Fotografia

Jorge Viegas

Veterano
Portalista
Como aprecio bastante fotografia, abro um tópico para a malta colocar fotos e dar a conhecer melhor o nosso Portugal e não só :cool:

Aldeia de Freixedas, concelho de Pinhel, distrito da Guarda :D (a minha aldeia ;))

1ª foto: Rossio ou Campo da Feira - Inverno de 2007

2ª foto: Tanque Velho - foto de Maio de 2004

3ª foto: Uma das casas mais antigas da aldeia - foto de Maio de 2004
 

Anexos

Jorge Viegas

Veterano
Portalista
Santarém

1ª foto: Ponte D.Luis I - foto de Abril de 2004

A Ponte D. Luís I também chamada Ponte de Santarém sobre o rio Tejo na Estrada Nacional 114 une Santarém a Almeirim.

Foi inaugurada em 17 de Setembro de 1881 e foi considerada na altura, a maior da Península Ibérica, a terceira da Europa e a sexta do Mundo, ficando como um dos exemplares da arquitectura do ferro.

Tinha um comprimento total de 1 213 metros, uma largura de 6 metros a altura de 22 metros

A ponte foi alargada em 1956 com projecto inovador de Edgar Cardoso.

Numa lápide está escrito:

E a ponte de ferro estende a sua musculatura de animal anti-diluviano ao serviço do progresso unindo entre si a Extremadura e o Alentejo.

Informação origem da Wikipédia

2ª foto: Ribeira de Santarém, visto do Miradouro de S. Bento - foto de Junho de 2004
 

Anexos

Jorge Viegas

Veterano
Portalista
Santarém

1ª foto: Ponte D.Luis I - foto de Abril de 2004

A Ponte D. Luís I também chamada Ponte de Santarém sobre o rio Tejo na Estrada Nacional 114 une Santarém a Almeirim.

Foi inaugurada em 17 de Setembro de 1881 e foi considerada na altura, a maior da Península Ibérica, a terceira da Europa e a sexta do Mundo, ficando como um dos exemplares da arquitectura do ferro.

Tinha um comprimento total de 1 213 metros, uma largura de 6 metros a altura de 22 metros

A ponte foi alargada em 1956 com projecto inovador de Edgar Cardoso.

Numa lápide está escrito:

E a ponte de ferro estende a sua musculatura de animal anti-diluviano ao serviço do progresso unindo entre si a Extremadura e o Alentejo.

Origem da Informação: Wikipédia

2ª foto: Ribeira de Santarém, visto do Miradouro de S. Bento - foto de Junho de 2004
 

Anexos

M Bento Amaral

Barão da Sopa da Pedra!!
Portalista
Eu tambem gosto. Apesar de ultimamente nao ter muita paxorra, nem a alma que tinha ha 3 ou 4 anos.
mas de quando em vez tiro uma xapa.
Ja coloquei algumas no portal, e na tertulia. Mas deixo aqui a minha galeria no olhares: Mauro
 

Jorge Viegas

Veterano
Portalista
M Bento Amaral disse:
Eu tambem gosto. Apesar de ultimamente nao ter muita paxorra, nem a alma que tinha ha 3 ou 4 anos.
mas de quando em vez tiro uma xapa.
Ja coloquei algumas no portal, e na tertulia. Mas deixo aqui a minha galeria no olhares: Mauro
Boas Fotos Mauro ;) gostei, tens umas de tirar o fôlego :cool:
 

Jorge Viegas

Veterano
Portalista
Carlos Jorge Sol Teixeira disse:
Bom tópico Jorge :Daquela foto da porta no 1º post está fenomenal, aquilo é em quê ? Latim ? mal dá pra ver :huh:será de que Ano :huh:Continua ;)
Obrigado Carlos :cool: estava para colocar uma legenda, mas ontem não foi possível, assim sendo aqui vai.
Acho que tem mais lógica quem ve uma foto saber do que se trata ;)

2ª foto: Chafariz do Tanque Velho - Foi a primeira fonte de bica da aldeia, é de 1844, é majestoso, alto, bem proporcionado e bem trabalhado. Nunca seca mesmo no pino do verão, tem duas bicas a correr constantemente para um pio que corre para um grande tanque que serve de lavadouro público.

3ª foto: Uma das casas mais antigas da aldeia - Situa-se numas das Travessas do Tanque Velho. Tem nas suas paredes exteriores vários símbolos de pedra como uma figura de mulher, corações e legendas.
Nela se encontra esta pedra lavrada de grande valor artístico com letras cavadas e simbolos em relevo. Não tem qualquer data, mas um grande arqueólogo, o Rev. Padre Henrique da Silva Louro, interpretou assim os símbolos:

O 1º por cima do nome representa uma casa agrícola.
O 2º é um machado com cabo levemente arcado.
O 3º da parte direita é uma forquilha de pau para limpar os cereais quando se malham.
O 4º abaixo do anterior é uma corda ao lado do quanho ou palha míuda.
O 5º a ligar a corda tem a forma de coração, é talvez uma relha do arado.

As letras decifram-se assim: "Manoel d(e) S.M. Correia", se sera Latim ou não desconheço :huh:;)

Mas também há quem interprete estes símbolos como pertencendo esta casa inicialmente a algum mareante abastado que quis assinalar na sua habitação e para a posteridade os motivos náuticos do seu ofício.
 

Jorge Viegas

Veterano
Portalista
Castelo de Alcanede - Santarém

Fotografia de Março de 2006

História

Acredita-se que a primitiva ocupação humana de seu sítio remonta a um castro pré-histórico, fortificado à época da ocupação romana e posteriormente reforçado e ampliado.

O castelo medieval

À época da Reconquista cristã da península Ibérica foi tomado pelo conde D. Henrique (1091) e posteriormente recuperado pelos mouros. A sua posse definitiva foi obtida a partir da conquista pelo rei D. Afonso Henriques (1112-1185), no contexto das conquistas de Santarém e de Lisboa. O seu primeiro Alcaide foi D. Gonçalo Mendes de Sousa, mordomo-mor de D. Afonso Henriques, a quem coube as tarefas de reedificar e ampliar o recinto amuralhado e de povoar e organizar a vila, em momento anterior a 1163.

A vila e seu castelo devem ter-se mantido em estado de alerta quando da incursão almóada de 1171 sob o comando do califa Abu Ya'qub Yusuf I. Pouco mais tarde, D. Sancho I (1185-1211) confiou à Ordem de Calatrava o Castelo de Alcanede, povoação onde esta ordem militar possuía bens, conforme bula datada de 1201. Este património passaria para o nome da Ordem de Avis sob o reinado de D. Dinis (1279-1325). Datam deste último período, diante da expansão demográfica da região, algumas das estruturas mais importantes do castelo, como a Torre de Menagem, coroada por merlões.

Em 1370, sob o reinado de D. Fernando (1367-1383), os homens da vila de Alcanede foram isentos de participar nas obras do Castelo de Santarém, desde que reparassem as muralhas do seu próprio castelo.

À época da crise de 1383-1385, apoiou o Mestre de Avis, tendo o seu Alcaide, Álvaro Vasques, integrado as forças portuguesas que combateram em território de Castela, tendo perecido no reconhecimento, como voluntário, de um vau do rio Douro.

Sob o reinado de D. Manuel (1495-1521) a vila conheceu um novo surto de crescimento, graças ao Foral Novo outorgado em 1514. Além disso, o soberano custeou parte das obras no castelo e na igreja matriz da vila.

O terramoto de 1531 abalou-lhe a estrutura, marcando o início da sua decadência. Sem função militar e nem importância estratégica, não houve interesse em repará-lo, mergulhando no abandono e no esquecimento.

A reconstrução no século XX

Em ruínas no século XX, o Castelo de Alcanede foi considerado como Imóvel de Interesse Público por Decreto de 18 de Agosto de 1943, sofrendo importantes obras de consolidação e reedificação entre 1941 e 1949 sob a responsabilidade da Direcção Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais. Nesse período foram reerguidos os panos de muralhas, bem como levantadas diversas estruturas como as torres e os espaços internos do castelo.

Características

Apresenta planta em formato aproximadamente ovalado, com as muralhas envolvendo a praça de armas. Em lado oposto ao da Torre de Menagem, os muros são reforçados por um torreão.

Actualmente sofreu actos de vandalismo, na iluminação das muralhas e tem um grafite enorme na muralha de entrada :wacko::wacko::wacko:

Origem da Informação: Wikipédia e minha
 

Anexos

Jorge Viegas

Veterano
Portalista
Carlos Jorge Sol Teixeira disse:
Jorge , obrigado pela legendagem, quanto aos vandalos , era cortar as mãos pois não dão valor historico á nossa cultura , aliás , eles não dão valor a nada :(
De nada Carlos foi de bom agrado ;)

Os vandalos para mim era colocar-los a arranjar tudo o que estragam e limpar as valetas das estradas de joelhos :p:D
 
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