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Japs... Classicos, (Ou Não) Vistos Por Um Suposto Alfista.

Tópico em 'O nosso hobby: Clássicos' iniciado por Carlos Vaz, 29 Set 2014.

Tópico em 'O nosso hobby: Clássicos' iniciado por Carlos Vaz, 29 Set 2014.

  1. Ora bem… há bastante tempo que tenho prometido um texto sobre carros japoneses coisa para que me tem faltado a “verve”…
    Continuo a não me sentir particularmente inspirado mas parece-me que se estou á espera disso, isto não sai é nunca. Pelo que… lá vai!
    Tenho a nítida impressão que a “comunidade dos clássicos” tem sido sempre algo snob em relação aos carros japoneses e isso em Portugal não se nota tanto pelas ligações ultramarinas onde estes carros estavam muito bem representados mas por essa Europa nota-se um desconhecimento e snobismo em relação a estes carros… basta ver a baixíssima frequência de artigos sobre os mesmos nas mais diversas publicações da especialidade.
    O que estou a escrever está a ser feito de memória pelo que poderão haver datas ligeiramente “deslocadas”!
    Não vou até aos primórdios desta industria pois já por aqui anda um tópico centrado na marca Prince que é deveras elucidativo.
    É claro que há alguns modelos que há muito conquistaram o seu espaço e reconhecimento no mundo dos clássicos, modelos como o Toyota 2000GT, o Datsun 240Z ou até o Honda S800 mas o grosso da produção automóvel japonesa, era feita de produtos “sensaborões”, simples, robustos e fiáveis, com um objetivo muito bem definido: vender muito!
    Portanto acabámos por ter uma quantidade enorme de carros RWD com eixo rígido posterior e molas de folhas, equipados com motores de arvore de cames lateral e sem qualquer tipo de sofisticação técnica. Ainda assim os japoneses são assumidamente “petrolheads” e sempre respeitaram profundamente o que de melhor se fazia pela Europa. A concepção do 240z é a prova disso, pois acabou por incorporar muitas coisas de muitas produções europeias.
    A verdade é que ao longo dos anos, no meio de toda esta produção para as massas, aqui e acoli havia sempre umas verdadeiras pérolas que hoje de forma muito ostensiva tendemos a ignorar.
    Evitando desde já falar nos carros acima mencionados, lembro que n final dos anos 60 quase todas as marcas tinham modelos equipados com motores 1600 Twin Cam, cx de 5 velocidades e em alguns casos, diferencial autoblocante… estou-me a lembrar do Izuzu Bellet GT e do Toyota Corona Gt… mas parece-me que a formula não se esgotava nestes 2. No final dos anos 60 (creio que em 68 ou 69) a Nissan (Datsun) lança o Bluebird 510 (por cá são aclamadas as versões SSS) que era uma verdadeira pérola pois já contava com motores OHC e suspensão independente ás 4 rodas o que até por cá era relativamente pouco usual. Este carro no principio dos anos 70 competiu na America (creio que na série TransAm) e pelo menos durante 2 anos deixou os Alfas a “ver navios”!
    Mais ou menos na mesma altura (finais dos anos 60) a Honda lançava um ilustre desconhecido (por cá) de seu nome 7 e mais tarde 9… eram carros inovadores com tração dianteira e um motor de 4 cilindros com 1300cc arrefecido a ar que debitava (na sua versão mais desenvolvida) 115cv… mesmo que sejam medidas SAE, para a época era verdadeiramente impressionante e… batiam (nesta matéria) claramente os Lancia e Alfas que eram as referencias na altura.
    Em 72 temos o lançamento do Honda Civic que era também uma pequena pérola na época, FWD, OHC e suspensão independente ás 4 rodas… tivesse tido outra divulgação por cá e talvez o 127 não fosse o rei deste tipo de carros. Ainda nesta categoria temos o Datsun 100A (Cherry no Japão) que de um modo geral nada perdia para o que se fazia no género por cá.
    Nos anos 60 tivemos a resposta da Nissan ao MGB no formato Fairlady que eram do melhor que se fazia na época… os últimos já com motor 2000 estão a anos luz em todos os parâmetros de analise quando comparados com os MGB que os inspiraram.
    Pelo meio há inclusivamente alguns desenhos muito interessantes ou não fossem assinados pelos melhores designers europeus: Izuzu 117 Coupé (Bertone), o primeiro Nissan Silvia coupé foi desenhado por Goertz e o Mazda 1500 (Bertone).
    Ainda assim, é de facto ao nível do design que se notam grandes diferenças para o produto europeu mas isso terá a ver com uma grande (quase única) aposta no mercado americano que os levou a adoptar um design ao gosto deste mesmo mercado… a mesma razão aliás que os levou a perder a “guerra” dos diesel contra a concorrência europeia no novo milénio. Começaram também a partir do inico dos anos 70 a distinguir-se com uma oferta de equipamento que estava fora do que o resto das marcas faziam. Desde a recirculação de ar do habitáculo (se a memoria não me falha foi introduzida num Datsun Cherry) até tudo o que fossem gadgets electricos montados nos Toyota Century ou nos Nissan President.
    Ah… e já me esquecia da Mazda com os seus motores Wankel que depois de todos terem abandonado a formula, os desenvolveu até ao novo milénio e até ganhar Le Mans.
    Penso no entanto que o melhor período vai do final dos anos 60 até ao inicio dos anos 70… a partir de 74/75 tenderam a acabar as inovações que voltam a reaparecer já na década de 80.
    (continua)
     
  2. Antes de continuar vou deixar aqui umas fotos que ilustram os carros de que falei aqui:

    Izuzu Bellet Gt (r):

    isuzu-bellett-1600-gtr-09.jpg
     
    Nelson C. Santos gostou disto.
  3. O Bluebird 510 das corridas de Transam:

    2ad4692a238a412435f245bbb5c1fc6e.jpg

    Honda 7 Coupé 1300:

    Honda_1300_Coupe_large.jpg

    Honda Civic 1st Generation:

    1976-civic.jpg

    Datsun (Cherry) 100A:

    [​IMG]

    Datsun Fairlady Roadster:

    our65311.jpg
     

    Ficheiros Anexados:

  4. Izuzu 117 Coupé:

    800px-1968-1972_Isuzu_117_Coupe.jpg

    Nissan Silvia:

    nissan-silvia-csp311.jpg

    Mazda 1500:

    1500.jpg

    1500_2.jpg
     
  5. (continuação)
    Os anos 80 voltam a ser uma época muito interessante na industria japonesa, algo que se prolongou até ao inicio dos anos 90. Esta foi a época que do ponto de vista técnico marca a superioridade (foi real embora fácil de entender porquê) dos japoneses face aos europeus.
    Os japoneses por via de se baterem no mercado americano há muito que lidavam com constrangimentos ambientais que nos eram “estranhos” , nomeadamente o uso de catalisadores. Isso determinou uma optimização da respiração e do funcionamento dos motores que se traduziu na democratização dos motores multiválvulas e dos sistemas mais evoluídos de injecção electrónica.
    São também a época em que se viraram um pouco mais para a Europa e se começaram a preocupar com o comportamento mais ao gosto do “velho continente”.
    De facto a partir do inicio dos anos 80 começam a proliferar utilitários japoneses com 3 válvulas por cilindro e logo a seguir com 4 válvulas por cilindro. A partir de meados da década ainda usavam carburador, mas as versões mais “apimentadas” de qualquer modelo já vinham com injecção electrónica multiponto.
    É o momento de um dos motores mais emblemáticos da Toyota (o 4age) que parece ser o 1º Twin Cam 16v a ser comercializado no mundo (o Triumph Dolomite Sprint era 16v mas só tinha uma árvore de cames). Nesta altura um dos defeitos dos motores multiválvulas era o seu baixo rendimento em baixas e médias rotações pelo que a Toyota usava um sistema (o T-VIS) que recorria a uma admissão variável para minorar este problema. Este motor equipou o primeiro MR2, um coupé de motor central (á semelhança do X1/9, mas desta feita com um motor decente) que é ainda hoje tido como referencia neste género de desportivos. Equipou ainda o o Toyota ae81 e ae91 Gti sendo estes os 2 primeiros (sobretudo o ae91 Gti) Gtis japoneses com um comportamento ao gosto europeu. Equipou ainda o celebérrimo Corolla Gt twin cam (ae86) que se destacava do resto da gama (e do que se fazia na época) por ser RWD… correram muito por cá em rallies.
    Este motor chegou a ter versões com compressor e versões de 5 válvulas por cilindro.
    De resto as gamas das marcas japonesas eram do mais completo que se pode imaginar: havia coupés para todos os gostos em quase todas as marcas, sedans, hachbacks e carrinhas.
    No inicio dos anos 90 a Nissan vendia em Portugal (e a gama estava longe de estar representada na totalidade) nada mais nada menos que 3 coupés diferentes, o 100nx, o 200sx e o 300zx.
    A Toyota apresentava-se com o Corolla Gt Twin Cam e o Celica.
    A Mazda aparece no final da década de 80 com um verdadeiro “ovo de colombo”: o roadster tradicional inglês, sem os problemas do mesmo… pois já adivinharam: o fantástico MX5 ou Miata noutros mercados.
    Entre o final dos anos 80 e o inicio dos 90 os rallies trouxeram-nos imensa maquinaria interessantíssima: Mazda 323 GTX e GTR, Nissan Sunny GTI-R, Toyota Celica Gt-four em várias versões. Pelo meio nunca deixaram de existir os RX 7 da Mazda com o enigmático motor wankel e foi também no inicio dos anos 90 que a Nissan lança o sucessor do Skyline Gt-r (de que me esqueci de falar na 1ª parte), o (guess what) Skyline Gtr r32, um carro que apresentava níveis de desenvolvimento tecnológico absolutamente fora do normal que culminaram no actual GTR que se entretém a humilhar na estrada maquinaria de mais do dobro do preço.
    Foi também no inicio dos anos 90 que a Honda se concentrou em motores de alta rotação e introduziu o celebérrimo V-tec que melhorava o sistema introduzido pela Alfa alguns anos antes por permitir variar não só a abertura das válvulas mas também o tempo de abertura das mesmas… solução que trouxe pela 1ª vez valores de 100cv/L em motores aspirados para as mãos do comum mortal!
    Já sem esquecer que tal como as suas congéneres japonesas e ao contrário das marcas europeias, apresentava no inicio dos anos 90, 3 coupés na sua gama, O Civic CRX, o Prelude e a joia da coroa, o NSX! De assinalar que o Prelude (na sua 3ª geração) desde 87 (se a memória não me falha) dispunha de um sistema de direção ás 4 rodas totalmente inovador, embora a Mazda acabasse por comercializar um sistema parecido no seu 626 coupé.
    O inicio da década de 90 (sensivelmente até meio) trouxe-nos alguns coupés de gama alta verdadeiramente espectaculares, a saber: Nissan 300 ZX, Toyota Supra, Honda NSX e o maior concentrado tecnológico de todos (embora o que fosse menos interessente na estrada) o Mitsubishi 3000 GT/GTO.
    Na verdade ressaltam aqui algumas coisas:
    - No inicio da década de 90 todas as marcas japonesas tinham vários coupés no catalogo (além dos que se vendiam por cá ainda havia mais oferta no mercado doméstico), a Alfa Romeo que tinha feito carreira com este tipo de carros não tinha nenhum.
    - A Mazda tinha reinventado o roadster inglês e de terras de sua majestade já não havia nada para honrar a tradição.
    - Todas as marcas tinham em meados da década de 80 um motor 1600 twin cam 16v aspirado com potencias a rondar os 125cv, pela Europa ninguém estava nesse patamar. Foi preciso esperar pelo inicio de 90 para este tipo de motores fazerem a sua aparição nos construtores europeus… nessa altura já com 1800 a rondar os 140cv. - Todas as marcas pela seu envolvimento nos rallies tiveram versões 4x4 com 4 cilindros turbocomprimidos (ui… vi agora que em todo o texto me esqueci de referir a Subaru) coisa que por cá só a Audi mas com preços muito diferentes.
    - Várias marcas experimentaram soluções de direção ás 4 rodas coisa que me recorde nunca houve na Europa.

    Fica esta breve (ou nem tanto) resenha sobre os carros japoneses já clássicos e os que estão para o ser e que me parece que é de serem agarrados antes que acabem todos ali para os lados do Carregado.
     
  6. Ora vamos lá a dar umas ilustraçõezinhas aqui á 2ª parte do tópico:

    Um exemplo de um utilitario na base do mercado com 3 valvulas por cilindro, Toyota Starlet ep71:

    TOYOTAStarlet3Doors-3610_1.jpg



    O célebre 4A-GE:

    ae86-4age.jpg

    E os carros que o usaram:

    - Toyota MR2 AW11:

    HhAeb.jpg

    -Toyota ae81, aqui numa versão FX ou GT (conforme os mercados), um dos primeiros "GTI" japoneses já ao gosto europeu:

    1986-ae82-fx-gt-sales-japan-100k-1-6g-1.jpg


    O Toyota ae92 GTI, foi comercializado por cá e foi muito aclamado pelas suas qualidades em estrada. Era j´s muito mais rfinado em termos de equipamento e acabamento do que os seus congeneres europeus. Em termos de performances, á boa maneira das máquinas desta proveniencia era traído por relações de cx demasiado longas.

    137596752.jpg


    E o celebérrimo Corolla Gt twin cam (ae 86)

    p8039246_8ab.jpg
     
  7. A 1ª parte já li, falta a 2ª, mas fica para depois do almoço. :lol:

    Belo texto. ;)

    Abraço.
     
    Carlos Vaz gostou disto.
  8. Os 3 coupés que a Nissan comercializava (em Portugal) nos 1ºs anos da década de 90:

    -Nissan 100 NX (aqui numa rara, por cá, versão 2.0 Gti)

    028C01EA01443452-photo-nissan-100-nx-100-nx-2-0i-gti.jpg

    Nissan 200 SX (s13), motor 1.8 Turbo RWD:

    p1000531rp8.jpg

    Nissan 300 ZX (muito provavelmente o melhor carro que já conduzi:

    RedZ32.jpg



    Daqui a pouco há mais!
     
  9. era aqui que eu gostava de meter as fotografias que ainda não tirei dos imensos japs dos anos 70 e 80 que continuam a circular por todo o lado como se tivessem meia dúzia de anos
     
    Carlos Vaz gostou disto.
  10. Pela parte que me toca, não vejo nenhum problema com isso, desde que... seja feito o devido enquadramento das respectivas fotos, de contrário não passará de uma duplicação de um outro tópico já existente!
     
    Rafael S Marques gostou disto.
  11. Vaz,

    Adorei o "testamento" , e ensinou-me mais umas coisas dos Japão, destes gosto principalmente do MR2, e do 200sx tive para ficar com um, os japoneses gostam e sabem como faZer carros para los divertir e andar de lado

    Bom tópico.

    Abraço,
     
  12. História interessante (não muito nova para mim, porque já tínhamos discutido este assunto ao telefone), mas tanto carro feio... :p

    Gosto do Silvia (que não conhecia), porque tem imensos traços do Fulvia Coupé.

    Para mim, os japoneses sempre têm pecado essencialmente pelo estilo... a linguagem de design não me apela. Mas há que reconhecer que são dos poucos que rivalizaram com os italianos em termos tecnológicos.
     
    Carlos Vaz gostou disto.
  13. Rais parta, Carlos, c'a g'anda testamento!

    Eu não sou grande adepto dos japoneses sobretudo por causa do design. Normalmente são pouco apelativos para o meu gosto.

    Reconheço-lhes a capacidade técnica, embora não goste da tendência para fazerem computadores com rodas.

    Resumindo muito, gosto imenso do desenho e do design do Isuzu 117 Coupé e do Nissan Silvia e gosto imenso do som e do andamento dos Honda S800 e 600.

    Já agora deixa-me referir que aprecio muito as carrinhas/camionetas Datsun Homer que ainda hoje se vêem muito nas vindimas no Douro.
    Aquilo vai onde muitas pick-up modernas (muitas delas japonesas) nem sonham, carrega este mundo e o outro, aguenta com tudo, tem uma robustez impressionante e ainda por cima tem um ar de desenho animado giríssimo.
     
    #14 João Luís Soares, 30 Set 2014
    Última edição: 19 Out 2016
    Carlos Vaz gostou disto.
  14. Eduardo e João... essa é precisamente a minha grande questão acerca da forma como os europeus olham para os classicos japoneses.
    Essa questão do design tem servido de "desculpa" para não aprofundar as coisas... por outro lado a ideia de que o que define a produção japonesa se resume a uma mera questão de robustez e fiabilidade.
    E não... os carros japoneses não são meros computadores sobre rodas nem nada que se pareça e a aplicar-se essa premissa só se for ao GTR (r35), mas esse não é um classico e... a electronica embarcada a bordo de um Ferrari 458 ou de um McLaren 650 não lhe deve ser inferior.
    Ainda assim, embora apreciador de design, não gosto que carros que se definem por aí... os alfistas vão-me mandar matar mas essa é a razão para não conseguir gostar de um 8c... pois sendo lindo, do ponto de vista de condução deixa muito a desejar.
    Por outro lado não sou assim tão critico das opções estilisticas deles com exepção dos tampões de roda que mantiveram nos anos 60 e 70... felizmente os ingleses inventaram as Minilite que ficam bem em qualquer carro... espera... falamos de japoneses?
    Pois... então lá terão que ser umas Watanabe!

    BTW este forum anda cheio de bugs, não?
     
    Nelson C. Santos gostou disto.
  15. Obviamente nem só de design vive um carro especial... mas ajuda. Eu sei que tecnicamente são muito interessantes, e que as linhas são um gosto adquirido.

    Também não morro de amores pela linha do 124 Special T, por exemplo. Não é o 124 mais bonito nem de perto nem de longe. Mas debaixo daquilo está um maquinão brutal, e o interior dá um feeling especial. Eu sei que há muitos japoneses que pautam pelo mesmo ideal, mas... com as linhas dos italianos eu ainda vou. Com as nipónicas... nem por isso. E a maioria dos interiores são, numa palavra, deprimentes.

    Quanto aos bugs do fórum, concordo... já ando para falar disso há uns dias. Umas vezes aparece o editor normal (com todos os botóes), outras vezes quase nada. Umas vezes aparece o botão "multicitar", outras vezes não. Umas vezes aparece o texto normal, outras vezes mistura-se com pedaços de HTML. Umas vezes consegue-se responder pelo campo da resposta rápida, outras vezes manda-nos logo para o editor completo. Que raios...?
     
    Nelson C. Santos gostou disto.
  16. Grande Vaz!! Estiveste outra vez a beber vinho e a escrever no computador não foi? ;)

    Dou-te 100% de razão, os japoneses são de facto fantásticos, mas para melhorar este tópico dou-te um conselho: APAGA AS FOTOS!!!
     
  17.  
     

    Não são fantásticos mas... no meio de uma produção perfeitamente sensaborona têm umas verdadeiras pérolas. E isto sobretudo do ponto de vista técnico... que é o que a mim me apaixona num carro.

    Quanto á questão das fotos, estão por uma questão de identificação. De resto o desenho é mesmo uma questão de gosto adquirido. Alguns dos carros que aí estão não ficam atrás de muita coisa italiana, o caso do Izuzu 117 coupé, o Nissan Silvia e até o Mazda 1500... que do ponto de vista de desenho é perfeitamente superior a um Alfa Berlina ou um 124 Berlina!

    Que me desculpem mas foi precisamente por esta forma de ver as coisas que depois de ter sido sócio fundador do ARCP, hoje nem sócio sou e já nem participo em nenhum fórum monomarca!

    Sou do Benfica, mas acima de tudo gosto de um bom jogo de futebol!
     
  18. Era para ter enchido o post anterior de emocotions (ou lá que raio se chamam) mas esta pôrra "num" funcemina!


    Ahahaha... Pedro... foi rosé! lol
     
    Pedro Pereira Marques gostou disto.
  19. Da próxima bebe tinto e já consegues escrever sobre carros à homem! :p
     
    Hugo Viana da Silva e Carlos Vaz gostaram disto.
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