyota, M-Sport e Hyundai se terem disponibilizado para proporcionar a experiência a Alen, a estrutura de Malcom Wilson bateu-os aos pontos quando o próprio Wilson lançou o desafio: "Digam ao homem que nós tornamos o sonho realidade. Digam-lhe que pode vir a Greystoke conduzir o carro actual e o novo carro de 2022!"

Sem duvida que será interessante de ver um veterano que passou pelos Grupo 4, Grupo B, Grupo A, chegar a conduzir um Rally1 híbrido mesmo antes deles competirem.

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Notícia de: José António Marques
 
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WRC: Jari Huttunen com a Hyundai no WRC2 e de olho no World Rally Car

A Hyundai Motorsport irá contar com um terceiro piloto na sua lista de candidatos ao título do WRC2 ao assinar contrato com Jari Huttunen.

O finlandês de 26 anos já tinha ligações à marca através do Hyundai Motorsport Customer Racing, tendo-se sagrado campeão do WRC3 em 2020 e também campeão polaco com o Hyundia i20 R5. Agora deu-se o passo seguinte ao juntar-se a Oliver Solberg e Ole-Christian Veiby no WRC2. O seu primeiro rali será o Ártico daqui a pouco mais de uma semana.

Andrea Adamo explicou que "vencer o WRC3 e o campeonato polaco do ano passado mostrou uma soberba performance em todo os tipos de pisos, neve terra e asfalto, e não há razão para que esta forma não continue este ano. Procuramos em conjunto nos últimos meses uma forma de trabalhar com ele, e premiá-lo pelas suas excelentes performances, por isso confirmar o Jari no grupo de pilotos da Hyundai Motorsport para o WRC2 é excelente."

Jari Huttunen assumiu que trabalhar com a Kowax 2BRally Teame com o seu navegador Mikko Lukka resultou muito bem em 2020, por isso "temos tudo para mostrar a mesma performance que nos permitiu ganhar o título do WRC3." Mas esta maior ligação à Hyundai permite-lhe traçar como objectivo "conduzir o World Rally Car numa prova do mundial, tal como Oliver (Solberg) no Artico."

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Notícia de: José António Marques
 
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WRC: Croácia quer publico na sua estreia no mundial

A Croácia quer que a sua estreia no Campeonato Mundial de Ralis seja um momento para os croatas ver ralis ao vivo, e nesse sentido estão a trabalhar para que o rali possa ter espectadores.

Marcado para o final de Abril, o rali croata acontecerá em plena pandemia e em tempo de restrições na Europa por. No entanto os organizadores querem publico nos troços.

Em declarações à empresa local citado pelo site rallye-sport.fr, Daniel Saskin - Presidente da Comissão Organizadora - revelou que "o traçado foi cuidadosamente escolhido para evitar multidões, mas ao mesmo tempo permitir que o publico participe e usufrua da competição. Temos esperança que a situação epidemiológica o permita. Além disto, esta prova no mundial é uma grande oportunidade de mostrar ao mundo os lugares mais bonitos do nosso país."

A Croácia tem em curso um confinamento que foi decretado em Novembro, quando o país com 4 milhões de habitante registava valores torno das 4 mil novas infecções diárias. Nas ultimas semanas os valores desceram e andam em torno das 200 a 400 novas infecções diárias.

Caso esteja aberto a espectadores, a Croácia será o primeiro rali do mundial com público desde o Rali da Estónia disputado no início de Setembro de 2020. O Rali do Ártico no final deste mês será também sem espectadores.

O Rali da Croácia disputa-se de 22 a 25 de Abril e será a terceira prova do mundial deste ano.

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Notícia de: José António Marques
 
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WRC: Rali da Alemanha em dificuldades pode mudar de localização

O Rali da Alemanha deste ano não integra o Campeonato Mundial de Ralis, regressa ao calendário em 2022 pelo sistema de rotatividade, mas a sua concretização este ano está complicada e é quase certa a mudança de localização.

Segundo o site rallye-magazin.de, o ADAC já assumiu que não tem possibilidade de realizar a prova no estado de Sarre como aconteceu nos ultimos anos.

Norbert Heinz, o responsável do ADAC no pequeno estado com um milhão de habitantes revelou não ser possível realizar a prova "com o orçamento que tínhamos nos últimos 3 anos."

O orçamento vinham maioritariamente da sede do ADAC, mas um incremento orçamental está fora de questão pois o clube alemão teve de despedir gente nos últimos 12 meses. A pandemia fez disparar os custos e fontes citadas pelo site alemão falam na necessidade de duplicar o orçamento de 2 milhões de Euros dos anos anteriores.

A opção nesta altura passa por sair dos já bem conhecidos troços perto da fronteira francesa, mudando-se para outra região que rumores apontam como sendo a Bavaria.

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Notícia de: José António Marques
 
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WRC: Malcolm Wilson atento aos pilotos para 2022

Malcolm Wilson está atento ao mercado de pilotos para a próxima temporada, prevendo ter condições para contratar um ou dois nomes sonantes para a equipa M-Sport Ford.

O responsável da equipa de ralis - Richard Millener - reconheceu em entrevista à Motorsport News que a Ford Motor Company está a apoiar significativamente o desenvolvimento do carro de 2022, e isso abre boas perspectivas.

Numa temporada de verdadeira sobrevivência como está a ser 2021, o próximo ano apresenta-se risonho e Wilson olha com muito optimismo para a próxima temporada.

"Seria como um sonho poder recriar uma equipa similar à que tivemos em 2017. Sebastien Ogier, Ott Tanak e Elfyn Evans seria uma combinação imbatível. Contudo isso não acontecerá já que Sebastien Ogier deverá terminar a carreira este ano," revelou Wilson em entrevista ao MasMotor Chile.

Apesar dessa impossibilidade, "o meu objectivo é integrar Ott, Elfyn ou Thierry na equipa. Estamos também a seguir atentamente Andreas Mikkelsen no WRC2. Estamos a tentar conseguir o grupo de pilotos o mais sólido possível."

Com este optimismo, que resulta dos meios que a equipa terá à disposição e que serão melhores do que em 2020 e 2021, é de crer que a M-Sport Ford lute pelos títulos de 2021. O novo carro com tecnologia híbrida está a semanas de fazer os seus primeiros quilómetros, e a equipa britânica costuma ser eficiente quando se trata de competir no primeiro ano de um novo regulamento técnico.

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WRC: Rali Safari com apenas 320km de troços

Os organizadores quenianos revelaram o Rally Guide para o Rali Safari que marca o regresso ao WRC depois de quase duas décadas de ausência.

Sem surpresa, a prova africana pouco terá a ver com o seu passado, pelo menos em termos de extensão. Serão 320km de troços cronometrados num formato formato similar aos outros ralis do campeonato, com repetição de passagens no próprio dia. Para se ter uma ideia, a última edição no WRC em 2002 teve 1000km troços cronometrados.

O parque de assistência ficará situado no centro de treino do Kenya Wildlife Service na cidade de Naivasha a 90 km de Nairobi. Os troços desenrolar-se-ão em torno dos 139 qiulómetros quadrados do lago Naivasha.

A partida do rali será no centro de convenções Kenyatta international em Nairobi, tal como aconteceu em muitas das edições anteriores da prova. O aperitivo será uma super-especial de quase 5km nas imediações do complexo desportivo Kasarani.

Para a etapa de 6ª feira estão destinados 130km competitivos, onde se inclui os 32,6km de Kedong, o troço mais longo e um dos que foi usado nas ultimas edições Safari do mundial.

No Sábado serão quase 130km que inclui a passagem por Soysambu, um dos troços clássicos do Safari. Os 31km de Sleeping Warrior serão um desafio pela sua rapidez num piso de rocha de lava, isto para pneus em fim de secção.

A derradeira etapa serão uns curtos 45km com o final da PowerStage a ter lugar na Ficher’s Tower em pleno parque nacional Hells Gate, num cenário tipicamente africano.

Curiosamente este fim de semana arranca o campeonato queniano com o KCB Nakuru Rally, o qual usa os troços que integram a 2ª etapa da prova do mundial.

O rali Safari disputa-se de 24 a 27 de Junho, sendo a sexta prova do mundial de 2021.

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Notícia de: José António Marques
 

Tiago Baptista

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WRC: Rali Safari com apenas 320km de troços

Os organizadores quenianos revelaram o Rally Guide para o Rali Safari que marca o regresso ao WRC depois de quase duas décadas de ausência.

Sem surpresa, a prova africana pouco terá a ver com o seu passado, pelo menos em termos de extensão. Serão 320km de troços cronometrados num formato formato similar aos outros ralis do campeonato, com repetição de passagens no próprio dia. Para se ter uma ideia, a última edição no WRC em 2002 teve 1000km troços cronometrados.

O parque de assistência ficará situado no centro de treino do Kenya Wildlife Service na cidade de Naivasha a 90 km de Nairobi. Os troços desenrolar-se-ão em torno dos 139 qiulómetros quadrados do lago Naivasha.

A partida do rali será no centro de convenções Kenyatta international em Nairobi, tal como aconteceu em muitas das edições anteriores da prova. O aperitivo será uma super-especial de quase 5km nas imediações do complexo desportivo Kasarani.

Para a etapa de 6ª feira estão destinados 130km competitivos, onde se inclui os 32,6km de Kedong, o troço mais longo e um dos que foi usado nas ultimas edições Safari do mundial.

No Sábado serão quase 130km que inclui a passagem por Soysambu, um dos troços clássicos do Safari. Os 31km de Sleeping Warrior serão um desafio pela sua rapidez num piso de rocha de lava, isto para pneus em fim de secção.

A derradeira etapa serão uns curtos 45km com o final da PowerStage a ter lugar na Ficher’s Tower em pleno parque nacional Hells Gate, num cenário tipicamente africano.

Curiosamente este fim de semana arranca o campeonato queniano com o KCB Nakuru Rally, o qual usa os troços que integram a 2ª etapa da prova do mundial.

O rali Safari disputa-se de 24 a 27 de Junho, sendo a sexta prova do mundial de 2021.

Ver anexo 1203072

Notícia de: José António Marques

Qualquer comentário que dissesse seria demais. Por isso deixo aqui aquilo que me vai na alma sobre o Safari.

"Quem te viu e quem te vê, Rali Safari. 1977, 5949 km, 1975, 5927 km, 1980, 5441 km, 1973, 5300 km, o tempo passou, e em 1994, 2393 km.

A última prova realizada no WRC, em 2002, teve 12 troços, o mais pequeno, CS1 Ngema, com 73.63 km. O mais extenso, CS7 Kedong, 106.59 km.

O mais lento, teve 98.69 km/h de média (CS11 Il Damat 2), o mais rápido, 134.22 km/h (CS12 Seyabei 2). No total, 1010.80 km competitivos.

Este ano, o Rali safari está previsto com 18 troços e 320 km competitivos. Os tempos são outros, sabemos, mas é uma pena…"


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WRC: Andrea Adamo assume que vitória é o objectivo da Hyundai no Artico

O Rali do Artico será um desafio para as três equipas do mundial, mas para a Hyundai Motorsport as coisas assumem proporções mais dramáticas com a necessidade de um resultado de relevo.

Como objectivo de lutar pelos títulos, a equipa sediada em Alzenau na Alemanha teve um Rali de Monte Carlo quase para esquecer, só o 3º lugar de Thierry Neuville salvou a presença na primeira prova do campeonato.

Andrea Adamo está consciente do peso que cai na equipa, se quiser a continuar a poder desafiar a Toyota. "Não é segredo que a nossa temporada não correu como planeamos em Monte Carlo. O Artic Rally Finland dá-nos a oportunidade de rectificar isto. Os nossos três pilotos já terminaram no pódio em provas de inverno anteriores, por isso sabemos que são capazes de ter grande velocidade em condições difíceis. É um rali novo e aliciante, mas não há tempo para descansar nos louros."

O responsável transalpino mostra-se ambicioso e assume que "teremos de estar no topo nos três dias, nada abaixo da vitória será um bom resultado."

Thierry Neuville foi o melhor em Monte Carlo, mas o belga não posiciona as suas expectativas na vitória. Quer continuar a adaptação ao navegador Martijn Wydaeghe além de "aproveitar o momento e o nosso anseio passa por entregar outro resultado sólido à equipa."

Ott Tanak também não entra em objectivos de resultado concreto. Saindo de Monte Carlo em branco, o estónio espera "começar o nosso campeonato como um arranque adequado depois da desilusão de Monte Carlo, apostando num resultado mais representativo para nós e para a equipa."

Craig Breen faz no Artico o seu primeiro rali de 2021, assumindo ser importante começar a temporada "da maneira correcta," mas vais avisando que "iremos precisar de um bocado para entrarmos no ritmo."

A Hyundai soma 30 pontos no mundial de construtores contra os 52 da rival Toyota. Isto acontece numa altura em que em Seul o Board dá marca ainda não deu luz verde à continuidade da equipa em 2022.

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Notícia de: José António Marques
 
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WRC: Kalle Rovanpera reconhece pressão extra para o Rali do Ártico

Fenómeno de popularidade pela forma precoce e bem sucedida como deu os seus passos no automobilismo, Kalle Rovanpera sente que a presença no rali do Artico traz pressão extra, muita pressão.

O jovem finlandês, navegado por Jonne Haltunnen, nunca desiludiu desde que se sentou ao volante do Toyota Yaris WRC, tendo sempre prestações sólidas e positivas. A correr na sua terra e num rali que já disputou, é natural que se questione se virá aí a primeira vitória de Rovanpera, ou pelo menos o primeiro rali em que lutará pelo triunfo.

"É giro voltar a competir na Lapónia. Fiz este rali uma vez, em 2020 quando conduzi pela primeira vez o Toyota Yaris WRC. Certamente esta experiência pesará um pouco. Mas há troços novos onde nunca passei ou troços disputados em sentido oposto, por isso não acho que ter corrido cá seja uma grande vantagem," começou logo por referir.

Depois chama a atenção para outro pormenor: "Nos nossos testes o nosso maior desafio foi encontrar o set-up correcto para os novos pneus, já que o estilo de pneu é diferente do que tínhamos."

Apesar de tudo reconhece "para mim há um pouco mais de pressão que o normal, mas diria que é mais entusiasmo do que pressão." E essa pressão vem "especialmente dos finlandeses, já que toda a gente me seguirá mais do que nos outros ralis."

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Notícia de: José António Marques
 

Tiago Baptista

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Vejo o Rali do Ártico a pender mais para o lado de pilotos como o Kalle Rovanperä ou o Ott Tänak. Pelas caraterísticas do terreno e destes pilotos, julgo que esta prova, que será nova para todos, se adequará a eles. Mas bonito seria um outsider repetir a gracinha conquistada pelo Evans no Rali de Suécia do ano passado.
 
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Ismael Rodrigo

Ismael Rodrigo

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WRC: Adrien Fourmaux recebe apoio da Red Bull e estreia-se com o Fiesta WRC na Croácia

Adrien Fourmaux viu esta 3ª feira boas notícias em torno da sua carreira, que lhe permitem olhar com brilho para o futuro.

O piloto francês viu ser anunciada a sua ligação à Red Bull, cujos logotipos passarão a ser o principal patrocinador do Ford Fiesta Rally2 que utiliza no WRC2.

Mas ao mesmo tempo ver ser anunciado que a sua participação no Rali da Croácia será ao volante de um Ford Fiesta WRC da M-Sport Ford.

Quando o seu programa de 2021 com a M-Sport foi anunciado, estava definido que teria alguns ralis ao volante de um WRC. E aí está, a Croácia a disputar em Abril será o primeiro.

Ontem mesmo, Fourmaux e Renaud Jamoul testaram o Ford Fiesta WRC no Monday Test do Rali do Artico.

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Notícia de: José António Marques
 
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