Revista Motor Clássico

Tiago Baptista

Portalista
Portalista
É caso para perguntar: ainda existe?
Julgava que esta segunda vida da revista tinha sido efémera, a julgar pela ausência de quase um ano entre o último número e o que irá para as bancas esta semana.

#5 - Março / Abril

Motor Clássico #5.jpg
 

Rafael Isento

Portalista
Membro do staff
Portalista
Mais valia uma tiragem trimestral mas com conteúdo de qualidade do que tentarem ser mais assíduos com artigos da treta.
Não me chocava dar em 8 a 10€ de 3 em 3 meses mas ter bom conteúdo.
Infelizmente em Portugal o conteúdo é "fraquito", prefiro comprar algumas edições estrangeiras.
Uma que gostava e nunca mais vi à venda é a AutoVintage. Sei que ainda não acabou mas nunca mais a encontrei.
 

José Olazabal

Viciado em Clássicos
Premium
Portalista
Por acaso acabei de comprar esta edição, também julgava que estava extinta esta revista... Para quem adora Citroëns como eu (embora me tenha "apaixonado" por um italiano...) é sempre um prazer revisitar a marca :)
 

Samuel

Veterano
Isto é uma tradução da irmã espanhola.

Não será, pelo menos, completamente. Esta edição, por exemplo, inclui uma quantidade substancial de informação acerca da Citroen em Portugal que certamente não existirá na versão espanhola. Tem também vários outros artigos sobre a história do automóvel em Portugal e também sobre eventos.
Eu fui bastante crítico acerca de um detalhe nesta edição mas em termos de conteúdo até fiquei bastante agradavelmente surpreendido.
 
OP
OP
Tiago Baptista

Tiago Baptista

Portalista
Portalista
Não será, pelo menos, completamente. Esta edição, por exemplo, inclui uma quantidade substancial de informação acerca da Citroen em Portugal que certamente não existirá na versão espanhola. Tem também vários outros artigos sobre a história do automóvel em Portugal e também sobre eventos.
Eu fui bastante crítico acerca de um detalhe nesta edição mas em termos de conteúdo até fiquei bastante agradavelmente surpreendido.

Eu li os comentários que fizeste sobre confusão provocada pelo titulo do Citroen DS. E calculei logo que a mesma pessoa que fazia essa critica fosse a mesma que representa o Portal. Adorei a tua explicação porque permitiu enriquecer o meu conhecimento e, dessa forma, ter a sabedoria necessária para conseguir distinguir as série do ID/DS. Acredito, também, e espero, que os responsáveis da revista tenham aprendido alguma coisa com toda esta situação para evitar, dessa forma, ter de passar por situações confrangedoras como esta.

Já agora, o que achaste da justificação deles ao teu primeiro comentário? E como deveria ser a capa mais coerente no que diz respeito ao modelo visado? DSuper5 ?
 
Última edição:

Samuel

Veterano
Eu li os comentários que fizeste sobre confusão provocada pelo titulo do Citroen DS. E calculei logo que a mesma pessoa que fazia essa critica fosse a mesma que representa o Portal. Adorei a tua explicação porque permitiu enriquecer o meu conhecimento e, dessa forma, ter a sabedoria necessária para conseguir distinguir as série do ID/DS. Acredito, também, e espero, que os responsáveis da revista tenham aprendido alguma coisa com toda esta situação para evitar, dessa forma, ter de passar por situações confrangedoras como esta.

Já agora, o que achaste da justificação deles ao teu primeiro comentário? E como deveria ser a capa mais coerente no que diz respeito ao modelo visado? DSuper5 ?

Achei que eles tentaram justificar com base nas informações que tinham. Mas creio que foram influenciados com quem lhes passou a informação e que quer fazer passar a ideia (não é nova para mim) de que as trapalhadas da montagem de Mangualde justificam a designação de Pallas. Já noutra situação pedi, a quem defende essa ideia, informações concretas sobre em que ela se baseava e a resposta foi “se saiu de fábrica com algumas especificações Pallas então para mim é um Pallas” ainda que contrarie toda a lógica da, tão badalada atualmente, ‘heritage’. Se acham que o carro vai valer mais 5000€ por causa disso, que sejam muito felizes - é porque estão mais preocupados com a venda do que com o usufruto.
Mas sim, Em todas referências que conheço, aquele será um Citroën DSuper 5.
 
OP
OP
Tiago Baptista

Tiago Baptista

Portalista
Portalista
Achei que eles tentaram justificar com base nas informações que tinham. Mas creio que foram influenciados com quem lhes passou a informação e que quer fazer passar a ideia (não é nova para mim) de que as trapalhadas da montagem de Mangualde justificam a designação de Pallas. Já noutra situação pedi, a quem defende essa ideia, informações concretas sobre em que ela se baseava e a resposta foi “se saiu de fábrica com algumas especificações Pallas então para mim é um Pallas” ainda que contrarie toda a lógica da, tão badalada atualmente, ‘heritage’. Se acham que o carro vai valer mais 5000€ por causa disso, que sejam muito felizes - é porque estão mais preocupados com a venda do que com o usufruto.
Mas sim, Em todas referências que conheço, aquele será um Citroën DSuper 5.

Fico muito agradecido pelo esclarecimento @Samuel. :thumbs up:

Nota 1: Eu ainda gostava de compreender melhor essa história dos modelos fabricados em Mangualde. Por muito confusas que tenham sido as montagens ( e já não é a primeira vez que vejo situação idêntica noutros modelos), certamente os responsáveis da altura, da fábrica portuguesa, guardavam os registos no arquivo. É quase certo que essa informação não estará informatizada mas também não se esfumou sem deixar rasto. Estará em algum lado. Servirá não só para dissipar dúvidas como para analisar e estudar todo histórico da empresa. E quem diz a Citroen, diz a Autoeuropa ou a antiga Opel na Azambuja. Não faz sentido prevalecer o arquivo da casa-mãe, neste caso, em França e os restantes pontos de montagem não terem um historial próprio.

Nota 2: Também comprei a revista mas ainda só li pequenos excertos dos artigos publicados.
 
Última edição:
A sério!? Lembraram-se do R16, cinco anos depois de ser motivo para comemorar a ocasião?
Arrisco-me a dizer que se trata uma edição só para “encher chouriços”, apesar de ser sempre interessante ver a marca do losango com algum destaque numa revista, para variar...
 

João Pereira Bento

128coupe
Portalista
Odeio quando metem um carro nacional num canto e em destaque uma fotografia tirada da internet!!

Comprei a penúltima por ter um artigo com o meu carro favorito! Não acrescenta nada demais.

As revisas são muito "Wikipédia" para mim, tenho deixado de comprar regularmente. :(
 

Abílio Quintas

Portalista
Portalista
Fico muito agradecido pelo esclarecimento @Samuel. :thumbs up:

Nota 1: Eu ainda gostava de compreender melhor essa história dos modelos fabricados em Mangualde. Por muito confusas que tenham sido as montagens ( e já não é a primeira vez que vejo situação idêntica noutros modelos), certamente os responsáveis da altura, da fábrica portuguesa, guardavam os registos no arquivo. É quase certo que essa informação não estará informatizada mas também não se esfumou sem deixar rasto. Estará em algum lado. Servirá não só para dissipar dúvidas como para analisar e estudar todo histórico da empresa. E quem diz a Citroen, diz a Autoeuropa ou a antiga Opel na Azambuja. Não faz sentido prevalecer o arquivo da casa-mãe, neste caso, em França e os restantes pontos de montagem não terem um historial próprio.

Nota 2: Também comprei a revista mas ainda só li pequenos excertos dos artigos publicados.
efetivamente não foi só em mangualde que houve misturas de gerações.
Na Guarda, principalmente em casos de transição de gerações nas R4L, era comum haver veiculos com peças de duas gerações, para aproveitamento das mesmas.
Para quem conhece a Covilhã, andam por lá umas 4L com matricula GS que me parecem ser disso mesmo exemplo
 
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