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Envelhecer Em Cascos De Carvalho

Tópico em 'O nosso hobby: Clássicos' iniciado por fernando teixeira gomes, 12 Set 2014.

Tópico em 'O nosso hobby: Clássicos' iniciado por fernando teixeira gomes, 12 Set 2014.

  1. Sempre gostei de fazer "zapping" nos sites de vendas de automóveis, existe uma panóplia de sites que nos permitem alem de sonhar também realizar os nossos sonhos quando se tem meios financeiros! mas nestes tempos de crise há que saber ser ponderado e ter muita paciência! poderemos fazer um paralelismo entre os bons vinhos e os bons carros, podem ser guardados para mais tarde valorizar! quando consulto esses sites já coloco nos filtros a data "até 1994" pois acho que existem bons carros dos anos 80 e 90 que se vão tornar muito apetecíveis até já os apelidam de "pré-clássicos".
    qual seria a vossa escolha neste momento? eu estive a ver um 106 rallye 1000€
     
  2. Esses pequenos Peugeot são um caso sério... Sei de um de um amigo que ficaria muito bem em qualquer garagem.

    Eu é mais Fiat... E, se pudesse, dessa época comprava um Ritmo 125 TC e um Panda 4x4.
     
  3. João Soares, não sei se gosta do primo autobianchi A112 abarth! estive a ver um, mas é mais carote!!! perto dos 5000, na minha opinião é uma certeza de futura valorização astronómica! tipo cooper s quem tiver condições para adquirir! vai duplicar o investimento.
     
  4. Eu gosto do Autobianchi. Prefiro as versões mais antigas, das primeiras séries, mas não consigo olhar para eles (nem para outro clássico) como um investimento.
     
  5. compreendo o que lhe vai na alma, pois eu ao restaurar este Toyota corolla que tenho, nunca pensei no dinheiro que vou gastar porque tenho a certeza que não o vou recuperar! faço-o porque o carro representa algo para mim! mas se fosse o caso de conjugar o gostar com o bom investimento tanto melhor!
     
  6. Quem vê os clássicos como investimento não gosta deles, é apenas um negociante.

    Os clássicos são um modo de vida, uma paixão, e são para serem vividos, não arquivados... esta é a minha opinião.
     
  7. Está tudo dito... :) A melhor definição que li até hoje. :)
    Esta é a minha opinião também.
     
    Eduardo Relvas gostou disto.
  8. Concordo plenamente com esse modo de pensar! eu não sou negociante nem nunca fui! apenas gosto de sonhar! e o meu sonho era tudo o que tivesse a ver com o restauro de clássicos! fazer disso o meu modo de vida, seria o concretizar de um sonho!
     
    Eduardo Relvas gostou disto.
  9. Eu já tenho feito alguns negócios com clássicos, como todos aqui já tiveram oportunidade de testemunhar, sou um entusiasta a dar para o wheeler dealer. Mas não o faço por puro sentido de lucro, os carros têm de me dizer alguma coisa, e são tratados com todo o carinho. Quando vendo o carro, faço por os ter em forma plena. Gostava de poder guardá-los a todos, mas infelizmente não é uma opção viável, por isso vou vivendo um pouco de cada um deles, e tentando sempre que o tempo em que os tenho à minha guarda sirva para lhes garantir um futuro risonho. Ficam as histórias, os sorrisos e salva-se uma máquina para a posteridade.

    Um dia destes também gostaria de poder alinhar numa carreira nesta área, quem sabe... mas para já, continua como part-time.

    Um abraço!
     
  10. É claro que tb tenho certos modelos que por alguma razão do meu percurso de vida tenho um certo carinho e que me dizem algo! ou porque fizeram parte da minha infância e juventude ou quando se desfolhava o autosport e se sonhava acordado! eheheh! e quando vejo alguns desses carros ou abandonados ou para o abate e a serem vendidos para peças dói-me o coração!
    vou contar um episódio que se passou neste verão passado em que fui adquirir umas talhas para o jardim (ideias da minha mulher) numa cerâmica na Asseiceira perto de Tomar, para meu espanto o proprietário que é um entusiasta de clássicos num dos pavilhões, misturados com as peças de cerâmica tinha lá um opel rekord 1700 dos anos 60; Austin A40 farina; ford anglia fascinante; hillman minx; datsun 120y gostei muito do rekord fez-me recordar os anos 70 e as viagens num carro similar de um familiar meu! tinha espaço que nunca mais acabava!!! entretanto perguntei se podia levar o rekord (perante o olhar incrédulo e fulminante de minha mulher) o senhor disse que sim! quanto? perguntei eu! 250€ e coloca-me o carro em casa! respondeu ele! pensei logo que quando a esmola é grande o pobre desconfia!!! afinal não tinha documentos! mas mesmo assim ficou o negocio em standby. no dia seguinte fui á conservatória de Coruche e lá me deram o nome do proprietário e morada, era numa freguesia de tomar que se chamava de maçãs de d. maria, consultei a lista e só me aparecia um café e o lar da terceira idade, liguei para este ultimo e fiquei a saber que o dono do carro já tinha falecido, mesmo assim voltei á conservatória e lá me indicaram o que tinha de fazer! o carro tinha de estar numa lista de habilitação de herdeiros se não estivesse teria de se fazer um aditamento! liguei novamente para o lar e informaram-me que o senhor tinha um filho que estava para lisboa e que regressava apenas para casamentos e funerais!!! ninguém me conseguiu o contacto dele! ainda tenho esperança!
     
  11. Concordo com (quase) tudo o que disseste, apenas acrescentaria que se para além de serem um modo de vida, uma paixão, para serem vividos e não arquivados, forem também um investimento, o proprietário além de ser um apaixonado pelos clássicos também é inteligente!!! ;)
     
    Camacho Cêrcas gostou disto.
  12. Claro que é bom saber que o valor está seguro, com a desvalorização rampante a que está sujeito tudo o que se compra hoje, é um conforto que se tem. Mas temos de ter a noção que isto é um hobby caro, especialmente se envolver restauros devidamente executados.

    O mal é que muita gente acaba por ver aquilo como um pé-de-meia, especialmente em países atrasados como o nosso. O clássico é um pano de amostra que sai à rua "quando o rei faz anos" e que assim que alguém investe uns tustos a borrifar-lhe tinta em cima estão "todos restaurados de origem" e valem balúrdios... é por estas cenas e outras afins que eu prefiro que nem se fale no "investimento" dos clássicos. Traz logo um magote de oportunistas atrás... e quem sofre são os clássicos.
     
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