Alfa Romeo 75 2.0 TS - Ajuda

Pedro Pereira Marques

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A BMW não tem uma BMWaholics. O problema da Alfa Romeo é deixar proliferar certas empresas que vendem reproduções do que a Alfa Romeo fez. A Lacoste, por exemplo, chama a este método contrafacção e a lei prevê o mesmo como crime. A Alfa Romeo ainda não fez nada para o evitar e, mais importante, para dominar o mercado das peças que têm a sua patente.

Lembro-me em 2007/2008 falar deste assunto com um representante da marca mesmo ao lado dos "blue prints" das várias peças que a Alfa tem patenteadas como suas. Na altura a intenção era essa, a de comercializar as peças Alfa Romeo para os antigos. Passados estes anos nada foi feito. Enfim...

O engraçado disto tudo é que, mesmo assim com escassez de peças, os Alfa Romeo antigos são o que são e ainda justificam belas prosas como as que o @Miguel Gomes Dinis escreve! ;)
 
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Miguel Gomes Dinis

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Duas coisas, ainda relativamente a este exemplar que fugiu para boas mãos, e que me servirá de despistagem para outras pesquisas.

1 - Aquilo que está a preto no para choques não deveria ser cinzento num primeira série?
2 - Os chuventos eram acessório ou original de série nos 2.0 TS?
 

Camacho Cêrcas

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Duas coisas, ainda relativamente a este exemplar que fugiu para boas mãos, e que me servirá de despistagem para outras pesquisas.

1 - Aquilo que está a preto no para choques não deveria ser cinzento num primeira série?
2 - Os chuventos eram acessório ou original de série nos 2.0 TS?
O proprietário do 75 já aqui vem responder... ;)
 

Pedro Pereira Marques

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Duas coisas, ainda relativamente a este exemplar que fugiu para boas mãos, e que me servirá de despistagem para outras pesquisas.

1 - Aquilo que está a preto no para choques não deveria ser cinzento num primeira série?
2 - Os chuventos eram acessório ou original de série nos 2.0 TS?
Não é o proprietário a responder, mas quase! ;)

1- Sim, devia. É pintar na cor original, coisa que se faz num instante e sem grandes chatices.

2- Eram de série e os chuventos não eram da Macos e sim da Alfa Romeo. Muito poucos os têm e este, infelizmente, não os tem e nem sei onde vamos arranjar isso!!! :(
 

Miguel Gomes Dinis

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Está trama está a ficar complicada. Neste momento tenho as seguintes opções:

1 - 75 2.0 TS segunda série. Muito poucos kms, absolutamente imaculado. Valor mais alto do que o modelo que deu origem a este tópico. Ainda um bom número mais alto. Absolutamente zero a fazer. Sei do que falo nesta unidade. Zero a a fazer.

2 - 75 2.0 TS primeira série. Mais kms que o primeiro. Um bom bocado mais. Bastante bom com alguns detalhes a corrigir. Alguns já aqui aflorados. Barra reflectora laranja da mala, farolins de nevoeiro (não tem e não gosto de os ver sem). Faltam os chuventos. Tapetes a precisar de reforma. Volante um pouco gasto. Original em todos os aspectos, não está inventado. O alfa control funciona como é suposto. Um pouco abaixo do valor do modelo que deu origem a este tópico.

3 - Giulietta tipo 116, segunda e penúltima fase 2.0. O mais em conta de todos. Aparentemente bem e com nada a fazer... melhor dizer que aparentemente com nada a fazer, dado que o "nada a fazer" em carros com esta idade não existe. Gosto muito da cor, da patine e do encanto. O giulietta já dá para virar a página da história para trás. O 75 talvez ainda esteja no início de uma mesma página. 75 que eu gosto mais apesar do paradoxo exposto para com a Giulietta e com o qual viverei em permanente dilema e desassossego.

Tomarei a decisão sozinho como é normal, ninguém o pode fazer por mim. Sinto-me ainda assim bastante perdido nos caminhos que escolhi, e receio bem não estar a ver a coisa como seria suposto ver. Antes disso, e assim me parece, talvez esteja a ver as coisas como se esperaria que fossem vistas. No meio delas talvez esteja eu, não sabendo já se vejo o que quero, ou se quero o que vejo...
 

Patrique Fernandes

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Está trama está a ficar complicada. Neste momento tenho as seguintes opções:

1 - 75 2.0 TS segunda série. Muito poucos kms, absolutamente imaculado. Valor mais alto do que o modelo que deu origem a este tópico. Ainda um bom número mais alto. Absolutamente zero a fazer. Sei do que falo nesta unidade. Zero a a fazer.

2 - 75 2.0 TS primeira série. Mais kms que o primeiro. Um bom bocado mais. Bastante bom com alguns detalhes a corrigir. Alguns já aqui aflorados. Barra reflectora laranja da mala, farolins de nevoeiro (não tem e não gosto de os ver sem). Faltam os chuventos. Tapetes a precisar de reforma. Volante um pouco gasto. Original em todos os aspectos, não está inventado. O alfa control funciona como é suposto. Um pouco abaixo do valor do modelo que deu origem a este tópico.

3 - Giulietta tipo 116, segunda e penúltima fase 2.0. O mais em conta de todos. Aparentemente bem e com nada a fazer... melhor dizer que aparentemente com nada a fazer, dado que o "nada a fazer" em carros com esta idade não existe. Gosto muito da cor, da patine e do encanto. O giulietta já dá para virar a página da história para trás. O 75 talvez ainda esteja no início de uma mesma página. 75 que eu gosto mais apesar do paradoxo exposto para com a Giulietta e com o qual viverei em permanente dilema e desassossego.

Tomarei a decisão sozinho como é normal, ninguém o pode fazer por mim. Sinto-me ainda assim bastante perdido nos caminhos que escolhi, e receio bem não estar a ver a coisa como seria suposto ver. Antes disso, e assim me parece, talvez esteja a ver as coisas como se esperaria que fossem vistas. No meio delas talvez esteja eu, não sabendo já se vejo o que quero, ou se quero o que vejo...
Miguel,

Se a tua situação financeira te permitir chegar a qualquer deles, toma a tua decisão tendo em consideração o carro que gostarias de ter dentro de 3 a 5 anos. Com qual deles te vês?

E decide por aí.

Não te preocupes com as valorizações ou desvalorizações expectavéis. Pensa só na expectativa sobre o teu sentimento daqui a 3 a 5 anos...
 

HugoSilva

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Isto é tão pessoal, tão nosso, seja com Alfas seja com que marca ou carros for... eu escolheria aquele que me deixasse com mais vontade de conduzir só de olhar para ele, acho que é a forma mais objetiva e genuína de escolher. Pessoalmente os 75 1.ª série não têm diferenças suficientes para me deixar na dúvida face a um 2ª série a não ser o je ne sais quois da raridade conjugado ao facto de que apenas quem tem os mínimos olímpicos de conhecimento sobre o modelo consegue distinguir entre as séries.
Fosse eu e dado que as Etta 116 ainda não me tiram do sério, provavelmente optaria pelo 75 em melhor estado.

Boa sorte! :) :thumbs up:
 
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José de Sá

"Life's too short to drive boring cars"
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Sinto-me ainda assim bastante perdido nos caminhos que escolhi, e receio bem não estar a ver a coisa como seria suposto ver. Antes disso, e assim me parece, talvez esteja a ver as coisas como se esperaria que fossem vistas. No meio delas talvez esteja eu, não sabendo já se vejo o que quero, ou se quero o que vejo...
Não será que tens falta de vista ?? :xD:
 

Pedro Pereira Marques

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Está trama está a ficar complicada. Neste momento tenho as seguintes opções:

1 - 75 2.0 TS segunda série. Muito poucos kms, absolutamente imaculado. Valor mais alto do que o modelo que deu origem a este tópico. Ainda um bom número mais alto. Absolutamente zero a fazer. Sei do que falo nesta unidade. Zero a a fazer.

2 - 75 2.0 TS primeira série. Mais kms que o primeiro. Um bom bocado mais. Bastante bom com alguns detalhes a corrigir. Alguns já aqui aflorados. Barra reflectora laranja da mala, farolins de nevoeiro (não tem e não gosto de os ver sem). Faltam os chuventos. Tapetes a precisar de reforma. Volante um pouco gasto. Original em todos os aspectos, não está inventado. O alfa control funciona como é suposto. Um pouco abaixo do valor do modelo que deu origem a este tópico.

3 - Giulietta tipo 116, segunda e penúltima fase 2.0. O mais em conta de todos. Aparentemente bem e com nada a fazer... melhor dizer que aparentemente com nada a fazer, dado que o "nada a fazer" em carros com esta idade não existe. Gosto muito da cor, da patine e do encanto. O giulietta já dá para virar a página da história para trás. O 75 talvez ainda esteja no início de uma mesma página. 75 que eu gosto mais apesar do paradoxo exposto para com a Giulietta e com o qual viverei em permanente dilema e desassossego.

Tomarei a decisão sozinho como é normal, ninguém o pode fazer por mim. Sinto-me ainda assim bastante perdido nos caminhos que escolhi, e receio bem não estar a ver a coisa como seria suposto ver. Antes disso, e assim me parece, talvez esteja a ver as coisas como se esperaria que fossem vistas. No meio delas talvez esteja eu, não sabendo já se vejo o que quero, ou se quero o que vejo...
Claro que depende do valor, mas assim à primeira vista parece-me que a primeira opção é a mais barata. Geralmente os 75 em "bom estado" precisam de alguns sinoblocos, apoios, cardans, secções de escape, bombas de embraiagem (ás vezes de travões também), bomba de gasolina, tubos vários, a essencial mudança de óleos e filtros, pneus e pormenores de interior que são sempre complicados de optimizar dado a escassez de peças. Em resumo e contando com a mão de obra, um 75 Twin Spark em "bom estado" ainda precisa de uns bons dois a três mil euros para ficar em excelente estado isto, obviamente, se não tiver podres, se não precisar de pintura e estiver imaculadamente original.

Também acho que, sempre dependendo do valor, a primeira opção é a mais barata e a que dá logo oportunidade de começar a desfrutar do carro. Não há percas de tempo nem chatices com oficinas e peças e, para além disso, se estiver mesmo em EXCELENTE estado será um Alfa Romeo pronto a dar tudo o que a marca projectou. Digo isto porque há infelizmente muitos casos de maus Alfa Romeos que dão más experiências aos proprietários, infelizmente também esses mesmos proprietários nunca chegaram à conclusão que o carro é mau porque a manutenção é nula ou barata, culpa dos mesmos e não do carro em si.

No outro dia um sr. que tem um Spider todo podre, podre até às longarinas, decidiu arranjar o carro. Quando soube que arranjar o chassis como deve de ser seria mais de 15.000 euros decidiu dar mais uma borrifadela de tinta no carro com umas fibras à mistura. Está muito bonito, pena é que eu sei que está todo podre por baixo de todo aquele brilho. Na semana passada disse-me que o carro era uma treta porque "dava a impressão que dobrava nas curvas". Pois, agora a culpa é do carro...

Outro que tem uma Alfetta é a mesma coisa: Anda a gastar o dinheiro todo em suspensões, discos e maxilas de travões, tubos de aço, motores com mais cavalos e o carro tem o chassis partido (sim, PARTIDO). Nunca será um Alfa Romeo e, infelizmente, há-de haver mais um a dizer mal dos Alfas.

A opção acho que tem que passar pelo rácio custo/benefício, tendo em conta o dinheiro e o tempo que se vai gastar na opção "mais barata" para ficar igual à "mais cara".
 
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Miguel Gomes Dinis

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Isto não foi um pedido de opinião (embora parecesse). Foi um desabafo com intenção de convocar elementos para uma conversa e falar sobre o assunto. O que aconteceu.

Naturalmente que por muito que não se queira a componente negócio está inevitavelmente presente. Quanto mais não seja por comparação na óptica de ter ou devolver um carro ao mesmo estado partindo de valores diferentes.

Se a vida de um cidadão comum não fosse feita de opções e de matemáticas orçamentais vinha um dos 75 e o giulietta. Porque essa é uma das premissas que me inquieta. Dentro deste quadro, e se o 75 que estivesse perfeito fosse o primeira série não teria dúvidas. Eu gosto mais das primeiras séries quase sempre. São íntegras. Não concessionam partes ao tempo. Gosto mais dos farolins laranja, da grelha de lâminas e o dístico 2.0 twin spark na traseira é poesia.

Também me custa, e guardo ainda reserva mental quanto a isso, de que este primeiro carro de que falo foi vendido em Junho deste ano, simplificando, pelo mesmo valor deste mesmo que iniciou o tópico. Passados 3 meses estava à venda na última autoclassico na exponor por mais 20% do valor que foi comprado. Custa-me mais ainda que escassas semanas depois deste segundo momento este valor já esteja mais de 30% inflaccionado relativamente ao valor de transacção de há menos de meio ano, sob o pretexto de qualquer coisa que não me lembro e que certamente pouco ou nada acrescentou à condição do carro que conhecia do momento primeiro da venda, relembro, há menos de meio ano. Não é só uma questão de valor. É sobretudo uma questão de hábitos, condutas e comportamentos.

E com isto revisitamos o tópico aqui do lado. O negócio é um sector burguês normalmente aplicado a especuladores que se servem de aditos como nós. São aqueles que depreciam o produto pela frente, e o inflaccionam por trás. Não tenho nada contra o negócio, lido com ele profissionalmente. Não gosto do negócio na minha vocação familiar, no meu acto de lazer. Se eu não gostasse disto provavelmente encararia a coisa como outra qualquer, mas como gosto e já revelei a minha profunda antipatia por marchants de automóveis, confesso que certos fenómenos me custam a ultrapassar.

Devo dizer que se ignorasse todo este percurso e o tempo em que ele foi feito... Provavelmente mais facilmente cederia e sobreporia o coração sobre a razão. O facto de o conhecer torna tudo isto mais ácido e poluído.

Veremos o que se virá a passar, sendo certo que quando olho para estes 2 modelos acabo por me sentir desdobrado em personalidades autónomas... No final o que me apetece é desbragar impulsos ao ritmo do livro do desassossego do Fernando Pessoa.
 
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HugoSilva

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Isto não foi um pedido de opinião (embora parecesse). Foi um desabafo com intenção de convocar elementos para uma conversa e falar sobre o assunto. O que aconteceu.

Naturalmente que por muito que não se queira a componente negócio está inevitavelmente presente. Quanto mais não seja por comparação na óptica de ter ou devolver um carro ao mesmo estado partindo de valores diferentes.

Se a vida de um cidadão comum não fosse feita de opções e de matemáticas orçamentais vinha um dos 75 e o giulietta. Porque essa é uma das premissas que me inquieta. Dentro deste quadro, e se o 75 que estivesse perfeito fosse o primeira série não teria dúvidas. Eu gosto mais das primeiras séries quase sempre. São íntegras. Não concessionam partes ao tempo. Gosto mais dos farolins laranja, da grelha de lâminas e o dístico 2.0 twin spark na traseira é poesia.

Também me custa, e guardo ainda reserva mental quanto a isso, de que este primeiro carro de que falo foi vendido em Junho deste ano, simplificando, pelo mesmo valor deste mesmo que iniciou o tópico. Passados 3 meses estava à venda na última autoclassico na exponor por mais 20% do valor que foi comprado. Custa-me mais ainda que escassas semanas depois deste segundo momento este valor já esteja mais de 30% inflaccionado relativamente ao valor de transacção de há menos de meio ano, sob o pretexto de qualquer coisa que não me lembro e que certamente pouco ou nada acrescentou à condição do carro que conhecia do momento primeiro da venda, relembro, há menos de meio ano. Não é só uma questão de valor. É sobretudo uma questão de hábitos, condutas e comportamentos.

E com isto revisitamos o tópico aqui do lado. O negócio é um sector burguês normalmente aplicado a especuladores que se servem de aditos como nós. São aqueles que depreciam o produto pela frente, e o inflaccionam por trás. Não tenho nada contra o negócio, lido com ele profissionalmente. Não gosto do negócio na minha vocação familiar, no meu acto de lazer. Se eu não gostasse disto provavelmente encararia a coisa como outra qualquer, mas como gosto e já revelei a minha profunda antipatia por marchants de automóveis, confesso que certos fenómenos me custam a ultrapassar.

Devo dizer que se ignorasse todo este percurso e o tempo em que ele foi feito... Provavelmente mais facilmente cederia e sobreporia o coração sobre a razão. O facto de o conhecer torna tudo isto mais ácido e poluído.

Veremos o que se virá a passar, sendo certo que quando olho para estes 2 modelos acabo por me sentir desdobrado em personalidades autónomas... No final o que me apetece é desbragar impulsos ao ritmo do livro do desassossego do Fernando Pessoa.
Sei que é rebuscado e é estar a brincar com o dinheiro dos outros mas... seria opção a compra dos dois para nadar em ambas as praias e escolher aquela que mais relaxamento mental proporcionar?... É que estas escolhas acabam por ter muita componente empírica e sem experienciar fica difícil...
 

Hugo Viana da Silva

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E depois admiram-se que para os BM's e afins há mercado e para os Alfas é complicado.
Eu revejo-me aqui. Com um simples 33 por vezes é um calvário.
Queria muito um 75, principalmente o TS, mas é como iniciei esta frase: queria!
A falta de tempo para andar na internet a deambular por sites de peças e de classificados leva-me a concluir que, por mais que goste, não é marca para eu ter. :(
E aqui se resume o que define a diferença de fiabilidade entre as 2 marcas.:p
 

Miguel Gomes Dinis

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@HugoSilva aquilo que sugeres é um tratado de insensatez para quem já abusa do predicado. Uma coisa dessas teria lugar apenas na utopia. Num lugar onde a gasolina jorra de torneiras domésticas e a Greta frequenta as aulas do ensino secundário.

Saber derimir e assimilar a escolha entre estes dois protagonistas tem-se apresentado como algo difícil por serem dois actos consecutivos da mesma ópera, onde de um para o outro mudam os andamentos, mas que ambos fazem parte da mesma obra. Se fossem muito diferentes, a escolha seria mais simples. A questão reside exactamente no muito que partilham, e no pouco em quantidade e muito em substância que os separa. É muito difícil. Mas irá acontecer.
 

Rafael Isento

Simplify, then add lightness!
Membro do staff
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E aqui se resume o que define a diferença de fiabilidade entre as 2 marcas.:p
É relativo. O 33 não anda devido à falta de peças. Se as precisa, é porque a fiabilidade está em baixo.

Ok, é mentira, não é fiabilidade.
É o maldito material de manutenção, material que é assumidamente de desgaste e não há para substituir.
Segmentos e bronzes.
 

HugoSilva

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@HugoSilva aquilo que sugeres é um tratado de insensatez para quem já abusa do predicado. Uma coisa dessas teria lugar apenas na utopia. Num lugar onde a gasolina jorra de torneiras domésticas e a Greta frequenta as aulas do ensino secundário.

Saber derimir e assimilar a escolha entre estes dois protagonistas tem-se apresentado como algo difícil por serem dois actos consecutivos da mesma ópera, onde de um para o outro mudam os andamentos, mas que ambos fazem parte da mesma obra. Se fossem muito diferentes, a escolha seria mais simples. A questão reside exactamente no muito que partilham, e no pouco em quantidade e muito em substância que os separa. É muito difícil. Mas irá acontecer.
Não tenho melhor no meu arsenal de sugestões. Reitero, boa sorte =}
 

Joaquim Hermenegildo

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Miguel,

Tradicionalmente, e para quem está viciado nesta droga, sabe que a melhor opção será aquela que vai aparecer no futuro.

Também estou de acordo que deverá ser adquirido o exemplar que esteja em melhores condições. Desta forma consegue-se retirar imediatamente prazer do objecto que tomamos posse.

Também não é necessário que esteja perfeito. A necessidade de atenção num ou noutro aspecto ajuda a criar uma relação, contribuindo para elevar a um nível quase humano um objecto inerte.

Com tempo e paciência, surgirá certamente "o tal". Apelo somente à tua sagacidade, para que não partilhes publicamente e de forma evidente as opções do momento. Já entendeste certamente, que nem todos andamos nestas lides com o mesmo espírito e candura.
 
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