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Motor Clássico Nº 62

Tópico em 'Imprensa e Publicações' iniciado por Adelino Dinis, 26 Mar 2012.

Tópico em 'Imprensa e Publicações' iniciado por Adelino Dinis, 26 Mar 2012.

  1. Ficheiros Anexados:

  2. Não querendo criticar, mas com tanto AE86 bem equipado em Portugal aposto que foram escolher o "d'origem"....

    Estou ansioso para ler a revista!
     
  3. Por alguma razão a revista não se chama Tuning Clássico......



     
  4. Caro amigo.... Tuning?

    Equipamento de qualidade que aumenta em 400% a fiabilidade e performance de um dos melhores chassis da historia automóvel não é tuning, e antes de fazer esse tipo de comentários depreciativos sobre opiniões fundamentadas, pois eu sou um proprietário de um modelo desses, vá-se informar que a fonte de conhecimento por maior que seja consegue dar sempre espaço a mais qualquer coisa.....

    Entretanto a minha opinião depois de ter comprado a revista mantém-se! Falar em "GT Twincam" e referir o modelo de "uma árvore de cames a cabeça, com 100cv's" é de alguém que não soube traduzir a wikipédia.... Pois em Portugal não foram vendidos SR5's, mas claro... eu percebo... sou jovem e tal.... não percebo nada disso....

    Grande abraço, sem tuning!
     
  5. Luís, pra quê tanta agressividade? Tuning não é sinónimo de Xuning... Foi apenas uma observação pertinente do Ricardo Teixeira sobre a tradição da MotorClássico de fazer artigos com carros o mais originais possível... Nem sequer tem lógica criticares essa opção da redacção da revista uma vez que é comum em todo o mercado europeu... Para tuning há imprensa própria... Mesmo para o tuning discreto, que será talvez aquilo q estás a defender e que até eu sou apologista em alguns casos.
     
    nuno granja gostou disto.
  6. David não. Lá está... o público em geral não percebe a história deste modelo.

    O AE86 foi criado apenas e só para performance.... Desde as provas de N2 no japão onde foi rei, passando aos campeonatos de drift onde esmagou a concorrencia devido a leveza de chassis, e terminando já em solo português com as provas de rampa e rally. Este carro no estado original é apenas mais um carro...

    Ainda posso referir o GT86 que está a ser criado, vai ser produzido apenas e só porque o AE86 foi o carro que foi, e a sua história performante levou a Toyota a re-criar um modelo histórico com todo o seu historial e pedigree de corrida....

    Sobre a minha opinião, acho que se perdeu uma excelente oportunidade para um artigo "bomba" sobre um carro espetacular, não falo sobre o original da revista, mas podiam ter feito um "push-forward" aos tempos modernos para as pessoas perceberem que actualmente os originais actualizados com equipamento de qualidade ficam carros "esmagadores" e que o GT86 vai chegar a Portugal no início do verão dando continuidade a um modelo da marca em questão.

    A minha agressividade deve-se apenas ao facto de certas pessoas chutarem opiniões não fundamentadas e usarem o "bota-abaixo" como ferramenta social, apenas e só.

    Abraço
     
  7. É melhor terminar o assunto por aqui...

    A Motor Clássico fez uma escolha.

    Tu deste a tua opinião e tens razão na parte dos erros da revista.

    O Ricardo deu a opinião dele. Foi curta e deu espaço a más interpretações? Aceito, mas já está esclarecido e o assunto terminado.
     
  8. Sobre o cometário, assunto mais que terminado.

    Sobre a publicação. desculpa João mas não podemos estar! Acho que aqui estamos todos a remar para o mesmo lado, que são os clássicos em Portugal. Por criticar a revista, e os seus conteúdos mal traduzido, e a falta de pesquisa estarei a cometer algum crime? Sinceramente não consigo perceber algumas das coisas que se fazem em Portugal no que toca aos carros mais antigos do nosso país, mas isto sou eu que tenho talvez uma visão mais clara sobre o tema, dado que podia perfeitamente estar-me a borrifar para os "chassos" e deixar que este tipo de reviews continuem a sair para as bancas em revistas de renome....

    Fica a nota, e sobre a revista o assunto aqui está terminado dado que nem sequer aqui as pessoas conseguem perceber a falta de rigor que foi aquela review.

    Um abraço
     
  9. Se leres o que eu escrevi em cima, eu disse que tinhas razão quanto aos erros da revista no artigo sobre o Toyota.
     
  10. Boa tarde,

    reparei agora na discussão sobre Toyota AE 86 e aceito as críticas do Luís Rosa relativas a alguma imprecisão sobre a história e os modelos disponíveis. Não é um automóvel com história fácil investigar, pelas diferentes versões comercializadas pelo mundo fora.

    Quanto à opção de escolhermos um modelo original - tarefa de demorou mais de um ano (modificados conhecemos muitos) - achámos que era a melhor forma de abordar um modelo que é muitas vezes visto como um "outsider" no mundo dos clássicos, conotado com outro tipo de abordagens que não se enquadram no âmbito da nossa publicação.

    Dito isto, nada me choca que, no futuro, possamos mesmo realizar um ensaio ou comparativo entre um AE 86 "direitinho" e outro modificado com gosto e respeito, potenciando o excelente automóvel desportivo que é.

    Se na primeira vez que falássemos do carro apresentássemos um exemplar modificado, caíam-nos os puristas todos em cima e era um péssimo cartão de visita também para o modelo.

    Julgo também que foi a primeira vez que o AE 86 apareceu com destaque numa revista de clássicos portuguesa. A Motor Clássico oficializou a condição de "Clássico" do AE86 há um par de anos, apresentando a sua cotação na nossa lista, o que torna mais fácil, por exemplo, segurar este carro em condições favoráveis. :ph34r:

    Roma e Pavia não se fizeram num dia. Haverá tempo para regressar ao tema sob outra pespectiva.

    Obrigado pelos vossos comentários.
     
  11. Concordo 100% que a escolha tenha recaído sobre um original, quem conhece sabe que é um grande carro, não é mais um como foi aqui falado, tem características próprias que o fizeram ter a fama e o proveito.

    O facto de haver melhores ( alterados ) não é depreciador do modelo, a própria Toyota ( excepto em Portugal ) fomenta essa práctica junto ao cliente.

    Mas neste contexto, clássicos, um original é a cereja em cima do bolo, e imagino não ter sido fácil encontrá-lo.

    Tenho um amigo que tem um original que "envergonha" muitos "alterados" em tudo.....

    Apesar de alguns erros e omissões, imagino ser das fontes, nem sempre fidedignas, dou os meus parabéns à Motor Clássico.

    Principalmente nos Nipónicos, há muita falta de informações disponíveis, tendo-se que palmiar muito....

    É sempre bom ver que as revistas especializadas dão valor às viaturas vindas doutros cantos do Planeta, algo que desejo que haja mais bons exemplos.....

    Abraços
     
    Francisco Lemos Ferreira gostou disto.
  12. Gostei do comentário do Adelino!

    Quem compra a revista Motorclássico são na grande parte leitores que privilegiam os carros originais! A "simplicidade" do Toyota dá-lhe um requinte especial que muitos com milhares de euros em alterações não conseguem...

    Eu pessoalmente não gosto da maioria dos AE que aparecem assim como não gosto de mulheres muito maquilhadas com acessórios a monte e claro Travestis.
     
  13. Eu pessoalmente olho mais a qualidade da revista e da informação que transmite ao leitor, seja ela de carros originais ou menos originais, no fundo gosto de classicos.

    Este numero comprei principalmente pelo Escort da Diabolique e a sua historia.
     
    Francisco Lemos Ferreira gostou disto.
  14. Já vi que a Motor Clássico teria era que ter feito um artigo entitulado "Ensaio ao chassis do AE86",

    .... já que para ele se destacar teria que levar melhoramentos a nivel da transmissão, travões, suspensões, motor, etc... ou seja.. tudo, menos o próprio!

    Onde estaria o limite? Um chassis do AE86, com motor do Supra e uns travões Nissin escondidos numas jantes 18? Ou ainda mais "push forward", um chassis e matrícula do AE86 montado num V8 Americano com Nitro, uma Tremec de 6, uns travões AP racing em magnésio e portas e capôt em fibra de carbono....

    De certeza que o leitor e coleccionar típido de classicos ia achar o máximo este artigo....

    Teria como sequelas os artigos: "O V-Tec num Mini", "Os Cosworth nos Catheram", "Os flat-six nos Carocha", etc etc..

    Fabuloso...
     
  15. Apenas gostaria de ter uma reportagem fotográfica um pouco mais profundo do Diabolique. Penso que não teria custado nada tirar uma jante dianteira e sacar umas fotos, assim como da suspensão traseira e outros detalhes. Neste campo acho que ficou àquem do que poderia ter sido a reportagem em profundidade, já que entre o que era feito em Boreham e o permitido pela ficha de homologação, era interessante ver o que por cá era a referência nos anos 80....

    Abraço,
    R
     
    Francisco Lemos Ferreira gostou disto.
  16. Boa tarde a todos.
    Não venho entrar em discussões de originalidade, ou algo equivalente.
    Julgo ter lido que o motor do GU é um BDG alterado para carburadores em 82, contudo no anúncio (no final da revista, dado que pela altura da edição não se tinha consumado o negócio) aparece como BDA. Sabem esclarecer-me qual a diferença entre estes dois Cosworth?
    Tenho particular interesse por estes pormenores.. que por vezes até gostaria de ver mais aprofundados na revista, contudo entendo que o Adelino opte por "não entrar tanto por aí" com vista ao público em questão.
    Obrigado e um Abraço a todos!
     
  17. Óbviamente que quando falo em carros com equipamento, não falo de mega-alterações que fazem do carro um outro carro qualquer... Nada disso!

    Falo apenas de versões que optam por equipar partes Toyota de competição, ou material adaptado a época actual, que conferem claramente ao modelo de finais de 80 um look and feel muito actual! Isso sim é o meu ponto principal de observação...

    Continuo a achar que as opiniões do nosso colega Ricardo Teixeira são provocantes e nada de útil trazem a esta thread, no entanto apraz-me dizer que sim, existem chassis de AE86 com V8's e por incrível que pareça ele cabe lá..... Travões? Sim as maxilas do RX7 tornam uma travagem ineficiente numa travagem poderosa e adequada ao carro, suspensões são a velha história, a de origem é meio "ajipada" com melhoramentos fica apenas e só 400% melhor, entre todas as outras alterações possíveis num carro que por si só já é muito bom. Mas não é disso que falo, novamente lhe esclareço com todo o gosto o meu ponto de vista, o AE86 em Portugal e no resto do mundo não é um clássico! É um carro antigo que com pequenos updates fica um dos melhores carros de conduzir. E pode vir novamente com piadas e com ironias, digo apenas a verdade dado que conheço os mercados em torno do modelo e o que se anda a discutir...

    Obviamente que ver um AE86 de origem é também ele um feeling interessante, mas não passa disso.... A referência aos modelos mais "actuais" seria apenas como referi para introduzir na reportagem o GT86! E foi apenas uma opinião do que se poderia ter feito....

    Sobre a publicação, os pontos menos correctos da reportagem seriam facilmente esclarecidos cá em Portugal, felizmente faço parte de um clube em que a informação está disponível bastando apenas um search no google e é logo o link abaixo da wikipédia, mas claro não condeno! Critico apenas porque amo o modelo e nada me daria mais satisfação que o ver um dia numa capa da motor clássico!

    A revista continua a fazer um excelente trabalho! Estou desejoso de voltar a ler sobre o AE86 na revista.

    Aguardo a próxima publicação com entusiasmo!
     
  18. Estou a gostar da revista, só não concordo com uma coisa: Para encontrar informação do AE86, da boa, é facílimo. É que devido ao grande trono dado a esta viatura pelos japoneses, ele ficou a ser muito bem conhecido e com a internet, tudo passou de mão em mão. Não custava nada à MotorClássico ir, por exemplo, ao fórum dos AE86 e pedir a um dos especialistas que lá andam uma ajuda. Melhorava e muito a informação dada e a sua imagem.

    Quanto ao stock vs alterado, é óbvio que a publicação tomou a decisão correcta. Claro que o carro fica melhor com certas alterações, mas ele têm que ser analisado como é originalmente e não todo alterado. É que nas alterações não há limites de dinheiro e claro que iria ser até injusto para outras viaturas testadas.

    Outra coisa que na minha opinião é uma "novela", é o endeusamento do AE86. É claro que é uma boa viatura mas ultimamente dão valor ao carro que este simplesmente não o têm. Quem compra um AE86 de origem, e for alguém com alguma experiência, vê que o carro não é metade do que dizem. Isto ORIGINAL. A suspensão é uma caca, a travagem é igual, o motor de origem não era nada de extraordinário e a caixa de velocidades... Bem, nem vale a pena falar. Atenção que esta opinião não é só minha, é também de outros donos e ex-donos desta viatura. Na verdade com as alterações certas (e muitos € depois) fica uma boa máquina, mas de origem desilude para o que fazem dele. Já os vi no Vasco Sameiro a serem envergonhados por qualquer AX GT bem guiado...


    Outra coisa que me assusta, são os valores cada vez mais altos que pedem por essas viaturas... Já os vejo a 15000€ originais. Mas esta gente anda bem? 15000€? Com 944's Turbo, 320is, Sierras Cosworth, E30 M3... Quem iria dar mais de 6000€ por um AE86? Desçam a terra por favor. É a minha opinião... O AE86 pode ser o melhor da sua classe, mas qualquer um destes acima o destroça em todas as maneiras e feitios.

    Não consigo entender o que isto contribui para o tópico ou a vantagem do AE86 para qualquer outro carro alterado. Comparações e reviews só servem de algo com carros originais, pois stocks contra alterados nunca será justo. E depois V8, turbos e drifts? Sabes porque fazem isso nos AE86 e não num Sierra Cosworth ou assim? É tudo uma questão de valor... É que o YB a par com o 4g63 são dos melhores motores para tirar cavalos, isto sem sair dos 4 cilindros.

    Eu, por exemplo, metia a mecânica de um S2000 num AE86... Mas não estragaria um M3 ou um Cosworth.
     
  19. Só dei exemplos concretos do que se passa em torno do modelo....

    O teu exemplo é também ele uma realidade e cada vez mais o S2000 em AE86 é uma opção!

    E concordo com tudo o que disseste acima! B)
     
  20. Luis M. Rosa,

    Não leves a mal a mas a revista (erros factuais à parte) tomou a melhor opção.

    Não percebo muito de Toyotas mas em termos gerais a escolha de um carro alterado na fase da vida do um modelo, em este que esta a sair da categoria "ocasião" para entrar na de "youngtimer(*)" (ante-camara de clássico) seria uma escolha muito polemica pois haveria quem acha-se que o tipo de alteração escolhido não era a melhor e por ai fora.

    Assim para inicio de conversa apresenta-se o modelo conforme foi posto à venda. Daqui a uns anos poderão fazer uma apreciação das alterações que o modelo foi alvo, a "frio" com mais distanciamento e menos polemicas.

    (*) Os meus 3 carros estão na mesma categoria.

    nuno granja
     
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