Autin Morris 1300

Galhano

YoungTimer
Boa Noite malta,

Tou prestes a adquirir um austin morris 1300 penso que é de 1969, e gostava de saber a vossa opinião, se faço uma boa aquisição ou não o seu valor actual e as dificuldades que me pode trazer para encontrar as peças

Cumprimentos


Miguel
 
Boas,

O principal é se gosta ou não do carro!? se sim, força nisso a nivel de peças UK tem practicamente tudo, poderá ser dificil é arranjar "bombas" para suspensão hydrolastic, a nível de caixa e motor existe material de upgrade.

Se é de 69 e é um Mk2. Ponha fotos da máquina. :)
 

José Carlos Magalhães

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Caro Galhano

Este carro ou se gosta ou se detesta.

É um tipo de carro especial, pois a suspensão que utiliza é muito especifica, e poderá ser o calcanhar de Aquiles do modelo.
No entanto raramente dão problemas insoluveis. O mais normal é a ruptura de um tubo ou de uma junção, mas que tem soluçãorelativamente barata.
De resto o motor não dá problemas de maior, e é facil e barato reparar.
Quanto à chapa, normalmente, em virtude do entupimento dos canais de drenagem, aparece corrosão no painel entre o habitáculo e o cofre do motor, e nos paineis do chão da frente.

Aínda em relação à suspensão, quando precisar de a carregar, eu disponho de uma maquina própria para a carregar, sem interesse comercial.

Abraços e vá dando noticias




É um carro que dá prazer de conduzir.
 

Guilherme Bugalho

BUGAS03
Portalista
Galhano disse:
Boa Noite malta,

Tou prestes a adquirir um austin morris 1300 penso que é de 1969, e gostava de saber a vossa opinião, se faço uma boa aquisição ou não o seu valor actual e as dificuldades que me pode trazer para encontrar as peças

Cumprimentos


Miguel
HI

Em primeiro lugar uma correcção ou é Austin ou é Morris; nunca "austin morris", poderá ser, isso sim, BMC como são conhecidos em UK.
O "morris 1300" só conheço de fotos e alguns ao vivo sem grandes detalhes.
O Austin 1300 conheço, tenho um, e por isso aconselho alguma moderação/entusiasmo nos comentários sobre a suspensão.
Não há botijas novas para os 1300 e os moldes foram destruídos exactamente para evitar "reproduções". Há botijas para os "minis" e penso (sem ter a certeza) que para os 1800.
Como são feitas de ferro e o liquido da suspensão é constituído essencialmente por água facilmente se percebe que irá dar chatice, e não são apenas os tubos de borracha (cada com cerca de 40 cm)que por serem envoltos em malha de aço até nem dão grandes chatice. As maiores chatices são o "rebentamento" da borracha e a união desses "racords" com a chapa de ferro embebida na borracha.
Uma das razões que me levou a comprar um foi exactamente essa, a de "estarem a desaparecer" por rebentamento da botija. O que aliás já me "custou" 50 aéreos ...
 

José Carlos Magalhães

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Portalista
Caro Guilherme Bugalho.

Em relação ao problema que refere, a união dos tubos de borracha, o mesmo é de facil resolução. Pode adaptar-se uma união nova e o problema fica resolvido.

Aconteceu-me a um dos ADO16 que tenho, e foi assim que resolvi o problema. Aliás, foi o Mari Abreu da Godspeed que resolveu laugh.png .

Estou a acabar a recuperação de um Morris 1300 de 1970, e a diferença para os Austin é apenas de pormenor, como a grelha e o manipulo da tampa ta mala, além, claro, dos emblemas.

Um abraço

José Carlos
 

Anexos

Guilherme Bugalho

BUGAS03
Portalista
José Carlos Magalhães disse:
Caro Guilherme Bugalho.

Em relação ao problema que refere, a união dos tubos de borracha, o mesmo é de facil resolução. Pode adaptar-se uma união nova e o problema fica resolvido.

................................

Um abraço

José Carlos
José Carlos
O problema não é assim ~de tão fácil resolução. Pode haver dois tipos de solução:
1. Soldar a "bronze" o interior do tubo à botija (na chapa que fica embebida)
2. E mais complicada; abrir rosca no topo do metal, colocar um acessório no tubo r fazer a união.

Resumindo tudo depende onde o "tubo" partiu/rebentou.
No meu Austin a botija que rompeu (a borracha) já estava soldada a bronze pelo anterior dono ...

Mas aqui para nós deixo (o entusiasta" deve andar de volta do carro laugh.png) "scanner" de doc. com o "esquema" da botija, e jágora a composição do liquido ...

Abraço
 

Anexos

Guilherme Bugalho

BUGAS03
Portalista
José Carlos Magalhães disse:
Muito obrigado.

As reparações que tenho feito não têm dado problemas, e têm sido de fácil resolução.

Já agore eis a minha bomba para carregar as botijas. Uma Churchill original.


Abraço
XXXXXXIIIIIIIIIIIIIIhhhhhhhhhhhhh
Linda .....
Também foi restaurada ???
Costumam dar problemas (ferrugem) na bomba de "compressão" ....
 

Guilherme Bugalho

BUGAS03
Portalista
Viva

Antes de serem desmontadas devem ser despressurizadas. Mas atenção que deverá ser feito com uma bomba deste tipo.
Atenção ................................
Eu penso .... que as do Austin metro são a "hydragaz" e como tal diferentes do "hydrolastic".
As "botijas" são seladas e como tal têm essa dificuldade em "desmontar"; o que é diferente de as retirar do local onde são aplicadas.
 

José Carlos Magalhães

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Viva

Não são difíceis de desmontar.

É imperioso que estejam despressurizadas.

O facto de serem hydragás não tem problema, se estiverem despressurizadas.

O problema das elementos hidragás, (são constituidas por duas câmaras. Uma, estanque, carregada com azoto e a outra carregada com o liquido do hydrolastic.) é que a câmara que contém o azoto, com o tempo, vai perdendo o gás, e depois a suspensão fica durissíma, não fazendo o amortecimento das irregularidades do piso.

Já temos uma solução para esse problema, e agora os elementos que até aqui eram lixo, voltam novamente a ficar operacionais.

Não aconselho a uma pessoa inexperiente fazer a desmontagem destes elementos. No manual da Haynes vem explicado como fazer a desmontagem, mas advertem que a despressurização dos elementos tem que ser feita por um técnico.

Abç
 
Viva

Não são difíceis de desmontar.

É imperioso que estejam despressurizadas.

O facto de serem hydragás não tem problema, se estiverem despressurizadas.

O problema das elementos hidragás, (são constituidas por duas câmaras. Uma, estanque, carregada com azoto e a outra carregada com o liquido do hydrolastic.) é que a câmara que contém o azoto, com o tempo, vai perdendo o gás, e depois a suspensão fica durissíma, não fazendo o amortecimento das irregularidades do piso.

Já temos uma solução para esse problema, e agora os elementos que até aqui eram lixo, voltam novamente a ficar operacionais.

Não aconselho a uma pessoa inexperiente fazer a desmontagem destes elementos. No manual da Haynes vem explicado como fazer a desmontagem, mas advertem que a despressurização dos elementos tem que ser feita por um técnico.

Abç
Boa noite, ando de volta de um Morris 1300, na fase de desmontar, pois não sei se fiz mal, mas como tinha de descer o charriot descarreguei a suspensão á mão para desapertar as tubagens, vou ter problemas agora?
 

José Carlos Magalhães

Portalista
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Portalista
Boa noite, ando de volta de um Morris 1300, na fase de desmontar, pois não sei se fiz mal, mas como tinha de descer o charriot descarreguei a suspensão á mão para desapertar as tubagens, vou ter problemas agora?
Viva

Não tem problema. O problema é quando não se despressuriza o sistema e se tenta retirar as botijas. As botijas rebentam e podem ferir quem o está a fazer.

Se tem o charriot fora, aproveite para substituir o tubo que sai da botija, pois é esse tubo que normalmente dá problemas.
A substituição desses tubos é um pouco complexa, mas se quiser eu ajudo-o a fazê-lo.

Quando remontar a suspensão, vai ter qy«ue a recarregar novamente, e deverá fazer vácuo no sistema antes de a recarregar.

Qualquer coisa que necessite disponha.

Um abraço
 
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