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Topico do FIAT 127

Tópico em 'O nosso hobby: Clássicos' iniciado por Vitor M G Lopes, 5 Abr 2008.

Tópico em 'O nosso hobby: Clássicos' iniciado por Vitor M G Lopes, 5 Abr 2008.

  1. Sendo este carro um patinho feio e mal-amado no mundo automovel classico actual, certo é que este carro entre 1972 até 1982 fez furor mas estardas de portugal sendo o utilitario de eleição da familias dessa altura (ate levava a sogra)...
    Neste topico convido todos os proprietarios de Fiat 127 qualquer que seja a versão a partilhar ideias.;)
     
  2. Historia do FIAT 127

    O Fiat 127 foi lançado em 1971 na Europa, sendo no ano seguinte eleito carro do ano pelos jornalistas europeus. Considerado um supermini tinha 3,59 metros de comprimento, 1,53 de largura, 1,37 de altura e 2,3 de distância entre eixos.

    O Fiat 127 europeu era proposto com duas motorizações: uma de 900cc de cilindrada e outra de 1050cc de cilindrada. De início, foi apenas produzido numa versão de 2 portas, em que a tampa da bagageira não incorporava o vidro traseiro, sendo apresentada ao público a versão de 3 portas em 1972.

    Em 1975 foi o carro mais vendido na Europa, batendo assim os seus muitos concorrentes, como por exemplo VW Polo, Renault 5 e mesmo os best sellers VW Carocha e Citroën 2cv.

    A primeira reestilização veio em 1977 tornando o 127 mais moderno e "redondo". E em Novembro de 1981 veio a sua ultima renovação visual.

    Apesar de, em 1983 ter sido introduzido o seu presumível sucessor o Uno, a produção do 127 só cessou em 1987, com um total de 3,8 milhões de unidades produzidas.

    O Fiat 127 foi também produzido pela espanhola Seat a partir de 1972 com a designação de Seat 127, sendo este exactamente igual ao seu irmão Fiat, nas versões de 2 e 3 portas, às quais foram acrescentadas duas novas versões de 4 e 5 portas, em que a única diferença, para além das portas adicionais, era o portão do porta bagagens.
     

    Ficheiros Anexados:

  3. Nao considero que este seja um patinho feio!
    Tem vindo a haver recuperaçoes destes carros, e recuperaçoes exemplares.
    O meu pai teve um de 82, o qual comprou em 89 em 2ª mao, aparentemente em bom estado, mas na verdade estava uma lástima.teve um fim triste em 94 quando nos vieram embater.
    gosto principalmente dos da 1ª serie.
    em 75 as listas de espera pra obter este carro eram de 7/8 meses, e chegava a haver carros seminovos, mais caros que os novos. toda a gente os queria.
     
  4. FIAT 147 (Derivação Brasileira do Fiat 127 original)

    O pequeno notável



    Compacto, inovador, rejeitado por muitos, o Fiat 147
    fez família e revolucionou a indústria nacional

    Texto: Francis Castaings - Edição: Fabrício Samahá e Bob Sharp - Fotos: divulgação

    A Fiat Automóveis S.A. foi inaugurada em 9 de julho de 1976. Veio para produzir o pequeno 147, derivado do modelo italiano 127, lançado em 1971. O evento de lançamento foi tão importante que contou com a presença do principal executivo do conglomerado que reúne as empresas Fiat, Giovanni Agnelli, e o então presidente do Brasil, Ernesto Geisel.

    Para a apresentação do 147 à Imprensa a fábrica escolheu o percurso entre Belo Horizonte e Ouro Preto, ida e volta, certamente uma maneira de marcar bem sua naturalidade.


    A origem de nosso Fiat está no 127 italiano, lançado em 1971 e de grande sucesso. Mas a frente e o motor do nacional eram diferentes

    Com a fábrica no município de Betim, em Minas Gerais, região da Grande Belo Horizonte, veio a fundição FMB e várias indústrias de autopeças. A Fiat sacudiu o mercado -- e, ainda por cima, instalou-se fora do estado de São Paulo, principal parque automobilístico do país já na época. No Estado do Rio de Janeiro havia a Fábrica Nacional de Motores, FNM, da qual a Fiat detinha 43% do capital. Construía o Alfa Romeo 2300 numa unidade obsoleta e de produção tímida.

    O sucesso do Fiat 127 na Europa, principalmente na Itália, era enorme. Logo no lançamento foi eleito Carro do Ano pela imprensa especializada de vários países. Em 1975 foi o carro mais vendido no continente, chegando à marca de 500.000 unidades.

    O 127 italiano em 1978: já reestilizado, mas ainda diferente do modelo brasileiro. Só as frentes posteriores, Europa e Spazio, seriam iguais nos dois países


    Lá tinha adversários de tecnologia também moderna e desenho semelhante, como o Renault 5, o Audi 50 e o VW Polo. O Mini Morris, o Citroën 2CV e outros estavam na mesma categoria, mas tinham tecnologia de outra época. O 127 foi fabricado nas versões de duas portas -- atrás só havia a diminuta tampa do porta-malas, sem levar junto o vidro -- e três portas, como era conhecido no Brasil.

    Nosso Fiat 147 foi testado, segundo a fábrica, por mais de um milhão de quilômetros para pôr em prova a estrutura, desempenho, consumo, a robustez da suspensão e da tração dianteira. Sua apresentação ao público deu-se no Salão do Automóvel de 1976. No lado de fora do Parque de Exposições do Anhembi, em São Paulo, havia um circuito de cerca de 300 metros de extensão, onde um funcionário da fábrica levava os curiosos para uma volta no modelo que fazia sua estréia em terras brasileiras.



    O espaço interno, para o que contribuía a posição muito inclinada do volante, e a estabilidade em curva eram pontos altos do 147. O motor de 1.050 cm3 era inédito e daria origem mais tarde aos 1.000, 1.300 e 1.500


    Preconceitos não faltaram quando de seu lançamento: pequeno demais, aparentava fragilidade, o som pelo escapamento era alto e estridente. O câmbio de quatro marchas lembrava os Dauphine/Gordini pela alavanca "espetada" no assoalho e apresentava certa dificuldade de engate da primeira. Mas não havia nada parecido por aqui: iria enfrentar Fusca e Brasília, com tecnologia já antiga, e o Chevette que, apesar de novo na época, seguia outra escola.

    Mas o 147 L era valente e esperto, muito ágil no transito caótico das cidades grandes. Aos poucos os consumidores começaram a gostar do simpático e funcional Fiat. As vendas não demoraram a subir. O auge se deu no final da década de 70 e começo de 80, chegando a superar o VW Sedan (batizado oficialmente Fusca pouco depois) e o Brasília.



    O motor transversal, inovação no Brasil, trazia no mesmo compartimento o estepe,
    liberando espaço no porta-malas. A posição ereta dos ocupantes também garantia amplidão

    Andava bem e fazia curvas que davam inveja a muitos concorrentes. A imprensa sempre destacou a ótima estabilidade. Foi considerado neste quesito o melhor carro brasileiro na época, batendo vários esportivos. Trazia moderna suspensão independente nas quatro rodas e pneus radiais -- únicos na categoria -- em rodas de 13 polegadas.

    Medindo 3,63 metros e pesando 800 kg, era menor que o Fusca em quase 40 cm. Sua distância entre eixos era de 2,22 metros, contra 2,40 m do VW. O motor de quatro cilindros e apenas 1048,8 cm3 era colocado transversalmente -- primeiro carro nacional com esta disposição -- e fornecia 57 cv brutos (cerca de 50 cv líquidos) a 5.800 rpm.

    Ao contrário do Fusca e da Brasília, a refrigeração era a água e o comando de válvulas, no cabeçote (em alumínio), acionado por correia dentada, a exemplo do Chevette e do Passat. Uma correia que daria trabalho a muitos proprietários, pela baixa durabilidade -- e não só. Nos motores de taxa de compressão mais alta adotados mais tarde, ao se romper chegava a danificar válvulas e exigir retífica do cabeçote. O problema nunca foi sanado por completo, atormentando até hoje donos de Uno e Palio.


    Os engates do câmbio e a fragilidade da correia do comando de válvulas foram problemas crônicos do 147 -- o segundo, não sanado totalmente até hoje

    O motor, projetado pelo engenheiro italiano Aurelio Lampredi, que se notabilizou por desenhar motores Ferrari, fazia sua estréia justamente no 147. No 127, a unidade motriz de 903 cm3 era bem mais antiga, com virabrequim apoiado em três mancais (cinco no de 1.048 cm3) e comando de válvulas no bloco.



    Se quiser ler mais sobre a Historia do Fiat 147 no Brasil consulte:

    http://www2.uol.com.br/bestcars/classicos/147-1.htm
     
  5. Eu tambem não, alias se reparares adquiri recentemente um para restauro que esta na primeira fase (a de o colocar na estrada).

    Estes carros são de certa forma desprezados não sendo considerados verdadeiros classicos ou até classicos de 2º (ainda bem para nos que gostamos destes carros).
     
  6. o da 3ª serie, tinha muito plastico!

    ainda nao chegou o tempo deles

    o meu era branco. a matricula era o CE-00-78
    nunca mais o vi
     
  7. O 127 foi um grande carro da Fiat. Um sucesso em Itália e em Espanha e no Brasil era o 147,, mas com um motor diferente, enquanto na Argentina Sevel 127.
     
  8. Eram excelentes máquinas, tive um carro desses branco, fartou-se de fazer caminhos velhos, troços onde habitualmente passava o Rally de Portugal, sem duvida um "rei"

    Um abraço
     
  9. o 127 é um estradista.

    aliás, tanto o seu antecessor (600), como os sucessores (UNO e PUNTO) sao estradistas por excelencia!
    Pau pra toda a obra.
     
  10. eu não so proprietario de um fiat 127, mas é um carro que admiro muito e não concordo com a historia do patinho feio, há carros muito piores...
     
  11. Ruben, o 127 nem é um "pior". É um classico popular "melhor"
    A 3ª serie e que nao me deixou grandes recordaçoes mas nao é por isso que 3 geraçoes de carros ficam em cheque!
     
  12. Um grande carro, por isso é que o Vitor comprou um...ou julgam se não fosse bom que ele o tinha comprado??? :D:D
     
  13. assim que sejam horas decentes, eu ja posto a informaçao que tenho na cabeça!!!

    livros tecnicos da epoca, publicidades, numero de carros produzidos...etc etc

    ainda hoje tive a falar deles com um proprietario!!!:D pois toda a gente aqui na zona sabe ou conhece o 127 branco :D
     
  14. Isso do 127 ser um patinho feio é um pouco verdade, mas foi o primeiro carro em que eu andei e ainda me lembro da matricula dele (on-16-15)...
    Foi o meu carro de infância, neste momento estou a começar a restaurar um 127.
    Só quero dizer mais uma coisa 2º carro mais visto deste portal é um 127!!!!
     
  15. Nunca pensei ter um 127 mas trata-se de um classico muito giro e divertido de conduzir
    é impressionante pela resistencia é quanto a mim só peca pela má qualidade de chapa.
    ( como todos os fiat posteriores a 1971).
    O motor já vem do velhinho 600 com provas dadas.
    Uma curiosidade sabiam que o desenhador do 127 nunca chegou a conhecer a sua criação? morreu jovem pouco depois de ter feito o desenho.
     
  16. Pois o mesmo digo eu do pessoal que compra 4Ls, è com elogios destes que nós reconhecemos os amigos...:D:D:D:D:D

    Por esse elogio mereces que te pague um copo.... (deixa subornar o comissario):D:D:D
     
  17. Eu com tanto copo oferecido, vou deixar de construir a garagem e começar a construir uma adega :D:D:D
     
  18. Estas a construir uma garagem????
     
  19. Não...o_Oera bom:oo
     
  20. Epa, faziamos já societe... JOVI - Peças muito usadas e defeituosas para carros muito velhos, quero dizer, extremamente usados....:D:D:D
     
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