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Revista Topos & Clássicos - Dezembro 2015

Tópico em 'Imprensa e Publicações' iniciado por João Luís Soares, 13 Dez 2015.

Tópico em 'Imprensa e Publicações' iniciado por João Luís Soares, 13 Dez 2015.

  1. Achei por bem abrir um tópico sobre esta edição da revista.

    Ainda há coisas a melhorar a vários níveis, mas se isso for sendo feito ao longo do tempo, irão concerteza em bom caminho.

    Ainda há demasiados "encontrinhos" de clubes, por exemplo.

    Mas o que me leva a falar sobre esta edição são os pontos positivos que li.

    Para começar, meramente por gosto meu, adorei o artigo sobre a Kawasaki GPZ 900. Sempre adorei a marca e esta mota é especial...

    Depois tenho de destacar a pertinência do tema FWD vs RWD de que já falamos muitas vezes aqui no Portal e nas Conversas de Garagem.
    A escolha dos exemplos (Peugeot 205 Gti e Mazda MX-5) é particularmente feliz porque além de serem carros famosos pelo comportamento em estrada, são escolhas comuns para quem entra no mundo dos clássicos através dos youngtimers.
    A comparação está elogiosa para ambos os carros e a conclusão de que é impossível concluir, além de evidente, é explicada ao longo do artigo e culmina com humor.

    A título ainda mais pessoal tenho de destacar o artigo "Correio do Leitor". É um relato apaixonado sobre o restauro de um Citroën DSuper de 1970 que começou em 2005 e que está agora a caminhar para a fase final.
    Torna-se pessoal porque conheço bem o carro e o local onde se encontra, conheço o elevador que o levanta, as ferramentas que trabalham nele e os manuais que são consultados.
    Além disso tenho o prazer de já ter aprendido muito com o dono do carro, com que partilho algum tempo de volta dos clássicos.

    Outro tema que saliento é o artigo sobre o Fiat 128 Sport L de matrícula portuguesa que foi comprado pelo Jerry Seinfeld e que, antes de ir para os EUA, foi testado pelo Hugo Reis.
    Gostei da forma desassombrada como fala do carro e da história associada à compra.

    Antes de terminar, mais 2 pontos.
    Um deles é o destaque obrigatório ao artigo "Conversas sobre os Alba" do nosso Francisco Lemos Ferreira. Este artigo resulta dos diálogos com António Augusto Martins Pereira, criador dos Alba, e contém vários factos interessantes, alguns deles já partilhados cá no Portal. Este artigo é apenas a 1ª parte. Promete...

    Finalmente, tenho de dar os parabéns ao nosso David Silva pela estreia da secção "Sem travões".
    Faz falta que haja alguém a escrever sobre clássicos com humor. Se esse alguém tiver o conhecimento e a curiosidade para pesquisar que o David revela, ainda melhor. Venham mais, irmão!

    Resumindo, dei o dinheiro por bem empregue e estou a gostar da leitura.
     
  2. João, assim sendo, vou comprar!
    Obrigado pela partilha.
     
    David Silva gostou disto.
  3. Olha, eu assinei essa revista. Gosto da maneira apaixonada com que escrevem os artigos. Mas acho que ainda têm muitos pontos a melhorar. Ao nível de erros dão muitos, ao ponto de se esquecerem de trocar o título de um artigo.

    Entretanto já aqui no portal li uma crítica ao artigo do Fiat 128 Sport. Que está cheio de erros...

    Mais ainda assim gosto da revista, lá está pela forma apaixonada que escrevem. E também porque acho que a concorrente, a Motor Clássico peca por escrever muito sobre provas e corridas, que não é o que me entusiasma mais.
     
    #3 Nelson C. Santos, 15 Dez 2015
    Última edição: 16 Dez 2015
  4. Os erros só serão corrigidos se os criticarmos de forma construtiva, claro.

    Relativamente ao artigo do 128...
    Normalmente aparecem artigos com carros que estão à venda em conhecidos stands do país, mas este já tinha sido vendido e ainda por cima a uma estrela mundialmente conhecida. É uma história interessantíssima.

    Quanto à crítica ao artigo, não sei. Sei que o artigo tem erros que já vi explicados noutro local pelo autor.
    Não são assim tantos erros, no entanto.
    Em contrapartida, deixo a pergunta: Quando foi a última vez que uma revista portuguesa fez um artigo sobre um Fiat 128 Sport L?
     
  5. Penúltimo foi Julho de 2008 a própria Topos e Clássicos com um artigo meu de várias páginas. Com alguns erros também fruto da minha inexperiência. :)

    Topos1.jpg

    E a última foi a MC também um artigo meu em Janeiro de 2010. A foto foi tirada para a revista ClassicCars.

    MC 128.jpg

    Tenho alguma legitimidade para ter falado do artigo. :)

    - Tenho todas as Topos e Clássicos desde que comecei a comprar em Novembro de 2004.
    - A pancada dos 128 deve a culpa a uma Topos e Clássicos. :)
    - Há alguns 128 na garagem, 4 deles actualmente são 128 Sport Coupé L 1300 como o do artigo.

    Adorava a arrastadeira quando era miúdo, hoje chamo-lhe Traction Avant. Folheei um dia a revista num acaso e vi um 128 daqueles que o meu Pai tanto falava e que sempre achei que era uma porcaria. Comprei a revista e no dia seguinte estávamos no Algarve com esperança que fosse mesmo o dele. Não o comprei, mas meses depois comprei o meu 1º Fiat 128.antes de ter a carta.

    topos.jpg
    DSC01702.jpg

    Era este, não sei onde anda. Quando o vi estava em cima de 4 troncos de árvore, meio desmontado algures num terreno em Estói. Mais tarde foi trocado a um Mercedes velho.

    p384086_3x.jpg

    Quanto ao artigo já manifestei a minha opinião aqui no fórum.

    São demasiados erros. Quando se refere ser tracção atrás é grave, ainda por cima na ficha técnica que é a informação que muitos retém à priori e está praticamente toda errada. :(

    Era para ter ido no sábado ao Porto mas infelizmente não consegui, gostava de ter visto o carro pessoalmente antes dele apanhar o avião. :( E sobre ele não há grande discussão, foi o mais original à venda até hoje em Portugal.

    A opinião pessoal do autor nunca coloquei em causa. :)

    A MC também testou um Rally que tinha problemas de motor e não andava, foi referido no artigo. Este já se disse como tinha só 60 mil km em 40 anos está preso o motor. Que não se apertou porque já estava vendido, percebo perfeitamente desde que tivesse sido referido no artigo. Um 128 1300 tem uma grande diferença face ao 1100, aqui no fórum o @Paulo Sergio Carvalho pode falar porque tem os dois motores em carroçarias iguais. O carro tem 75cv ás 6600 rpm, é preciso ser espremido e quem não está habituado ao inicio pensa que está a partir o carro. Nesta equação depois entram muitos factores, os pneus largos num 128 como o @Eduardo Relvas diz imensas vezes por aqui mata o carro. E depois não terá uma caixa de velocidade de Fiat Uno, problemas no motor, etc?!?

    Há 10 anos não se falava de 128. Entretanto o Fernando Soares deu 50mil euros por um para correr, já lhe emprestei peças, antes ainda veio o simpático do Paulo Lagoa que um dia me ligou para ir ao Estoril na 1º corrida com o meu para umas fotos e capotou logo nesse dia. E há ai mais uns quantos em preparações onerosas e bem pensadas. O paradigma deles tem vindo a mudar, tenho vindo a descobrir deles a partilhar garagens com carros com outro pedigree. Os 128 Rally por exemplo há excepção do meu e mais um ao outro estão todos em colecções onde há Ferraris, Lamborghinis e Ford Escort por exemplo. :) São carros simples mas que mexem com muita gente. :) O Americano não é parvo. :)

    Quantas pessoas há no fórum com 128? Gostava de os ver falar. Há aqui mais de 5 pessoas cada uma com mais do que um 128, há quem tenha aqui 15/20 mil € enfiados num 128, e tenha repetido o mesmo noutro. :) Quem ande com eles desde tenra idade e tenha várias versões, quem anda no dia-a-dia, com projectos para restaurar, filho de quem comprou um novo e ainda o tem, quem tenha carros de 400 cv e 128´s, quem guarde os 128 na sala, etc. :p Recebi muitos telefonema e muito se falou do artigo.

    O ano passado fiz mais km de Mégane RS Trophy do que no Fiat. Como já aqui referi mesmo temendo ser gozado, tive mais orgasmos no Fiat do que no Renault. O barulho, o calor, o feeling mecânico, o querer do carro andar sempre em regimes elevados. O envolvimento e o parecer estar ainda andar mais depressa do que realmente estamos. Dei esse exemplo para elucidar que ao contrário do que eu próprio pensava alguns anos a potência não é tudo. Claro que tem muitos defeitos e não foram referidos no artigo, é preciso contextualizar o carro na sua época também, era muito mais barato do que um Fulvia 1300 ou um Alfa e acompanha os muito bem. :p

    Quem fala sempre é que fica mal visto... :( Eu sou suspeito para falar, afinal de contas até de tractor gosto de andar. :)



    E já agora a revista Topos e Clássicos deu um grande salto qualitativo. Gostei de ver o artigo do Francisco por quem tenho uma especial consideração. E claro o artigo do David que também conheço pessoalmente e sei que não é "Brown". :p
     
  6. Bom, vocês ainda me vão fazer comprar essa revista, da qual não compro um exemplar provavelmente desde a década passada...
     
    Nelson C. Santos gostou disto.
  7. Eu não a digitalizo nos próximos meses, tem mesmo que a comprar. :)

    Uma vez um amigo meu levou fotocópias de um livro para uma aula prática. Esqueceu-se que o autor era o próprio professor. :p
     
  8. João, a história toda não interessa muito para o caso.

    Quanto à transmissão do 128, o Hugo Reis passa o artigo todo a referir-se à tracção à frente e depois esse erro aparece no fim. Ele já referiu que a ficha técnica foi mal copiada. É uma desculpa e para mim basta-me.
    Todo o artigo contraria uma parte dos erros da ficha técnica.

    Se alguém é induzido em erro pela ficha técnica, então é porque não leu o artigo e das duas uma: ou não lhe interessa o carro, ou não lhe interessa o conhecimento.

    Quanto ao facto do motor não se despachar, é a realidade daquele carro. Erros do passado? Caixa errada? Não sabemos.
    Eu tive um Lampredi 1116cc (Ritmo) e sei bem que ele só acorda a rotações altas. E também sei que, se andasse com um já vendido, andaria sempre dentro dos limites razoáveis. Nem todos temos de saber que para um motor desses a vida começa depois das 4500 rpm e vai até quase ao dobro em alguns casos.

    Se aparecer um artigo algures sobre o Fiat 1500, eu também vou encontrar erros. Já aconteceu num que li na Gazoline.
    Os jornalistas têm de se informar, mas não podem "engolir" os manuais da Haynes de todos os carros...

    Resumindo, o artigo tem claramente pontos a melhorar ou erros a corrigir, se preferirmos, mas é de louvar alguém ter-se dado ao trabalho de contar a história de um "mísero" Fiat 128 que foi comprado por um gajo rico dos EUA. E contaram essa história vista pela prespectiva mais interessante: a do condutor.
     
    Nelson C. Santos gostou disto.
  9. Vai a uma estação de serviço e passa os olhos. Não só nesse artigo mas no FWD vs RWD. As diferenças para a imprensa estrangeira são enormes e incomparáveis, mas gostei do que li. Esse artigo toca em muitos dos pontos que conversamos em ON e em OFF nas Conversas de Garagem.
     
  10. João Luís Soares não podemos comparar o nosso mercado. Muito fazem eles num Portugal pequenino com uma revista muito especifica onde há mais duas concorrentes e gente que as lê nas estações de serviço. :)

    Os olhos na estação de serviço é só passar na capa! :p

    "Ainda há demasiados "encontrinhos" de clubes, por exemplo." Mas depois quando aparece algo do Portal ficam(os) todos contentes. Para a maioria dos coleccionadores pesados não passamos de um grupo de miseráveis sem nada para fazer com carros sem interesse nenhum. :p

    Eu nunca critiquei a opinião do Hugo. Compro a revista, gostava de uma rubrica que ele tinha na outra revista e acho que ele se safa bem a escrever.

    Agora os erros como referi são muitos. E depois há os preciosismos de quem conhece o carro e os erros ortográficos por exemplo, que até nem dou importância.

    - É tração à frente. :p

    - Não tem discos atrás. Mas até a própria Fiat achava que tinha tal é a travagem dele.



    - Tem servo-freio

    - Comprimento errado

    - Suspensão dianteira e traseira está profundamente errada a descrição, as molas são helicoidais e não de lâminas na frente, atrás a mola de lâminas é só uma e transversal.

    - Não tem barra estabilizadora

    - Dizer que é um dos modelos mais marcantes dos anos 60 não é muito correcto, os primeiros 128 são de 1969. Alias é carro do ano em 1970 e é nessa década que se afirma.

    - Quem não tiver alguma cultura Fiat pensa até que o "rally" é um carro de rally, não há uma contextualização da versão.

    - Fala-se do 1100 mas compara-se o peso com o Rally? A diferença até está errada

    - Julgar um carro que tem pneus largos é logo muito injusto.

    - O carro é de que ano?

    - As citações do Seinfeld parece-me duvidosas.

    - E claro que é preciso apertar com ele, não é defeito é feitio. E isso pode ser severamente criticado. É horrível andar com carro em AE por exemplo, a visibilidade para trás é anedótica, etc.


    Nunca fui mal educado, nem coloquei as capacidades de quem o conduziu em causa. Agora que o carro não estava bom ou não andou a sério por já estar vendido é que questionei e com toda legitimidade.

    O rally testado na MC por exemplo andava todo embrulhado. E nunca ficou bom até hoje.

    Isto faz-me lembrar aqueles debates do futebol, fala-se horas e não se diz nada. Clubismo, fanatismos, paixões. Eu odeio futebol mas adoro os 128 sem a Fiat ser a minha marca de eleição. Ontem tinha 8 128 e espero a vir ter uma carrinha e um AS. Sou membro no fórum há anos, muitos sabem onde vivo até. Achei que devia dar a minha opinião sem usar a "Búfalo".

    As fotografias são sublimes. :)

    Isto por escrito as pessoas sentem-te todas ofendidas e melindrosas.

    Em Janeiro volto a comprar a revista.
     
  11. João, no essencial estamos de acordo.

    Quanto a ficar contente se aparecerem encontros do Portal, concordo. Ficamos contentes porque é para ficar. Se não aparecerem, dá-me igual.
    Quanto aos coleccionadores pesados, se forem gente que anda com os carros, que suja as mãos neles e que até aparece num encontro informal sem peneiras, porreiro.
    Se têm 327 carros todos pipis fechados numa garagem com AC e desumidificador e fazem no total uns 5000 km por ano neles, então sim, são pesados. São pesados porque são um fardo! :D:

    Os erros que referes aparecem na maioria na ficha técnica. A ficha técnica é desculpa? Claro que não. Deviam ter revisto isso. Mas se é a errada, todos os dados vão estar errados.

    Eu sei que para testar um 128 é preciso apertar com ele. Já tive esse prazer. Mas se ali não se podia, o que é que podem inventar?

    Eu sei que os 128 calçam pneus finos (145, certo?), mas se este trazia pneus mais largos, não os iam mudar para fazer o teste...

    Tendo em conta as condições, penso que o balanço é positivo.

    Por mim, tal como tu, estarei cá para apoiar quando puder e para criticar construtivamente quando for caso disso.
     
  12. Apenas vou comentar o seguinte;

    - Acho que a revista melhorou, e continua a melhorar, agora compro regularmente à um ano atrás talvez fosse uma por ano;
    - Acho que utilizam/testam/falam de veículos mais comuns e "terrenos" para o mercado Português;
    - Gostei do FWD vs RWD;
    - Gostei do "humor sem travões";
    - Gostei muito de ler a rúbrica "informal" do Francisco Lemos Ferreira;
    - Penso que realmente aparecem mais erros ortográficos e outros do que o desejável.
    - Adorava a rubrica que o Hugo Reis tinha numa outra revista onde era sempre a 1ªcoisa que lia.
    - Se está a melhorar penso continuar a comprar!
     
  13. É verdade que fiz a minha estreia como colaborador da Topos e Clássicos na revista de Dezembro . O Hugo Reis cometeu a loucura de me convidar a escrever numa secção chamada "SEM TRAVÕES" naquilo que deveria ser um artigo de 4 páginas. O entusiasmo foi tal que teve de me ceder 7. Inspirado na própria criatividade do Hugo, pretendia um texto de leitura fácil e com humor, com algumas verdades inconvenientes e muita "especulação"! O tema de Dezembro foi "Os Babymakers". O de Janeiro promete ser mais controverso. Aguardo o vosso feedback! Abraço a todos!
     
    Nelson C. Santos gostou disto.
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