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Stutz Bearcat

Tópico em 'História e Cultura' iniciado por Vitor M G Lopes, 24 Set 2008.

Tópico em 'História e Cultura' iniciado por Vitor M G Lopes, 24 Set 2008.

  1. O Bearcat foi um descendente directo dos carros que Harry Stutz desenvolveu para participar nas primeiras corridas de Indianapolis 500.
    As demonstrações bem sucedidas em 1911, deram origem a um slogan do Stutz: «O carro que conquistou o exito num só dia».
    O Beancart partilhava a mesma configuração básica e o eixo tranversal montado à rectaguarda sendo que a corraçaria poucas diferenças tinha das dos carros de corridas da altura.
    O seu principal rival era o Mercer Raceabout. O resistente e carismatico Stutz sintetizava a era despreocupada dos carros desportivos de dois lugares.


    Rodas de raios opcional:
    Do equipamento padrão para o Bearcat faziam parte rodas do tipo artilharia em madeira, com aros destacaveis, mas podiam aplicar-se rodas de raios como opção.
    Estas tinham a vantagem de ser mais leves, facilitando as mudanças de rodas, mas tambem signficava que se tinha de transportar rodas sobresselentes completas em vez de apenas os aros e os pneus.

    Travões de tambor à retaguarda:
    Como era normal em carros da epoca antes da Primeira Guerra Mundial, o Bearcat tinha apenas travões traseiros.
    Eram do tipo de tambor e o travão accionado pelo pé era auxiliado por um travão de mão.

    Assentos em forma de tina:
    Os assentos em forma de tina eram utilizadosnos carros de desporto como o Stutz Bearcat e o Mercer Raceabout, a fim de manter o condutor e particularmente o passageiro, que não tinha aonde se agarrar, na sua posição.

    Pára-brisas de monóculo:
    A unica barreira entre o condutor do Bearcat e o turbilhão de vento que o tentava arrancar do carro era um monóculo, aparafusado à coluna de direcção.
    Os condutores eram aconselhados a usarem óculos de protecção, em vez de confiar apenas na eficacia do pequeno pára-brisas.


    Mecanismo de avanço/atraso:
    Não existia ajustamento automatico do tempo da ignição nos carros antigos, o avanço e atraso era alterado pelo condutor atráves de um controlo no volante.
    A ignição avançava à medida que que aumentava a velocidade do motor.

    Coluna de direcção sólida:
    A segurança de um carro nem sequer era um conceito antes da Primeira Guerra Mundial, a coluna do Bearcat era um eixo extremamente sólido.
    Felizmente em caso de acidente o condutor era normalmente atirado para fora do carro antes que pudesse sofrer muitos danos.


    Motor Wisconsin com cabeça em «T»:
    Stutz fabricava os seus próprios motores para o Bearcat e comprava-os em fabricas da companhia Wisconsin.
    Utilizava-se uma cabeça de quatro cilindros em forma de «T», por outras palavras, as valvulas de admissão encontravam-se num dos lados do bloco e os escapes no outro.
    A cilindtrada era de 6388 c.c. e a potencia de saida era de 60 cv a 1.500 rpm.

    Eixo traseiro transversal:
    A caixa de três velocidades do Bearcat era montada à rectaguarda, em unidade com o eixo e a transmissão final. Isso ajudava a igualar a distribuição de peso mas tornava o eixo muito mais pesado, dificultando o controlo das molas e amortecedores traseiros.

    Amortecedores de fricção:
    Quando o Bearcat foi construido, os amortecedores hidraulicos ainda não se tinham desenvolvido e o movimeto das molas era controlado através da fricção entre as lâminas das molas e por amortecedores de fricção ajustaveis.

    Medidor de temperatura exterior:
    Partindo do principio que o condutor teria uma excelente visão, poderia verificar a temperatura da água do motor através do «Boyce Motometer» no cimo do radiador.

    Alavancas de mudanças e de travão de mão:
    Uma localização exterior para a alavanca de mudanças era a norma para os carros como o Bearcat, e ainda levou algum tempo até serem mudadas para a parte central do carro.

    Elevada altura máxima ao solo:
    A combinação de rodas altas e da montagem das molas em lâminas semielípticas montadas no topo dos eixos (em outros designes, estas passavam sob os eixos), serviam para aperfeiçoar a altura maxima do Stutz e manter o vulneravel eixo transversal traseiro a salvo dos caminhos perigosos.
     

    Ficheiros Anexados:

Código de Verificação:
Rascunho Salvo Rascunho removido

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