Carros Emigrados

HugoSilva

"It’s gasoline, honey. It’s not cheap perfume."
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Nada que a gente, por cá, não conheça e com que não tenha que lidar há muitos anos. Os americanos choram de barriga cheia.

Todos os males fossem este, mas suspeito que virá aí muito pior.
Prioridades:

- Ponto 1: humanizar mais a sociedade, promovendo um grau de sensibilidade superior para com todos os seres sencientes implementando políticas de proteção dos direitos dos animais;
- Ponto 2: promover a valorização do património histórico do parque automóvel Português facilitando a importação e legalização de viaturas clássicas;
- Ponto 3: ...

:rolleyes:
 
matriculas pretas Portuguesas no Estado de Virginia
As matriculas Portuguesas são consideradas, o nosso País está conotado como um País com clima quente e seco semelhante á California, onde os carros não apresentam corrosão. Uma meia verdade, vá-se lá saber porquê. :)

Há dois ou três dias vi um BMW E30 Coupé de 1988 no site E30 Zone pertença de um Canadiano com nome nada Português, cuja placa de matricula á frente era portuguesa (a traseira era Canadiana).

Curioso o facto de um compatriota nosso ter colocado no mesmo site a que viatura estava atribuída essa matricula, um veiculo de 2001 e nem BMW era :D
 
Última edição:

João Pereira Bento

128coupe
Portalista
As matriculas Portuguesas são consideradas, o nosso País está conotado como um País com clima quente e seco semelhante á California, onde os carros não apresentam corrosão. Uma meia verdade, vá-se lá saber porquê. :)

Há dois ou três dias vi um BMW E30 Coupé de 1988 no site E30 Zone pertença de um Canadiano com nome nada Português, cuja placa de matricula á frente era portuguesa (a traseira era Canadiana).

Curioso o facto de um compatriota nosso ter colocado no mesmo site a que viatura estava atribuída essa matricula, um veiculo de 2001 e nem BMW era :D

No Canadá não sei. Mas nos EUA é muito comum carros de portugueses ou descendentes com matrícula portuguesa na frente. O primeiro que vi foi um Audi S4, eram as letras iniciais do nome e ano de nascimento. Fiquei 5 minutos a olhar, até chegar o dono. :)

Penso não ser todos os estados a não exigirem matrículas na frente. :)
 
Tens razao existem estados que nao e' preciso de matricula a frente

Aqui em Virginia ha um gajo que tem uma Aguia bem Portuguesa no capo do carro o_O



No Canadá não sei. Mas nos EUA é muito comum carros de portugueses ou descendentes com matrícula portuguesa na frente. O primeiro que vi foi um Audi S4, eram as letras iniciais do nome e ano de nascimento. Fiquei 5 minutos a olhar, até chegar o dono. :)

Penso não ser todos os estados a não exigirem matrículas na frente. :)
 

Ivo Miguel Ferreira

Portalista
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Bem este tópico até me fez doer o coração. Mas o open Market é mesmo assim. Não deixa de ser triste a perda de património.

Não percebo, por exemplo no caso dos Mercedes do "BPN", como o estado não ficou com os carros para os colocar num museu como fez com as pinturas do mesmo caso.



Talvez um museu com obras daquela qualidade iria trazer receitas.
 

José de Sá

"Life's too short to drive boring cars"
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Este fez o sentido inverso. Mas são casos raros e quando acontecem tratam-se de classicos de "gama alta".


1575900978812.png
 

João Pereira Bento

128coupe
Portalista
Este fez o sentido inverso. Mas são casos raros e quando acontecem tratam-se de classicos de "gama alta".


Ver anexo 1155832

E o ano passado vieram dois Mercedes interessantes, um não chegou a 1milhao mas a versão fechada ultrapassou. Para o mesmo dono.:)

O FS tinha um Audi desses para venda há pouco tempo. Preço semelhante.
 

JorgeMonteiro

...o do "Boguinhas"
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não percebo o que me parecem imensas matrículas Portuguesas, ou estarei errado?

 

Ivo Miguel Ferreira

Portalista
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Obrigado pela info Jorge.

Infelizmente não se sabe aproveitar o espólio existente neste país. Fico mesmo transtornado com a qualidade de carros únicos que foram ali para o lado.
 
OP
OP
Pedro Pereira Marques

Pedro Pereira Marques

Pre-War
Autor
Um excerto interessante da entrevista que me pareceu importante:

"Anos antes de transportar os seus tesouros para Málaga, João Magalhães tentou que ficassem em Portugal. Mas o país, queixa-se, fechou-lhe as portas: «Ninguém quis saber disto para nada. Há 15 anos, tentei instalar-me em Famalicão, num terreno bem situado, perto de tudo: a 25 quilómetros do Porto, de Braga e de Guimarães e a cem quilómetros de Vigo.» Mas no terreno «só se podia construir para fins industriais» e «um museu não é uma indústria». Foi esse, de resto, o argumento utilizado na altura pela CCRN (hoje CCDRN, Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional Norte) para recusar o projeto. Virou-se para Madrid, onde, garante, o seu projeto foi recebido de braços abertos."

É a terra dos bacocos, dos tais que nunca dão valor às coisas dos outros. Assim não vamos a lado nenhum...
 
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