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Máquina para soldaduras

Tópico em 'Chapa e Pintura' iniciado por Luis Silveira, 3 Jan 2007.

Tópico em 'Chapa e Pintura' iniciado por Luis Silveira, 3 Jan 2007.

  1. Há já algum tempo fiz-te uma pergunta sobre soldadura. Respondeste na altura no seguimento da conversa que usavas uma máquina Mig e que a soldadura era bastante perfeita. A minha pergunta é a seguinte essa máquina usa gaz ou só o fio de rolo?.
    Fiz aqui a pergunta porque na altura estavas on-line.
    Abraços
    Luis
     
  2. Há já algum tempo fiz-te uma pergunta sobre soldadura. Respondeste na altura no seguimento da conversa que usavas uma máquina Mig e que a soldadura era bastante perfeita. A minha pergunta é a seguinte essa máquina usa gaz ou só o fio de rolo?.
    Fiz aqui a pergunta porque na altura estavas on-line.
    Abraços
    Luis
     
  3. Re: Para o Luis Fernando

    Não tendo a pergunta dirigida a mim, peço desde já desculpa mas a soldadura MIG, além do arame também usa um gás. Cumps.
     
  4. Re: Para o Luis Fernando

    Não tendo a pergunta dirigida a mim, peço desde já desculpa mas a soldadura MIG, além do arame também usa um gás. Cumps.
     
  5. Re: Para o Luis Fernando

    Já que estamos a falar de soldaduras qual a diferença das maquinas soldar MIG e TIG, em tempos disseram-me só que já não me lembro.
     
  6. Re: Para o Luis Fernando

    Já que estamos a falar de soldaduras qual a diferença das maquinas soldar MIG e TIG, em tempos disseram-me só que já não me lembro.
     
  7. Re: Para o Luis Fernando

    Bom, tirando as partes mais técnicas, a MIG usa um rolo de arame para soldar.
    Pode usar ou não o gás, dependendo do arame que usas, já que existem arames próprios para soldadura sem gás.

    A TIG usa vareta (como no oxiacetileno) ou então solda mesmo por junção dos materiais, sem vareta ou rolo de arame.

    Isto na prática, claro. Na teoria não faço ideia de como funcionam :D

    Cumps.

    PH
     
  8. Re: Para o Luis Fernando

    Bom, tirando as partes mais técnicas, a MIG usa um rolo de arame para soldar.
    Pode usar ou não o gás, dependendo do arame que usas, já que existem arames próprios para soldadura sem gás.

    A TIG usa vareta (como no oxiacetileno) ou então solda mesmo por junção dos materiais, sem vareta ou rolo de arame.

    Isto na prática, claro. Na teoria não faço ideia de como funcionam :D

    Cumps.

    PH
     
  9. Re: Para o Luis Fernando

    Fui dar uma volta para procurar a resposta ao Rui, aqui vai ela:

    Soldadura "MIG" : (metal inert gas) Soldadura que utiliza electrodo consumível (em rolo) com protecção de gases inertes (árgon, hélio e suas misturas). Essas misturas são usadas na soldadura de aços, alumínio e suas ligas ou cobre e suas ligas.

    Soldadura "MAG" : (metal active gas) Soldadura que utiliza electrodo consumível (em rolo) com protecção de gases com elementos activos (oxigénio e dióxido de carbono).

    Soldadura "TIG": (tungsten inert gas) Processo usado para garantir elevada qualidade na soldadura (depósitos sujeitos a pressão, recipientes para bebidas, etc.). Pode-se fazer de duas maneiras, processo manual (vareta) ou automático fio em rolo. Os equipamentos requerem a particularidade de para os aços se utilizar corrente contínua e para os alumínios corrente alterna.
     
  10. Re: Para o Luis Fernando

    Fui dar uma volta para procurar a resposta ao Rui, aqui vai ela:

    Soldadura "MIG" : (metal inert gas) Soldadura que utiliza electrodo consumível (em rolo) com protecção de gases inertes (árgon, hélio e suas misturas). Essas misturas são usadas na soldadura de aços, alumínio e suas ligas ou cobre e suas ligas.

    Soldadura "MAG" : (metal active gas) Soldadura que utiliza electrodo consumível (em rolo) com protecção de gases com elementos activos (oxigénio e dióxido de carbono).

    Soldadura "TIG": (tungsten inert gas) Processo usado para garantir elevada qualidade na soldadura (depósitos sujeitos a pressão, recipientes para bebidas, etc.). Pode-se fazer de duas maneiras, processo manual (vareta) ou automático fio em rolo. Os equipamentos requerem a particularidade de para os aços se utilizar corrente contínua e para os alumínios corrente alterna.
     
  11. Re: Para o Luis Fernando

    Carlos não têm problema nenhum ,só a dirigi a ele porque sei que ele têm uma máquina dessas, quantos mais responderem mais informação.
    Obrigado pelas dicas a todos.

    Abraços
    Luis
     
  12. Re: Para o Luis Fernando

    Carlos não têm problema nenhum ,só a dirigi a ele porque sei que ele têm uma máquina dessas, quantos mais responderem mais informação.
    Obrigado pelas dicas a todos.

    Abraços
    Luis
     
  13. Bom tópico!

    Só mais uma questão: e quais aconselham? Isto numa prespectiva amadora onde a facilidade de utilização é um factor muito importante.

    Fiquei com a ideia que as MIG serão mais simples de utilizar e mais economicas. Por outro lado as TIG garantem um melhor resultado mas devem ser muito mais caras. Estarei certo?
     
  14. Bom tópico!

    Só mais uma questão: e quais aconselham? Isto numa prespectiva amadora onde a facilidade de utilização é um factor muito importante.

    Fiquei com a ideia que as MIG serão mais simples de utilizar e mais economicas. Por outro lado as TIG garantem um melhor resultado mas devem ser muito mais caras. Estarei certo?
     
  15. Boas, para um uso amador e mesmo profissional que seja a MIG satisfaz plenamente, sendo de fácil manuseamento, necessitando apenas de um pouco de habituação (regulação da intensidade e débito do eléctrodo). Outra diferença entre a soldadura destas máquinas e as ditas convencionais é que nestas (MIG) o movimento quando se está a soldar é para a frente (como se estivesse-mos a empurrar o cordão).
     
  16. Boas, para um uso amador e mesmo profissional que seja a MIG satisfaz plenamente, sendo de fácil manuseamento, necessitando apenas de um pouco de habituação (regulação da intensidade e débito do eléctrodo). Outra diferença entre a soldadura destas máquinas e as ditas convencionais é que nestas (MIG) o movimento quando se está a soldar é para a frente (como se estivesse-mos a empurrar o cordão).
     
  17. Existem postos de electro-soldadura mas também existem máquinas parecidas mas com o nome de "inverter".

    Qual a diferença dos 2?
     
  18. Existem postos de electro-soldadura mas também existem máquinas parecidas mas com o nome de "inverter".

    Qual a diferença dos 2?
     
  19. Encontrei esta informação na net.



    "" Informação técnica

    Soldadura
    A soldadura é um processo de ligação de materiais (geralmente de metais) e do qual resultam ligações permanentes, com continuidade metálica e características mecânicas semelhantes, ou mesmo superiores, às dos materiais base.

    As características acima mencionadas, aliadas a outras de ordem económica e operatória, tornam a soldadura num dos processos tecnológicos mais utilizados para a ligação de metais em diversos sectores industriais (metalomecânica, naval, civil, automóvel, etc).

    A soldadura pode ser dividida, essencialmente, em dois grandes grupos: soldadura por fusão e soldadura no estado sólido. De entre os processos de soldadura por fusão destacam-se os processos de soldadura por arco eléctrico (TIG, MIG/MAG, eléctrodo revestido, arco submerso, etc), por resistência eléctrica, de pernos e por feixes de elevada densidade de energia, enquanto que na soldadura no estado sólido destacam-se, por exemplo, os processos de soldadura por difusão e por fricção, entre outros.

    Soldadura por arco eléctrico
    Neste processo, a fonte de calor é um arco eléctrico que é estabelecido entre um eléctrodo e a peça a soldar, através da passagem de uma corrente eléctrica (em corrente contínua de polaridade directa ou de polaridade inversa, ou em corrente alternada). A escolha do tipo de corrente e de polaridade depende, essencialmente, do tipo de eléctrodo, do tipo de protecção utilizada e do material a soldar.

    Os processos de soldadura por arco eléctrico podem ser divididos em duas categorias:

    - com eléctrodos consumíveis;
    - com eléctrodos não consumíveis.

    Dentro do grupo dos processos com eléctrodos consumíveis, destacam-se os processos de soldadura com eléctrodos revestidos e soldadura MIG/MAG:

    Eléctrodos Revestidos
    Neste processo o eléctrodo é composto por uma alma metálica e por um revestimento. A alma constitui o metal de adição propriamente dito, sendo o revestimento uma camada envolvente de alma que possui diversas funções (formação de escória que protege o banho e o cordão na fase de arrefecimento e solidificação, contribuição com elementos que por reacção química retiram do banho para a escória elementos nocivos, contribuição com elementos de liga para a melhoria das propriedades mecânicas do cordão, aumento da estabilidade do arco eléctrico e protecção gasosa do arco e do material em fusão por libertação de gases e fumos). Os eléctrodos são divididos em classes ou categorias, consoante as suas propriedades e finalidades e o processo em si é bastante versátil e económico sendo, por isso, bastante utilizado na indústria.

    MIG (Metal Inert Gas) / MAG (Metal Active Gas)
    É um processo em que a protecção é gasosa. O eléctrodo é continuamente alimentado através de uma tocha, por onde é, também, "expelido" um gás de protecção. Em MIG os gases normalmente utilizados são o Argon e o Hélio. Em MAG é usado o Dióxido de Carbono. É possível ter-se ainda misturas de gases activos e inertes, sendo então usada a designação de MIG/MAG. Neste processo deve considerar-se o tipo de transferência, que depende basicamente da corrente e do gás utilizado (transferência em curto-circuito, transferência globular, transferência em spray). As propriedades e características do cordão resultante são consequência imediata do tipo de transferência. Normalmente utiliza-se em corrente contínua com polaridade inversa (eléctrodo ligado ao polo positivo), sendo os principais parâmetros de soldadura os seguintes: intensidade de corrente (velocidade de alimentação do eléctrodo), alimentação do eléctrodo, tensão do arco (comprimento do arco), velocidade de soldadura, extensão do eléctrodo ("stick-out"), posição da tocha, diâmetro do eléctrodo e tipo de gás de protecção.


    No grupo dos processos com eléctrodos não consumíveis, destaca-se o processo TIG (Tungsten Inert Gas):

    TIG (Tungsten Inert Gas)
    É utilizado um eléctrodo de Tungsténio, que em alguns casos contém pequenos teores de Tório ou Zircónio, através do qual passa uma corrente contínua (polaridade directa) ou alternada, consoante os casos, a qual permite a formação de um arco eléctrico que constitui a fonte de calor deste processo. O arco e o metal fundido são protegidos por um caudal de Argon ou Hélio. O metal de adição, quando necessário, é adicionado manualmente através de varetas ou mecanicamente em bobinas de pequena dimensão. Com este processo podem soldar-se a maior parte dos metais e suas ligas, tais como alumínio, magnésio, aços comuns e aços inoxidáveis, e ligas de cobre e de níquel.

    Soldadura por resistência eléctrica
    O processo é realizado pela passagem de uma corrente eléctrica através das peças a ligar, as quais são pressionadas uma contra a outra. A quantidade de calor desenvolvida na área de contacto das peças é determinada pela lei de Joule. Podem ser usados dois tipos de soldadura:

    - por pontos (simples ou múltiplos)
    - contínua

    A pressão é aplicada, passando uma corrente de 1000 a 5000 A com uma tensão de 1 a 10 V. O tempo de passagem de corrente varia entre 0.5 e 4 segundos, sendo comum o uso de tempos inferiores a 1 segundo. A pressão mantêm-se algum tempo após o cessar da corrente por forma a assegurar um correcto arrefecimento das peças. Neste processo os eléctrodos são feitos de liga de cobre e devem ter elevada conductibilidade eléctrica e resistência mecânica.

    Soldadura de pernos
    Na soldadura de pernos estabelece-se um arco entre o perno e a peça de trabalho que irá unir ambas as peças por fusão. Dependendo da natureza do processo existem dois métodos de soldadura de pernos, cada um com várias variantes: soldadura de pernos por arco eléctrico e soldadura de pernos por descarga de condensadores. São diversos os tipos de pernos que se podem utilizar: lisos, roscados, de ancoragem, etc., apresentando este processo de soldadura diversas vantagens: possibilidade de combinar vários materiais, mínima deformação graças à baixa entrega térmica, peças de trabalho (chapas, perfis, tubos, etc.) só necessitam de estar acessíveis por um dos lados, etc. ""

    Se alguém tiver alguma coisa a acrescentar seria bom.Ainda não encontrei nenhuma informação na net sobre a tal Mig sem gaz. Fui a uma casa da especialidade aqui em Leiria e estão para receber uma com a designação de Mig One, vou esperar para ver. Informaram-me que era ideal para trabalhos em automóveis. O preço parece ser bom à volta de €260. Para mim seria ideal ,uma vez que estou a pensar trazer um chapeiro a casa para fazer o trabalho de chapa.Tenho ouvido comentários negativos quanto ao deixa-lo numa oficina.Pois parece que demoram muito tempo e toda a pequena reparação passa à frente.Não sei se é assim ou não mas ao ser feito cá em casa, penso que controlo melhor a qualidade do trabalho. Também ainda só falei com um chapeiro que está fora de
    questão,o ideal seria um que tivesse esse tipo de máquina, evitava comprá-la.Trazer alguém com o sistema tradicional de maçarico e garrafas não vejo viabilidade nenhuma.
    Abraços
    Luis
     
  20. Eu já tentei soldar chapa com máquina de electrodos.... mas aquilo é dificil pois ao mínimo descuido abre buracos na chapao_O
     
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