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Race Of Gentlemen

Tópico em 'O nosso hobby: Clássicos' iniciado por Eduardo Relvas, 6 Nov 2012.

Tópico em 'O nosso hobby: Clássicos' iniciado por Eduardo Relvas, 6 Nov 2012.

  1. No passado dia 20 de Outubro, o Oilers Car Club (um clube de hot rodders), de New Jersey, organizou um evento deveras original... um dia de corridas para máquinas pré-guerra, em plena... praia!
    Foram meses de planeamento e autorizações para aqui e para ali, mas o resultado fala por si mesmo... nada foi deixado ao acaso. Desde os cartazes ao estilo da época, passando pela cabine do comentador, e os próprios espectadores e as suas máquinas paradas na marginal, tudo encaixou na perfeição.

    Bem, mas vou-me deixar de conversas e deixo-vos disfrutar as imagens deste evento por vossa conta...

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    Mais umas máquinas no parque em frente à praia...

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    Isto é só uma pequena amostra... a internet continua a encher de fotos deste dia. Um "pequeno contratempo" chamado Sandy é que entretanto redesenhou um bocado o cenário...

    Um abraço a todos!
     
  2. Espectacular. :wub: :wub:

    Abraço
     
  3. Muito, muito bom!

    Carros bem engraçados, cenário espetacular e fotos do melhor!
     
  4. Adorei... obrigado pela partilha Eduardo!
     
  5. É só areia na engrenagem! Adorei o evento, isto sim é dar uso às máquinas.
    Entretanto tive a ver um video do evento, fica o link para quem quiser: http://vimeo.com/52123950
     
    francisco mata gostou disto.
  6. Luís,

    Nem mais, a ideia é mesmo essa. Os americanos e os ingleses estão milhas à nossa frente nesse aspecto, há muito que perceberam que o verdadeiro estímulo das máquinas é serem usadas para o que era o seu intuito original, ou seja, serem gozadas em movimento.

    E como podem ver, não estamos a falar de bilionários... mas sim de gente comum. Gente que tem máquinas fora de série, sim, mas muitas delas construídas pelas próprias mãos (a esmagadora maioria destas máquinas foram construídas nos últimos anos, embora não o pareçam, porque a ênfase está em funcionar, e não em ser reluzente), logo não custaram uma fortuna. Mas são gozadas a sério.

    É este lado mais ligeiro (e ao mesmo tempo sério) dos clássicos que ainda falta muito em Portugal...

    Um abraço!

    P.S.: Obrigado pelo vídeo. Eu não quis pôr muito de uma vez para não sobrecarregar muito a página, mas já tinha visto. Há milhares de fotos e vídeos do evento a aparecer por todo o lado.
     
    Luis Cristovao gostou disto.
  7. Pois, a minha intenção foi só colocar o link para não sobrecarregar, mas estes foruns modernos fazem logo o preview automático...

    Não resisti por o video, a musica que sai daqueles motores é brutal!
     
  8. Obrigado pela partilha.
    Isto em Portugal era impensável...
    Não podemos estragar as dunas, mas há quem abata sobreiros aos milhares.
    Estas leis só valem para o cidadão comum...
     
  9. Isto sem é usufruir de um clássico ;)
     
  10. Eduardo,

    Obrigado pela partilha.

    Fabuloso, dos carros aos diversos suportes de comunicação, muito bem feitos no espirito da época sem cairem no kicth "classico moderno" (tipo Fiat 500 e VW Beetle) passando pelas excelentes ondas. Deve ser um cenario interessante, apanhar umas ondas com a banda sonora dos "V8 & Friends".

    Quanto ao carros serem para andar, nem preciso de dizer o que penso.

    Já o Museu do Caramulo é que não ia achar muita piada, o engenheiro "conhó" que faz a certificações de interesse histórico e fala na televisão sobre catalizadores mais a amiga que fez 3 posts aqui sobre o Taunus da familia (maravilhosamente restaurado com ajuda do "Sr Engenheiro") devem estar horrorizados.

    nuno granja
     
    francisco mata gostou disto.
  11. Pois, e eu nem preciso de te dizer o que penso dessa gente... acho que temos sentimentos semelhantes em relação a eles! :lol:

    Como disse lá em cima, é pena que Portugal ainda viva os clássicos com essa mentalidade... e essa gente é uma cambada de idiotas, que faz mais mal ao movimento que tudo o resto. Os clássicos não são uma sentença, mas com esses tipos até parece.

    Faz-me lembrar outro dia que estive a ler uma entrevista com um tipo dos responsáveis pela Ferrari Classiche, o serviço de certificação dos clássicos, que dizia que para ter certificação tinham de estar correctos até ao último pormenor, e isso obrigava a tirar milhentos pequenos detalhes que tinham sido melhorados ao longo dos anos... até os tubos de gasolina tinham de ser correctos! Ou seja, negam-se décadas de evolução e melhorias técnicas só para ter um certificado idiota? Que muita gente via estes carros como simples obras de arte já eu sabia, mas querem mesmo convencer toda a gente a ter os carros parados... por favor! Não há melhor maneira de apreciar um Ferrari pelo que ele é do que vê-lo e senti-lo a fazer aquilo para que foi feito!

    Ninguém tem de ser mártir de um clássico, acima de tudo vale o prazer que nos dá, seja ferrugento, modificado, melhorado ou o que quer que seja. Desde que esteja de saúde a nível funcional, o resto é com cada um, e que os gozem acima de tudo!

    Um abraço!
     
    nuno granja gostou disto.
  12. Boas,muito obrigado pela partilha,desconhecia tal evento...
    Eduardo e Nuno,estou perfeitamente de acordo convosco e até me atrevo a dizer que quanto mais alterações tiver um classico,mais importante será para o seu dono...com o passar dos anos e das avarias,classico e dono,estão cada vez mais em armonia,e cada alteração é como uma lição de melhoramento.
    Se os classicos falassem,nao pediriam para ficar em casa!
    cumprimentos
     
    francisco mata gostou disto.
  13. Francisco,

    A questão fundamental das alterações é simplesmente a de não descaracterizar o carro em face do seu historial. Para mim, não me incomodam alterações nenhumas desde que se respeite isso. Agora ver jantes modernas em carros dos anos 50, isso dá-me à volta ao estômago.

    Se reparares, todas estas máquinas são modificadas, nada disto saíu de fábrica como ali se vê. Mas todas foram alteradas quer pelo tempo (falhas de pintura, ferrugem, etc.), quer por donos entusiásticos que os foram construíndo aos poucos segundo o seu gosto e os pedaços que vão aparecendo, mas sempre respeitando a era da qual são originários. Não há peças de catálogo à vista, nem jantes de liga leve nem nada dessas tretas. Qualquer um deles poderia ter saído de uma foto dos anos 40.

    Não quer dizer que não se melhorem aspectos funcionais, mas devem ser coisas que, se possível, sejam invisíveis, e que não descaracterizem a máquina em termos funcionais. Qual seria a piada de ter um clássico que se conduz tal e qual a última geração de plásticos? Nenhuma. Se se puder manter na totalidade o charme e carácter originais, e melhorar apenas a fiabilidade e segurança de operação, perfeito.

    É esta a minha opinião, e é o que tenho seguido com os meus carros. Se reparares no meu 124, por exemplo, a única modificação visível é a do volante, mas é de um modelo contemporâneo do meu na marca. Por baixo há mais algumas modificações, mas foi tudo feito de forma discreta: tem alternador em vez de dínamo, ignição electrónica, faróis de halogéneo, bomba de gasolina eléctrica, bomba de travões de circuito duplo em vez de simples, etc. Nada que descaracterize ou altere a maneira de conduzir e sentir o carro, mas a fiabilidade e a segurança foram dramaticamente melhoradas. Assim tens uma máquina que é uma viagem no tempo, mas não te deixa constantemente preocupado.

    Claro que tudo isto é sempre discutível e em boa parte uma questão de gosto, mas que há boas e más modificações, isso não há dúvida.

    Um abraço!
     
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