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" Oito mil kilómetros ao volante do conjunto Toyota Corolla 1200 Coupé / Sprite 400 "

Tópico em 'História e Cultura' iniciado por Nuno Gardete Correia, 28 Out 2010.

Tópico em 'História e Cultura' iniciado por Nuno Gardete Correia, 28 Out 2010.

  1. " Oito mil kilómetros ao volante do conjunto Toyota Corolla 1200 Coupé / Sprite 400


    By João Gardete Correia


    Há já bastante tempo que desejava fazer uma viagem de campismo a República da África do Sul, e assim propusemos marcá-la para o dia 8 de Março de 1974.

    O itinerário seria : Nova Lisboa – Cape Town – Nova Lisboa, com um total de cerca de oito mil kilómetros .

    A minha intenção era comprar em Windhoek no sudoeste africano, uma caravana, a fim de a viagem se tornar mais confortável e económica, por haver bastantes parques de campismo e com muito boa assistência.

    Decidi-me então pela Sprite 400, a caravana ideal para o meu Toyota Corolla 1200 Coupé de 1166 cc e de 73 HP ( SAE ).

    Houve muita gente que se mostrou céptica e duvidosa quanto ao êxito da viagem, principalmente devido à alta kilometragem do carro, que no momento tinha cerca de 74.800 Kms.

    Não desencorajei e parti.

    O meu Toyota em três anos de uso intensivo em boas e más estradas de África nunca me causou problemas e nunca necessitou de oficina, a não ser as revisões até aos 10.000 Kms, desde essa altura nunca necessitou de oficinas e toda a assistência necessária de afinação, tais como limpeza do carburador, foi feita por mim em casa. De resto ao meu Toyota nunca foi necessário substituir uma peça, sendo o carro mais resistente e económico que tenho tido.

    Já tive carros de várias marcas, e por fim e pela primeira vez um Toyota, que me pegou a doença, de que quem tem um Toyota, terá sempre um Toyota na sua vida, sendo talvez por isso que em Angola é a marca mais vendida.

    O meu Toyota está equipado com jantes “Cosmic” 5x12, com pneus 175x12, e com amortecedores traseiros “ Gabriel “ reguláveis.

    No que respeita a pesos, iniciamos a viagem com 80Kg de bagagem e quatro adultos, dois casais que pesavam cerca de 270Kg, sendo o total de carga de 350Kg, que somados aos 745Kg do carro perfaziam um total de 1.095Kg.

    A nossa primeira etapa, Nova Lisboa – Sá da Bandeira, foi bastante rápida devido a que a estrada é toda asfaltada e de bom piso, mas com bastantes curvas. Assim fizemos o trajecto a cerca de 120/130 Km/h, tendo o nosso Toyota consumido 35 Lts em 437 Kms, com uma média de 8 Lts/100.

    Pernoitamos em Sá da Bandeira tendo saído para a fronteira por volta da hora do almoço.

    Esta segunda etapa foi feita mais devagar, a cerca de 100/120 Km/h, não devido ao piso da estrada, que é bastante bom, praticamente se curvas nem montanhas, mas que devido a presença de gado bovino em abundância, a viagem tornava-se um pouco perigosa. Chegamos à fronteira em Santa Clara consumindo 32.8 Lts em 443 Kms o que equivale a uma média de 7.4 Lts/100.

    Na fronteira do lado de Angola, avisaram-nos de que tínhamos de encher o depósito de combustível da viatura devido às restrições de gasolina existentes na República Sul Africana. As bombas de gasolina fecham todos os dias úteis das 18h às 6 da manhã do dia seguinte, e ao fim de semana, das 18h de sexta-feira às 06h da manhã de segunda-feira. Não é permitido transportar qualquer depósito extra com mais de 10Lts. No que respeita a velocidade máxima, a mesma é de 80 Km/h.

    Como era sexta-feira, e portanto devido às restrições em vigor, enchemos os depósitos de gasolina do nosso lado, mas quando nos despachamos já a Alfândega Sul Africana se encontrava fechada, porque do lado de lá era uma hora mais tarde. Então quando pensava-mos já pernoitar em Santa Clara, as nossa mulheres teimaram em pedir aos Sul Africanos que nos abrissem a fronteira, o que conseguiram. Geralmente quendo as mulheres querem alguma coisa, quase sempre o conseguem.

    Foi precisamente ao entrar na República Sul Africana que encontrámos pela primeira vez a estrada em terra e em muito mau estado, talvez devido às chuvas. Este caminho prolongou-se até Ondangwa, a cerca de 70 Km, onde começa a boa estrada asfaltada e sem qualquer trepidação.

    Devido ao adiantado da hora decidimos pernoitar em Tsumeb, a cerca de 329Km da fronteira.

    Nessa tarde e noite, chegamos a Tsumeb cerca das 24h, fizemos 772Km nesse dia e estávamos deveras arrasados, procurámos um hotel e dormimos como pedras.

    Uma coisa podemos já notar, e que a velocidade permitida na República Sul Africana é muito baixa, principalmente para nós que em Angola não temos limites de velocidade para turismos.

    De salientar também que as restrições de combustível prejudicam bastante os turistas como nós, pois em Angola não havia restrições de gasolina. No que refere a preços, são mais os menos os mesmos, só com a grande diferença de que em Angola a gasolina é de cerca de 76 octanas e na República só utilizavam a de 93 ou 98 octanas.

    No terceiro dia de viagem e terceira etapa, com era sábado e não se vendia gasolina, fizemos as nossas contas e verificamos que com a gasolina existente no depósito era demasiado arriscado e teríamos que pedir alguns litros a algum comerciante português, que os há em quase todas as cidades do mundo. Como não podia deixar de ser, na África de Sul não fogem à regra e há portugueses espalhados por todo o lado, normalmente trabalham na mesma profissão e são proprietários de supermercados. Estão sempre prontos a ajudar todo e qualquer português que por ali passe e precise de ajuda. Assim, a meio do caminho conseguimos 10Lts para chegam a Windhoek.

    Nessa última etapa não nos foi possível fazer a média de consumo, por ser sábado, de maneira que com o que nos restava de gasolina passamos o fim-de-semana a visitar os pontos turísticos de cidade.

    Na segunda-feira ao fazer a média verifiquei estupefacto que a minha máquina havia percorrido desde a fronteira 940 Kms dos quais 150Km em cidade, com média de estrada-cidade de 6 Litros, o que me fez ficar ainda mais orgulhoso do meu Toyota.

    Os três dias seguintes foram ocupados em adquirir a caravana no concessionário “ Sprite “, onde consegui uma “ 400 “ pelo preço de 1485 rands, mas sem barraca.

    No que respeita ao engate, como não existe à venda o meu modelo da Toyota na Rep. Da África do Sul, tive de o mandar fazer, pelo que me ficou em 50 rands.

    A “ Sprite 400” apesar de ser leve, 486Kg em vazio e 610Kg de peso máximo, está bastante bem equilibrada, pois vem já com frigorífico a gás e a electricidade de 12 Volts, e com instalação eléctrica também de 12 volts. No que respeita a camas, tem uma de casal e dois beliches. Entre o vasto equipamento que traz, estes foram os que mais apreciamos.

    Saímos de Windhoek, em direcção de Cape Town, na quarta-feira à tarde. Ao andarmos cerca de 4Km para fora da cidade, tivemos o nosso primeiro problema como campistas, uma pedra lançada por uma camioneta partiu-nos o vidro da frente da caravana, mas lá resolvemos o caso isolando o vidro partido com um plástico. Outro problema foi com frigorífico que em andamento o gás se apagava com o vento. De maneira que cortei uns três centímetros laterais da chapa de protecção contra poeira, a fim de entrar pouco ar, e o frigorífico nunca mais parou de funcionar, quer em andamento que parado.

    Nessa quarta etapa fomos dormir perto de Mariental, tendo percorrido 343Km com 34,1 Lts fazendo uma boa média de 10 Lts/100.

    Foi a primeira vez que conduzi a reboque uma caravana e verifiquei que pouca diferença fazia, talvez devido ao limite de velocidade, pois fizemos o máximo autorizado, os 80 Km/h.

    Agradou-me bastante e foi muito útil a terceira velocidade do meu Toyota por ser muito longa, mas claro está, a viagem foi feita quase totalmente em 4ª velocidade.

    Notei também, com agrado, de que a “ Sprite 400 “ se comportava com muita estabilidade, com ventos laterais, principalmente nas zona semidesérticas por onde passamos, onde eram bastante fortes, e que em meu parecer, se deve ao seu baixo centro de gravidade, pois vem equipada de rodas de jante 10 e com pneus radiais Dunlop 145x10. Sou desta opinião, além da suspensão ser muito boa, porque não coloquei no engate qualquer dispositivo estabilizador. O engate colocado era simples, só com a esfera, mais nada.

    Na nossa quinta etapa, me Mariental a Okiep, paramos em Keetmanshoop para reabastecimento, tendo percorrido 238Km com 24,8 Lts e com uma média de 10.4 Lts/100. Talvez devido à geografia do terreno que se tornava mais acidentado, distraímo-nos e se não fosse um depósito de gasolina de reserva que levávamos, seria muito difícil chegar a Okiep. Nesta etapa percorremos desde Keetmanshoop 434 Km com 55 Lts e uma média de 11.4 Lts/100.

    De Okiep saímos de madrugada em direcção de Vanrhynsdorp, onde nos reabastecemos tendo percorrido 281 Km com 31.3 Lts perfazendo uma média de 11.1 Lts/100; daí seguimos directamente para a Cidade do Cabo, passado por Morresburg onde paramos para reabastecer, devido a ser sexta-feira e próximo das 18 horas, hora a que fecham as bombas de gasolina. Neste último percurso fizemos 246Km com 26,3 Lts com uma média de 10.7 Lt/100. Seguimos entretanto para a Cidade do Cabo, onde chagamos ao anoitecer.

    No Cabo ficamos acampados no parque de campismo de nome “ Hardekraaltjie” em Bellville, a 19 Km de Cape Town.

    Este parque que é maravilhoso, fica dentro da cidade e tem acomodações para 110 lugares, todo arrelvado, com pequena ruas asfaltadas, perfeitamente equipado, com balneários com água quente, lavandaria, campos de jogos, piscina e centro comercial mesmo ao lado, ficava-nos em 1.50 rands por dia, o que é baratíssimo.

    Na Cidade do Cabo e arredores passámos cinco dias, nos quais percorremos as zonas turísticas, mas sem a caravana, pois voltávamos sempre, ao anoitecer, ao parque. Assim nesses dias, andamos 499Km com 37.9 lts fazendo uma média de 8.5 Lt/100.

    Na madrugada do sexto dia em Cape Town, regressamos, fazendo o mesmo percurso com as mesmas etapas e mais ou menos com médias similares.

    De notar que a velocidade média de condução com a caravana nesta viagem foi de 70/80 Km/hora, na República da África do Sul e de 80/100 Km/h, em Angola, chegando a atingir em condições excepcionais os 120 Km/h, perto da cidade de Moçamedes, por onde regressámos para Nova Lisboa. De salientar que perto de Sá da Bandeira e regressando de Moçamedes, o nosso Toyota subiu, rebocando a caravana, sem qualquer problema, a serra da Chela que além dos seus 10Kms de subida, a mesma chega a atingir várias vezes os 10 % e mais, e em extensões consideráveis.

    Pois apesar da sua grande kilometragem, nem o carro aqueceu nem se esforçou muito. Quanto à lubrificação do motor sempre utilizei um óleo normal, o Móbil 30 SAE, mudando-o todos os 1.500 Km e com a caravana todos os 1.000 Km.

    Quanto ao consumo de óleo, desde novo até ao da viagem, com cerca de 83.000 Km, nunca ultrapassou o 0.5 Lt aos 1.500 km.

    No que respeita à caravana “ Sprite 400 “, esta portou-se maravilhosamente bem em qualquer situação, o que prova a sua resistência.

    Uma das provas foi a passagem de um rio perto da cidade de Moçamedes, em que as águas passavam a uma velocidade considerável, chegando a tapar completamente as rodas tanto do carro como da caravana. Sendo a corrente bastante forte, numa largura de50mt do rio, nem por isso alterou a estabilidade da caravana, o que prova bem o seu equilíbrio.

    Quanto à média total de consumo de gasolina da viatura com a caravana, ambos com carga próxima dos seus pesos máximos, situou-se a mesma em 11 Lts/100Km.

    Para uma viagem de 8.000 Km em 15 dias foi na verdade estafante tanto para as viaturas como para nós, mas os resultados e a experiência foram óptimos.

    Um dos assuntos que merecem ser citados é o das estradas Sul-Africanas serem formidáveis, tanto quanto ao piso, sem a menor trepidação, como na largura.

    Outro aspecto interessante é o que se refere à paisagem, pois para evitar que o condutor estacione na berma da estrada, por motivos de segurança principalmente, existem ao longo da mesma pequenos parques equipados com um grande chapéu de palha, uma mesa e bancos em cimento, muito agradáveis para piqueniques.

    FIM. "

    ke25africa1.jpg

    ke25africa2.jpg

    ke25africa3.jpg
     

    Ficheiros Anexados:

  2. Re: " Oito mil kilómetros ao volante do conjunto Toyota Corolla 1200 Coupé / Sprite 4

    Uma aventura fantastica.
     
  3. Re: " Oito mil kilómetros ao volante do conjunto Toyota Corolla 1200 Coupé / Sprite 4

    Quem me dera poder fazer algo parecido........esse tipo de "aventuras"/férias são sempre as melhores.

    Um abraço e venham mais dessas
     
  4. Re: " Oito mil kilómetros ao volante do conjunto Toyota Corolla 1200 Coupé / Sprite 4

    Espetacular.
     
  5. Re: " Oito mil kilómetros ao volante do conjunto Toyota Corolla 1200 Coupé / Sprite 4

    Mas que Road report dum catano :ooe aqui atesta-se mais uma vez a fiabilidade , que são estas grandes máquinas !!! Parabens pela aventura e tambem pelo Ke que mereçe e bem !! Não sei como não dei com este tópico mais cedo :oo imagino as estradas empoeiradas por ai !!
     
  6. Re: " Oito mil kilómetros ao volante do conjunto Toyota Corolla 1200 Coupé / Sprite 4

    Simplesmente espetacular :D
     
  7. Re: " Oito mil kilómetros ao volante do conjunto Toyota Corolla 1200 Coupé / Sprite 4

    que grande aventura!

    so podia ser de toyota!

    quem tem um toyota uma vez, tem um toyota pra sempre!
     
  8. Re: " Oito mil kilómetros ao volante do conjunto Toyota Corolla 1200 Coupé / Sprite 4

    Muito interessante.

    Para mim, este formato de viagem é o melhor.
    Por ser grandioso e por poder comungar da melhor forma com o carro.
    Claro que se fosse feito hoje seria ainda mais interessante já que o carro era clássico :huh:
    Obrigado pela partilha!

    Curioso também o facto de ter sido um pouco mais de um mês do 25 Abril que tantas alterações trouxeram nas nossas antigas colónias.
     
  9. Re: " Oito mil kilómetros ao volante do conjunto Toyota Corolla 1200 Coupé / Sprite 4

    "Houve muita gente que se mostrou céptica e duvidosa quanto ao êxito da viagem, principalmente devido à alta kilometragem do carro, que no momento tinha cerca de 74.800 Kms."

    Nuno, com esta kilometragem é significado de alta ??? E o meu que ja tem quase 500 mil :D:D, o meu e o de muitos outros !! Nuno, será que esse carro ainda existe :huh:
     
  10. Re: " Oito mil kilómetros ao volante do conjunto Toyota Corolla 1200 Coupé / Sprite 4

    Exacto! 74.800 é um recém-nascido!!!!!!!!!!!

    Que grande viagem! Gostava de fazer isso mas pela Europa... talvez um dia!

    Sim, Sr.
    :notworthy::notworthy::notworthy:
     
  11. Re: " Oito mil kilómetros ao volante do conjunto Toyota Corolla 1200 Coupé / Sprite 4

    Grande trip, sim senhor. Se hoje em dia fazer uma trip seja uma grande aventura, nessa época sem telemóveis e outros devia ser um espectáculo.
     
  12. Re: " Oito mil kilómetros ao volante do conjunto Toyota Corolla 1200 Coupé / Sprite 4

    Em relação à kilometragem, temos de ver que na época, um carrinho tão pequeno, ainda mais em África com temperaturas de -5º à 45º C, já éra de começar a dar o berro.

    Ainda não havia historial da fiabilidade dos Japoneses e assim mais de 70.000 kms sem problemas já éra muito bom.
     
  13. Re: " Oito mil kilómetros ao volante do conjunto Toyota Corolla 1200 Coupé / Sprite 4

    74 mil km - 1974! :D

    Grande viagem sim senhor!
    Gostei muito da forma como o expuseste no fórum ;)
     
  14. Re: " Oito mil kilómetros ao volante do conjunto Toyota Corolla 1200 Coupé / Sprite 4

    Num toyota dos novos já não arriscava a viagem...

    Os toyotas antigos foram aqueles que fizeram a marca ter o reconhecimento que tem hoje!
     
  15. Re: " Oito mil kilómetros ao volante do conjunto Toyota Corolla 1200 Coupé / Sprite 4

    Mas ás vezes a culpa não é das marcas em si, mas sim da marca que fabrica os componentes que como já não pode comprar material bom compra xinoca...
    A toyota lá tem de os comprar na mesma ;)
     
  16. Re: " Oito mil kilómetros ao volante do conjunto Toyota Corolla 1200 Coupé / Sprite 4

    Que maravilha!

    Parabéns pela reportagem, e que inveja que tenho de não poder fazer algo do género!

    muito obrigado pela partilha dessa experiência, parecia que estava a lêr um livro.
     
  17. Re: " Oito mil kilómetros ao volante do conjunto Toyota Corolla 1200 Coupé / Sprite 4

    Em qualquer carro mais recente podia ser complicado. Estou a imaginar-me numa viagem dessas num carro moderno. B)

    Se ele avariasse acendia uma luzinha no painel de instrumentos e teria que se ligar o carro à máquina para fazer o diagnóstico...ora a máquina mais próxima fica...hum...logo a seguir à manada de elefantes?! Se calhar não.

    Então o melhor era arranjar o carro no sitio. Ora deixa lá abrir o capot...vejo uma tampa de plástico que não serve para nada a não ser esconder o motor...porque é que haviam de esconder o motor? Hum...não importa, e vejo uma data de fios, tubos e correias que não se percebe o que fazem... e tem tão pouco espaço para trabalhar que mesmo que teria de desmontar uma data de coisas para conseguir mudar uma lâmpada, quanto mais para fazer uma intervenção mais complicada. :rolleyes

    Bem, demasiado complicado estes motores novos...o melhor é chamar o reboque..."Óh faxabor, queria um reboque para a rua...hummm...rua...rua..., esqueça a rua, estou no deserto, basta seguir a manada de elefantes e virar à esquerda depois dos leões, não há que enganar" :rolleyes
     
  18. Re: " Oito mil kilómetros ao volante do conjunto Toyota Corolla 1200 Coupé / Sprite 4

    Não podias estar mais certo!
    Mas lá está... tem de se avançar conforme a tecnologia ;)
     
  19. Re: " Oito mil kilómetros ao volante do conjunto Toyota Corolla 1200 Coupé / Sprite 4

    Grande viagem.
    E à volta foram à minha terra, Moçâmedes.
     
  20. Re: " Oito mil kilómetros ao volante do conjunto Toyota Corolla 1200 Coupé / Sprite 4

    Grande aventura. Os Toyota são indestrutíveis :D:D
     
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