Campeonato dos Açores de Ralis

Ismael Rodrigo

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CAR: Sete provas para 2021


A Federação Portuguesa de Automobilismo e Karting (FPAK) divulgou esta manhã o calendário do Campeonato dos Açores de Ralis de 2021.

Calendário Campeonato dos Açores de Ralis:

6 a 8 maio – Azores Rallye

5 e 6 junho – XXXIX Rali Sical

3 e 4 julho – XXXII Rali Além Mar - Ilha Azul

14 e 15 agosto – Xl Rallye Além Mar Santa Maria

18 e 19 setembro – XX Rali Além Mar/ XLII Ilha Lilás

16 e 17 outubro – X Pico Rali

13 e 14 novembro – Além Mar Rali

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Notícia de: A.I.
 
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Ismael Rodrigo

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ERC - Azores: Lista de inscritos da prova

O Grupo Desportivo e Comercial reuniu uma lista de 29 equipas inscritas no Azores Rally que pontua para o Europeu de Ralis e para o Campeonato dos Açores de Ralis.

Para além destas 29 equipas, há ainda mais 15 equipas inscritas localmente nas competições regionais.

Segue a lista:



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Notícia de: José António Marques
 
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Ismael Rodrigo

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ERC - Azores: Quantidade versus qualidade

Este não é, seguramente, o ano com a lista de inscritos do Azores Rallye mais extensa. Mas, tal como em outras ocasiões não se devia embandeirar em arco com a contabilidade de R5 à partida da prova açoriana, desta vez também não há motivos para que os adeptos dos ralis se sintam defraudados. Bem vistas as coisas, quantidade e qualidade nunca foram sinónimos e não são poucas as vezes em que, só para dar um exemplo, um Saxo bem conduzido dá mais espetáculo que um qualquer duas rodas motrizes da nova geração… Lembram-se do Paulo Maciel em 2011?

Falemos, portanto em qualidade. A prova que hoje vai para a estrada, com a disputa da Qualifying Stage, conta com nomes grandes dos ralis mundiais. Dani Sordo e Andreas Mikkelsen surgem à cabeça, com o seu “pedigree” WRC, ambos no ativo e vencedores de provas do Campeonato do Mundo. No ERC, o norueguês ganhou este ano o Rali Liepaja e lidera a tabela classificativa. O espanhol tem um programa reduzido com a Hyundai Motorsport no mundial de ralis mas, sempre que se senta ao volante do i20 WRC, mostra qualidade e rapidez. Em terras lusas costuma sair-se bem, como o prova o 2º lugar conquistado no último Rali de Portugal, onde apenas foi batido pelo Toyota de Elfyn Evans. Nos Açores, apesar do desconhecimento do terreno (e dos pneus MRF) não se espera outra coisa senão uma exibição de encher o olho.

Depois temos os restantes homens em luta pelo Europeu. Os cinco primeiros da tabela classificativa estarão nos Açores. Para além do já referido Andreas Mikkelsen, estarão Norbert Herczig (5º) que ganhou o Rali di Roma Capitale, o polaco Miko Marczik (2º) e o espanhol Efrén Llarena (3º) que têm feito da regularidade a sua arma principal. O foguetão russo, Alexey Lukyanuk ganhou na Polónia mas somou maus resultados em Roma e em Zlim pelo que ocupa a 4ª posição do europeu e precisa recuperar pontos. Só há uma maneira de o fazer, andar depressa, e isso é coisa que Lukyanuk faz como poucos, às vezes a custas próprias…

Dos pilotos estrangeiros poderiam citar-se mais uma mão cheia de valores em ascensão e de outros bem firmados no panorama dos ralis dos respetivos países. A todos estes temos de somar Ricardo Moura que já ganhou o rali e que apesar da falta de ritmo será sempre candidato. Qualidade é mesmo coisa que não falta neste rali…

Em jogo estará também o Campeonato dos Açores com Rúben Rodrigues, Luís Miguel Rego e Pedro Antunes a perfilarem-se como os principais protagonistas desta “guerra”. A competitividade entre todos eles e a necessidade de somar bons pontos podem fazer com que o ritmo destes pilotos os coloque em posições de destaque na classificação geral do rali, aumentando assim o interesse da prova junto dos adeptos.

É bem sabido que este ano o rali não conta para o Campeonato de Portugal. É pena, porque os melhores ralis têm que estar no campeonato nacional. Seria excelente poder contar com os pilotos de topo do CPR, mesmo se, salvo raras exceções, nos Açores, não mostraram ritmo para andar com os melhores ou até escolheram esta a prova para “deitar fora” nas contas do campeonato.

Foi de qualidade que se falou até agora, termine-se este texto a falar de quantidade. A RTP Açores tem montada uma mega operação para acompanhar o rali em direto e ao segundo, já a partir de amanhã, com a transmissão do qualifying, seguindo-se sexta e sábado os diretos de todas as especiais de classificação, tudo para que nada falte a quem não puder seguir o rali na estrada.

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Notícia de: Francisco Veloso
 
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ERC - Azores: Ricardo Moura com forte liderança matinal

Ricardo Moura e António Costa impuseram-se com autoridade ao pelotão do Campeonato Europeu de Ralis nos três troços matinais da 1º etapa do Azores Rally.

A dupla do Skoda Fabia Rally2 Evo venceu duas das três classificativas desta manhã e soma 27,8s de vantagem para Dani Sordo no Hyundai i20 R5. Moura tirou partido do conhecimento do terreno perante condições difíceis de chuva e nevoeiro.

Apesar de ter efetuado alguns quilómetros sem limpa vidros, Efren Llarena coloca o Skoda Fabia Rally2 Evo no 3º posto a 39,5s. Andreas Mikkelsen é o 4º a 46,2s depois de ter perdido muito tempo na PEC2 sem limpa vidros. Erik cais fecha o "top five" com o Ford Fiesta Rally2 a 53,9s na frente de Luis rego que vem no 6º lugar mas já a 1m30s da frente.

Entre os açorianos destaca-se as desistências de Pedro Antunes com problemas de caixa velocidades do Citroen C3 e de Ruben Rodrigues com problemas de transmissão noutro C3.

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Notícia de: José António Marques
 
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ERC - Azores: Mikkelsen leva a melhor

Andreas Mikkelsen ganhou nos Açores reforçando a liderança no ERC. Dani Sordo deu muita luta mas acabou por ceder na parte final. Ricardo Moura perde lugar no pódio ao fechar do pano.

Com os pisos secos, os pilotos mundialistas – Mikkelsen e Sordo – não deram qualquer hipótese a Ricardo Moura, passando a luta pela vitória a resumir-se a um duelo entre o espanhol e o norueguês. E se Dani Sordo poderia parecer à partida algo inferiorizado devido ao carro e ao equipamento pneumático e até ao menor conhecimento dos troços, pelo menos da parte de manhã deu imensa luta a Mikkelsen e parecia que tudo se ia definir nalgum detalhe e por poucos segundos. Acabou por não ser tanto assim, já que Andreas Mikkelsen acabou por se superiorizar terminando o rali com cerca de 15 segundos de vantagem para Sordo.

Sem hipóteses de lutar com os ‘tubarões’, Ricardo Moura remeteu-se a um rali de alguma contenção, procurando manter a terceira posição, algo que parecia estar seguríssimo, não fosse um capotamento (no meio do azar, até teve alguma sorte, já que o Skoda aterrou direito e foi só ‘dar à chave’ e arrancar) que acabou por levar a que um pneu decolasse da jante e isso foi o que o levou a perder mais tempo e consequentemente o último lugar do pódio. Foi um mau corolário para uma excelente prova de um piloto que mesmo estando retirado provou manter intactas todas as suas qualidades.

Com o percalço de Moura, o espanhol Efren Llarena acabou por herdar a terceira posição, ele que fez mais uma prova muito consistente que lhe tem valido boas posições e pontuações. Fechou o top5 Miko Marczyk (Skoda Fabia) mas já a mais de 3 minutos do vencedor. O italiano Umberto Scandola levou o seu Hyundai i20 à sexta posição a quase um minuto de Marczky, tendo Luís Miguel Rego logo atrás de si, mas a mais de um minuto.

Com distâncias já algo estratosféricas, fecharam o top10, o mexicano Benito Guerra seguido pelo açoriano Rafael Botelho e pelo espanhol Javier Pardo que ao volante do Suzuki Swift foi o vencedor no ERC2.

Numa prova que só teve dois concorrentes do ERC3 e tendo um deles – Pep Bassas – desistido, não conseguindo reparar o Peugeot 208 para voltar à prova – e com isso conquistar a segunda posição – foi Jean-Baptiste Franceschi (Renault Clio Rally4) a vencer. Uma referência para Igor Widlak, que terminou em penúltimo e desta vez até em terra um Rally3 foi batido por um Rally4! Terminaram a prova 19 concorrentes, numa lista fechada pela italiana Rachele Somaschini (Citroen C3).

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Notícia de: José Bandeira
 
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