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Fiat 242 18D A Vossa Ajuda

Tópico em 'Mecânica' iniciado por Tânia Sousa, 15 Nov 2013.

Tópico em 'Mecânica' iniciado por Tânia Sousa, 15 Nov 2013.

  1. Olá a todos

    Em Maio deste ano adquirimos uma Fiat 242 18D autovivenda. Tinha parte dos insteriores em mau estado, mas eu e o meu namorado deixámo-la como nova, por dentro e estamos muito contente com ela.laugh.png
    No entanto estamos com um problema que está a ser dificil resolver e ao pesquisar na net encontrei os post do Hugo Barros e foi assim que conheci o vosso forum.
    Bom o nosso problema é no sistema de travões. Sistema de travões hidraulicos de oleo. Já ficámos sem travões algumas vezes, felizmente sem outro tipo de danos, dadas a circunstancias. O que se passa com os travões é que os tubos metálicos do sistema hidraulico dos travões, saltam. Eles têm um bicone que pelos vistos não estão a cravar num dos tubos. Já levámos a 3 mecanicos, o unico que conhecia o sistema era um senhor em Porto Covo, e realmente com umas marteladas e mais qualquer coisa o tubo cravou e a carrinha ficou boa por 15 dias, salvou-nos as férias. No dia de regresso ficámos novamente sem travões, e ai já o levámos várias vezes ao mecanico local, mas no caminho a casa o tubo salta novamente.
    Como com os travões não se brinca, o que queria mesmo era mudar todo o sistema ou trocar os tubos, mas não encontro nada online.
    Nas férias encontrámos um senhor de Rio Maior que tinha uma igual á nossa e nos disse que perto de Leiria havia um senhor que conseguia todo tipo de peças antigas, mas não me consigo lembrar da terra e também não encontro nada online.
    Agradecia imenso a vossa ajuda caso tenham alguma ideia de como resolver esta situação.
    Obrigada desde já.

    Enviarei algumas fotos assim que possível.
     
  2. Pedro Umbelino gostou disto.
  3. Bom dia, Tânia.

    Parece-me que de facto o melhor a fazer é renovar o sistema por completo. Quando há dúvidas é o melhor, e com travões não se brinca mesmo.

    Por vezes na eBay conseguem-se encontrar os kits completos da tubagem feita à medida para vários modelos, mas presumo que para a 242 não seja propriamente fácil. Dito isto, pode-se comprar o material todo e fazer à medida. Não sei é se a 242 utilizará a mesma medida de tubo e roscas cónicas que os clássicos ligeiros da Fiat desta era, mas caso assim seja, posso dar indicação de onde comprar o material e as ferramentas adequadas. Vocês têm hipótese de medir com precisão as peças?

    Eu já comprei em tempos as ferramentas para fazer os bicones nos tubos, mas na altura precisava para outra coisa e não tomei atenção às medidas do carro. Agora queria usar num dos meus Fiat e percebi que o tubo que eles usam é mais fino do que aquela ferramenta consegue agarrar. Vou mandar vir esta semana outra ferramenta (não são caras) e material para ter aqui e poder fazer tubos à medida quando precisar.

    Isto já é um tipo de serviço que muitos mecânicos nunca fizeram nem têm material para fazer, infelizmente cada vez mais se torna complicado apanhar um profissional que tenha o à-vontade para mexer em serviços menos óbvios como estes.

    Se não conseguirem resolver o assunto por aí, e quiserem dar um passeio até Portalegre, daqui por uns tempos já vos consigo desenrascar... tenho é de mandar vir o material!wink.png

    Cumprimentos, Eduardo
     
    Tânia Sousa gostou disto.
  4. Tânia, como já disse, isso não é problema, o único problema que tens é em encontrar uma oficina que lhe interesse resolver o problema, eu já fiz os bicos com um martelo, ponção de bico e alguma paciência.

    Manda tirar o tubo que está a saltar e manda fazer um bicone numa casa que trabalhe com sistemas de frio e ar condicionado, eles normalmente têm a ferramenta necessária para fazer os cones nos tubos.

    Outra alternativa é recorreres a uma sucata com o tubo velho e tentares encontrar um com as pontas iguais ao teu e depois tentares moldá-lo com jeito para não partir nem vincar à tua carrinha.

    Abraço.
     
    Pedro Umbelino e Tânia Sousa gostaram disto.
  5. Olá Tânia,

    Vou responder no outro tópico: http://portugal.portalclassicos.com/topic/30945-apresenta%C3%A7%C3%A3o-t%C3%A2nia-sousa-fiat-242-18d/

    Relativamente ao que aqui foi dito no entretanto:
    1) A 242 tem um sistema de travagem de alta pressão a LHM, igual ao dos Citroën DS, CX e GS, a diferença é que enquanto nesses carros alimenta o circuito dos travões e suspensão, na 242 só alimenta os travões. Creio, não estou certo pois nunca tive problemas com o meu sistema, que as tubagens para este sistema são diferentes das convencionais. Contudo existe ainda muita gente a trabalhar com estas tubagens, nomeadamente os aficionados pelos Citroën de época e entre eles existe quem faça os ditos à medida...
    2) O risco de perder os travões neste carro é uma realidade e no próprio manual de uso (que penso que já vos passei) é descrito que assim que a luz avisadora de falta de pressão do sistema de travagem acender no tablier se deve rapidamente resolver o assunto e recorrer, com muita calma, ao travão de mão, que por sua vez está equipado com pastilhas e trava o motor via caixa de velocidades (por detrás da qual corre o disco do dito travão de mão).
    3) Para os tubos (ou tubo) estar constantemente a saltar eu diria que, ou como apontado existe um problema nas ligações dos tubos, ou existe algum 'espaçador/junta' que foi 'subtraído' à revelia ou então existe um problema com a pressão debitada/mantida pelo conjuntor/disjuntor e/ou esfera secundária. Existe uma máquina, que a 'velha guarda' da malta da Citroën tem, que permite medir a pressão do circuito e diagnosticar o estado das esferas...daí será possível ver se algo está errado, nomeadamente com a bomba principal (que funciona com a rotação do motor e está acoplada a ele) ou com a bomba secundária (que é accionada directamente pelo pedal).
    4) Mecânicos para resolver isto mesmo à maneira serão os da 'velha guarda' da Citroën; O Sr. Zeca em Porto Covo provavelmente é um deles, mas existe ainda muita malta dessa geração pelo país fora...eu tenho alguns contactos, mas a malta daqui certamente tem outros, inclusive melhores e mais adequados (até geograficamente) dos que detenho...
    5) Renovar o sistema todo vai ser um pincel...é que é muito grande!...eu creio que num dos documentos que vos passei (o manual de uso da 242 de 73 ou o manual do sistema hidráulico) dispõe o esquema do todo...e aí poderás comprovar a complexidade do circuito...
    6) Quanto a Leiria...é realmente o mundo das sucatas e peçastongue.png , uma das minhas dadoras veio de lá...que eu saiba existe lá uma casa que é especializada em Citröen, nomeadamente restauros, mas não é nem uma sucata nem uma casa de peças...vou enviar-te o contacto por pm para não estar aqui a fazer publicidade.
    7) de resto, se calhar estou para aqui a inventar/complicar e o Eduardo e o Rafael têm a solução viável; eventualmente é só mesmo esse bicone e com as tais ferramentas que ele menciona ou indo a uma casa de frio como o Rafael sugere a coisa resolve-se em três tempos.
    Vou passar ao outro tópico que abriste e enviar pm de seguida...
     
    Tânia Sousa gostou disto.
  6. O Eduardo e o Relvas são uma só pessoa, ó Hugo...laugh.png Presumo que te quisesses referir ao Rafa!wink.png

    Não fazia ideia que o sistema das 242 era Citroen... então assim pode não ter o mesmo hardware dos Fiat ligeiros. Só vendo mesmo.

    Abraço!
     
    Pedro Umbelino e Hugo_Fiat 242 gostaram disto.
  7. Ups!!! Desculpem-me o lapso!!! Já está corrigido :)

    A 242/C35 foi/é a sucessora (com mérito, digo eu) da nariz-de-porco (H). Da Fiat a 242/C35 herda sobretudo o design/concepção do monobloco/capacidade de carga/volumetria e várias outras pequenas peças 'genéricas' que são comuns ao campagnola, 131 e 238 (bem como a tantos outros seus contemporâneos), da Citroën praticamente toda a mecânica e interiores. No entanto, segundo sei/li, a produção foi Italiana de 73 até 87, sendo que após isso a linha de montagem teve continuidade em França, com números constantes, até 1991. Ambos produziram uma enorme quantidade de adaptações de carroçaria (à semelhança da sua antecessora). A popularidade das adaptações para autovivenda levou a Fiat a produzir, de fábrica/série, a versão 'Kavir'. O modelo conheceu 3 versões: tipo 1, tipo2 e face-lift desta última (em que o interior abandona o seu look 'mix' AMI/Acadiane e já é em tudo similar à Ducato1/C25/J5 e creio que também AR6 e Talbot Express). Desconheço quantas 242 saíram da Somave, mas sei que houve versões carga/box, vitrinados e transporte de animais.
    Abrs!

     
    Pedro Umbelino gostou disto.
  8. Antes de mais obrigada a todos. Todas as dicas foram muito uteis.
    O manual enviado pelo Hugo foi a cereja no topo do bolo. Já percebemos todo o sistema da carrinha e já conseguimos resolver.
    Na Sexta-feira visitámos um senhor mecanico ainda á moda antiga que constrói peças e fez-nos os bicones e estes foram estanhados/soldados ao tubo para não se desprenderem Ao que parece o sernhor disse que era um problema frequente nestes sistemas e que normalmente soldavam os bicones aos tubos para resolver. Para terminar descobrimos uma portinhola que dava acesso ao sistema de travagem, graças ao manual. Sempre tinhamos reparado o tubo levantando o painel de acesso principal, mas não nos tinhamos apercebido desta portinhola que permitiu apertar bem os tubos. Já sangrámos os travões e amanhã vamos testar, mas estou muito confiante.
    Amanhã posto aqui algumas fotos. Mas estou super agradecida, depois de várias tentativas em mecanicos, foi com a vossa ajuda que consegui á partida resolver.laugh.png
     
    Pedro Umbelino gostou disto.
  9. Ainda bem que já está a ser resolvido. Os manuais são uma excelente ajuda, eu faço sempre questão de ter a literatura adequada a cada um dos meus carros, responde a 99% das nossas questões.

    Acho estranho é soldar o bicone ao tubo... como é que depois fixaram o tubo no sítio?huh.png Bom, o importante é funcionar e não ter mais chatices, mas para mim é uma solução um cadito estranha.

    Aguardamos pelo desenrolar da situação, esperemos que seja desta.

    Um abraço!
     
    Pedro Umbelino e Hugo_Fiat 242 gostaram disto.
  10. :) Eduardo, é um sistema diferente que não sei se consigo explicar bem... no fundo o bicone deve ficar cravado ao tubo e entra num orificio com uma rosca que ao precionar uma borrachinha faz a vedação. Mas esta vedação só é bem feita se o bicone estiver bem cravado ao tubo. O que acontecia é que com a pressão o tubo saltava e saia de dentro do bicone. No fundo acho que nem fazia nenhum sentido que o bicone nao estivesse fixo ao tubo de origem. O senhor mecanico que nos soldou o bicone disse que era um erro virem os tubos assim e era frequente terem que os soldar. Mas eu assim que tiver um tempinho ponho aqui fotos. Já testámos hoje a carrinha e está tudo bem por enquanto :)
     
    Pedro Umbelino e Hugo_Fiat 242 gostaram disto.
  11. 242 rules!!!!wub.png
    Este fim-de-semana descobri mais um exemplar, de transporte de animais (embora tenha sido adaptado a partir de uma carga/box), a funcionar, com documentos e uma folha de IPO com poucas anotações (pese embora estar quase 'pela hora da morte' em muitos outros aspectos e ser quase impossível de recuperar)...assim sendo estou mesmo quase a chegar às 30 existências no país (contando com as em sucata)...
    Pelo quadrante 'quadrado' trata-se de um carro pós 83/84 e provavelmente um dos últimos a sair da Somave.
    56b585a9-f5b9-43a5-9d4c-e38ae415232b_zpseec9a0ba.jpg
     
    Pedro Umbelino e Tânia Sousa gostaram disto.
  12. Ó Eduardo, não tem nada a ver com o que dissemos, o sistema de travagem é igual aos da citroem, a porca aperta um cilindro em borracha contra o tubo e assim trava-o.
     
    Pedro Umbelino e Hugo_Fiat 242 gostaram disto.
  13. Pois, mas pelos vistos é um sistema mais idiota e menos fiável. Ah, les français... tinham de vir estragar!tongue.png

    Um abraço!
     
    Pedro Umbelino e Hugo_Fiat 242 gostaram disto.
  14. Eduardo, esta imagem representa bem o sistema falado, a parte representada a azul é um cilindro tipo uma ponta de tubo em borracha.

    Ver anexo 325954

    Ver anexo 325955

    Normalmente, tudo que é usado com LHM tem que estar marcado com tinta verde, pois não pode ser usado com outro tipo de oleos pois desfazem-se.

    Ver anexo 325956

    Ver anexo 325957
     

    Ficheiros Anexados:

    Pedro Umbelino e Hugo_Fiat 242 gostaram disto.
  15. Cá está, é um sistema mais falível. Se o tubo tivesse um colar mais pronunciado e que apertasse directamente contra a peça exterior sem intermediários, provavelmente era muitíssimo mais fiável. A simplicidade ganha sempre quando se trata de ser fiável. Assim tem um colarinho pouco pronunciado, logo o ângulo de esforço do colar roscado é menor e a pressão efectuada também inferior. Ainda por cima, com a borracha a atrapalhar a coisa, menos margem há para o tubo poder ser esmagado contra a face de ligação.

    Para quê complicar o que é simples? Enfim... obrigado pela explicação!wink.png

    Um abraço!
     
    Pedro Umbelino e Hugo_Fiat 242 gostaram disto.
  16. Bom dia!

    Vencida a preguiça já me registei no forum! Estou muito contente com ter encontrado uma comunidade ainda activa de Fiats 242, já percebi que não há muitas por aí!

    O tubo que a Tania fala (a Tania é a minha cara metadelaugh.png ) é este:Ver anexo 328571

    Pode-se ver o bicone já estanhado e a tal borrachinha, que já não está nas melhores condições.
     
    Hugo_Fiat 242 gostou disto.
  17. Mas isso já está resolvido ou nem por isso!?
    Borrachinhas LHM para esse bicone serão semelhantes em todos os citroën que tenham o sistema, inclusive os Xantia, portanto qualquer casa de peças deve ter fácil acesso às mesmas. :)

    Para incentivo:
    [​IMG]
    [​IMG]
     
    Pedro Umbelino e Tânia Sousa gostaram disto.
  18. Este problema já está resolvido sim, em parte graças a um manual postado aqui! Muito obrigado!

    No fim de semana passado surgiu outro, se calhar abro outro tópico.

    O radiador rebentou. Sugeriram-me que possa ser alguma fuga da junta da cabeça para o sistema de refrigeração.
    Tive de fazer a viagem com a tampa do radiador meio aberta para não ganhar pressão e deitar a água toda fora pelo orificio onde rebentou. Aguentou sem aquecer com paragens mais ou menos de 80km em 80km. Tenho um termómetro instalado que raramente passou dos 80ºC

    Qual a temperatura normal nestas carrinhas? E a pressão no radiador é normal?
    A tampa indica 1.4 bar, mas apesar da válvula de segurança parecer boa, o radiador rebentou pela costura.
    Algum despiste que posso fazer para saber se é mesmo da junta?
     
    Hugo_Fiat 242 gostou disto.
  19. Os meus conhecimentos de mecânica são muito limitados. Vou tentar ajudar. Tens água no óleo ou óleo na água? Isso normalmente denuncia a junta deteriorada, mas no geral a junta flipada faria subir muito a temperatura. Experimenta fazer o seguinte, existe um tubo de purga do radiador que está preso ao lado direito da entrada de ar da sofagem; abastece o radiador, fecha-o, abre a purga e liga o carro. Se demorar um pouco a água começar a sair borbulhaste pela purga e estiver quente o problema será provavelmente da junta, se começar imediatamente a sair borbulhaste e fria aí existe a forte possibilidade de teres a cabeça rachada.
    80º é a temperatura normal e ideal de funcionamento deste carro (tanto que o termostato abre aos 76°).
    Ter este tipo de pressão no radiador não é de todo normal e também é difícil ele rebentar pois é deveras resistente. Quando falas de válvula de segurança referes-te ao tubo 'ladrão' que está mesmo junto à tampa? Estará entupido? Estaria o radiador entupido?
    Pelo que escreves o dano no radiador será passível de arranjo, de qualquer modo, salvo erro, o radiador é igual aos das ducato 280/290, j5 e C25, senão ainda se arranjam radiadores em França e Itália por bons preços. O teu radiador tem o radiador de óleo acoplado ou ainda é sem radiador de óleo. Já cabeças de motor é outra história, existem mas são caras, estão no estrangeiro e o transporte não é barato. O teu motor é um B25/637 (2500cc)? Jogos de juntas de motor não é fácil, mas ainda se arranjam em casas de peças daquelas que o pessoal sabe, só a junta da cabeça e tampa é fácil pois é o mesmo que o do CX2500D ou do CX2200D (se for um B22/614)
     
  20. Olá Hugo,
    Em relação a óleo na água, quando encho o radiador até cima não detecto nada oleoso. Água no óleo não sei, suponho que isso se veja vazando o filtro do gasóleo? Os meus conhecimentos de mecânica não são grande coisa.
    Quando falo da válvula de segurança é mesmo esse tubo ladrão, que suponho que empurre a borracha e mola da tampa quando atinge a pressão (supostamente a que está escrita na própria tampa, 1.4 bar) Esse tubo não está entupido.
    Quanto ao radiador, quando tive a primeira fuga pus-lhe tapa fugas (2 vezes) e acabou por ficar pior, penso que deve ter tapado momentaneamente o 'buraco' da fuga só para abrir um ainda maior. Não sei se está entupido por dentro ou não.
    A água do radiador sempre esteve bastante suja, acastanhada, pensei que fosse por ser velho, mas não me parece óleo.
    Outro sintoma é que tenho sofagem quente normalmente e quando comecei com estes problemas o ar vem sempre frio, não sei a relação disto.
    O radiador tem também o radiador de óleo ao lado, conforme podes ver nas fotos:

    Ver anexo 328619Ver anexo 328620

    Consegues-me dizer melhor onde fica esse tubo de purga para fazer o teste que referes pelas fotos?
    Em relação ao motor, o livrete diz 2175 cm3. O modelo é 242/18D (Tipo 242/18/F)
     
    Hugo_Fiat 242 gostou disto.
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