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Combustíveis "Simples" em clássicos

Tópico em 'O nosso hobby: Clássicos' iniciado por Vitor Dinis Reis, 17 Abr 2015.

Tópico em 'O nosso hobby: Clássicos' iniciado por Vitor Dinis Reis, 17 Abr 2015.

  1. Chegaram a todos os postos nacionais - por imposição legal - os chamados "combustíveis simples". Na prática são combustíveis, gasolina e gasóleo, sem mais aditivos do que aqueles obrigatórios pelas normas.
    Cai assim um dos argumentos usados pelo setor petrolífero para justificar preços mais altos e que aponta para o custo da adição de aditivos que é suposto aumentar a performance do combustível e do carro.

    Em 2012 a DECO afirmava que não havia qualquer diferença entre combustíveis:
    "Há dois anos, em dezembro de 2012, fizemos um estudo - um teste pioneiro a nível mundial - em que pusemos em confronto gasóleo aditivado ['premium'], com versão regular e duas marcas 'low cost' (Galp Gforce, Galp Hi-Energy, Jumbo e Intermarché) e o resultado foi que não existem diferenças entre os combustíveis a não ser no preço"
    ...
    "não existe nenhum indicador que leve a pensar que têm menos qualidade, que podem danificar ou prejudicar o motor nem que são mais poluentes"
    ...
    "nessas três vertentes não se verificaram diferenças que justificassem o preço superior que era praticado".

    Por outro lado, Luís Serrano, professor no curso de Engenharia Automóvel no Instituto Politécnico de Leiria afirma:
    "Os aditivos estão lá por alguma razão. Existem porque são úteis para o motor", explicando que a opção por combustíveis simples pode, em alguns casos, trazer problemas de lubrificação ou aumentos de consumo e perda de eficiência do motor: "Não tenho problemas mecânicos, mas posso ter de carregar mais no acelerador".
    Luís Serrano ressalva, porém, que a utilidade dos aditivos varia consoante os carros e que são os mais recentes que tendem a ser mais exigentes no que diz respeito à qualidade do combustível.

    Fernando José Ferreira, director do curso de Engenharia Mecânica Automóvel no Instituto Superior de Engenharia do Porto, afirma não ter dúvida de que os aditivos têm utilidade. "Os fabricantes não os põem lá à toa". Mas acrescenta que o valor que trazem "é discutível" e salienta que "todos os combustíveis que são vendidos são necessariamente bons, porque cumprem requisitos".

    Esta posição é semelhante à de Paulo Carmona, da ENMC, que é responsável por fiscalizar a qualidade dos combustíveis. Para Carmona, a designação combustível simples é usada com "alguma carga pejorativa". Porém, o combustível simples "sai directamente da refinaria sem aditivos, mas cumpre os mais altos padrões de qualidade".

    António Chícharo, da Associação das Empresas de Comércio Automóvel (Anecra), alerta que, quando há problemas causados pela utilização de combustíveis não aditivados, "tudo o que se refere com a injeção do carro, com a circulação do gasóleo e com os filtros tem de ser tudo renovado", algo que é uma despesa considerável. O pior é que a garantia não cobre problemas destes porque "a avaria dos motores é provocada pelo combustível que está a ser utilizado".

    (fontes: Público; Noticias ao Minuto; TSF Online)



    E vocês, qual a vossa experiência? O que pretendem utilizar no vosso clássico?
     
  2. A minha experiência diz-me que o Chicharo é um imbecil.
     
    Jose Manuel S Lopes e nuno granja gostaram disto.
  3. ... o que pouco tem a ver com o tópico mas fica a informação :huh:
     
    Rafael S Marques gostou disto.
  4. Actualmente tenho como carro de uso diário, uma Seat Alhambra 2.0TDI de 140 Cv que ja conta com 360.000kms. Anteriormnte a este, tive uma VW Sharan 1.9 TDI de 90 Cv que fez 500.000.
    Sempre utilizei os combustiveis low cost do Jumbo ou quejandos, e nunca tive o menor problema nos carros. Teria um consumo um pouco superior? Talvez. Nunca comparei.
    Portanto para mim, Galp, BP, Repsol etc não obrigado :D:

    Nos clássicos também utilizo a gasolina do Jumbo, à qual acrescento o substituto do chumbo, e também nunca tive a menor queixa!
     
  5. Cá em casa é tudo do "mais barato" ... nunca houve problemas por causa do combustível.
    Tanto os de gasóleo como a gasolina.
    O engraçado é que na "perua" usava inicialmente (+- 2 anos - 1999-2001) gasóleo da Galp (do bom ...). Gastava que se fartava ... e quando carregava no acelerador deitava uma fumarada do raio.
    Por isso mudei para "os mais baratos" e com bons resultados ...
    Na 4L do sogro coloco aditivo

    Considero que os chamados "aditivos" são, um pouco, treta para inglês ver ...
    As "refinarias" acabam por ser uma "destilaria", e como sabemos, nas destilarias os primeiros "vapores" têm melhor qualidade. Pode haver "graus de viscosidade" diferente e depois com os novos injectores, "a coisa", pode causar problemas nalguns motores.

    Como não sou um expert em combustíveis vou usando o que me parece mais rentável.

    Nos clássicos ....
    Considero que a dureza dos materiais é de tal ordem que não provoca problemas o uso do combustível "vulgar". No entanto uso o aditivo "chumbado"; por "precaução" ....
     
  6. A minha experiência é maior nos carros recentes:

    Clio 1.9D, 360.000Km 80% com combustível low cost, sem problemas.
    Nos carros mais recentes e o que mais interessa nos clássicos, tenho usado os combustíveis mais simples 95 ou diesel, mas aproveito todas as campanhas e coloco normalmente BP ou Galp que são os mais perto de casa, andar 20Km para poupar 2 cts/lt não compensa.
     
  7. Preocupa-me mais os estado dos depósitos.

    Costumo alternar com gasolina galp (quando tenho talões de desconto) que fica a 500m de casa e o Jumbo.
    Comecei a notar que sempre que metia nesse posto galp, a luz dos injectores acendia (no carro mais recente). Passados alguns meses esse posto efectuou obras de substituição total dos depósitos.

    O meu mecânico contou-me que teve lá um Alfa 33 com vários problemas de rendimento e não encontravam nada. Resolveu desmontar TUDO. Foi quando deu com água no depósito da gasolina.
     
  8. Em 2009 embarquei numa das maiores aventuras com o meu Mini, fui ao Algarve Historical Festival participar numa parada/corrida comemorativa dos 50 anos do Mini. De véspera atestei (35l) com s/chumbo 95 do Jumbo e lá fui às 4 da matina por aí abaixo. Nunca alterei o andamento da máquina, e não notei diferença nenhuma tanto no rendimento como no consumo (ambos elevados), tanto antes como depois de ter enchido com combustíveis de estações de serviço de auto-estrada.
    Nos modernos (não muito) da casa, e só a gasolina s/chumbo 95, é conforme dá mais jeito, tanto vai do Jumbo, da Prio (meio low cost) como das exploradoras (normalmente Galp com talão de desconto) e a verificação prática é a mesma, nunca verifiquei diferença nenhuma!
     
  9. O meu astra queixava-se um bocado com a gasolina do jumbo, ficava com um ralenti incostante, e ás vezes ia a baixo, até que a valvula EGR se começou a queixar, acendeu a luz e deu erro, comecei a por REPSOL, e o problema nunca mais apareceu.
     
  10. Quando vou a Portugal noto diferença, é na carteira..... :)
     
  11. Aqui a minha mégane desligava completamente em andamento, levei-a a auto estrada uns kms a 130 em terceira, nunca mais fez... é o problema dos carros citadinos ...

    Nem sempre a razão será o combustivel...
     
  12. A minha questão é mais... mesmo colocando Sem chumbo 95 ou 98, devemos adicionar algum aditivo? Faz mesmo a diferença, principalmente em carro com mais de 40 anos?
     
  13. Vê aqui aos 36 minutos e 25 segundos:
     
  14. Muito obrigado @Vitor Dinis Reis era este mesmo o esclarecimento de precisava. Muito obrigado!
     
  15. A minha experiência relativamente aos combustíveis low cost:

    VW Caddy SDI 1999: Impecavel.
    Mitsubishi Strada L200 2000: Impecavel
    205 XAD 1991: Impecavel
    BMW 320D 1999: Impecavel
    BMW 120D 2008: Impecavel

    entre outros....


    E fiquei finalmente elucidado quanto ao uso de aditivo! :D
     
    #15 M Bento Amaral, 21 Abr 2015
    Última edição: 21 Abr 2015
  16. Tambem tinha a mesma duvida sobre os aditivos, acabei por aprender mais sobre o assunto e de outros temas que foram falados :D
     
    Nelson C. Santos gostou disto.
  17. Credo! Tanto carro com o combustível do demo. Va de retro!
     
  18. ahahahahah :lol::lol::lol:

    Esqueci-me dos a gazelina:

    FIAT 850 Special 1969
    Morris Mini 1000 Special De Luxe 1971
    VW Polo Coupe Classic 90s


    Já eu, carburo bem com muita coisa, desde as marinas a 90 centimos do continente, à Sagres, Cuca, Nacional e Rosema! Do vinho da casa, ao Bridão passando pelo Terra de lobos, curvando no Piriquita, e acabando num Defesa!
     
  19. Então e o 850 e o MINI??? rsrsrs
     
  20. Eu tenho já algumas más experiências com os combustíveis Low cost...e nem por sombras os quero sequer perto dos meus carros....

    No meu 1200 grila que se farta se meto Low cost ou 95, portanto só 98...no SSS o 95 não entra porque gosto de acelerar e tiro outro partido do motor...no Z com 95 ou low cost a gasolina evapora em menos de nada...no meu Lancia Prisma 1.6 I.E tanto a 95 como a Low cost fica igual ao Z...até a come...ehehe...num punto 75 que tive, essas low cost levaram-me a uma reparação de 1000 euros...e pronto...penso que sabem o que uso...98 e nos diesel sempre usei aditivados, com especial preferência pelos BP e Repsol.

    Sei que este tema é bastante controverso, e que cada um à sua maneira tem os seus sabores e dissabores, mas esta nova legislação a meu ver está feita para os mecânicos, e para a industria automóvel vender mais uns exemplares porque não tarda andamos todos, mas todos mesmo na oficina...

    Reparem: Sábado passado saí de casa, tinha pouca gasolina...como não havia 98 aqui onde moro e porque deixei acabar o meu querido jerricam cá de casa, pus 10 euros de 95(galp)...assim que cheguei à cidade mais próxima, atestei com 98. No Domingo fiz 400 km's, e a meio da viagem , e porque tinha que fazer uns km's mais depressa, resolvi atestar novamente onde estava, e claro...não havia 98 (agip), tive que atestar com 95...ou seja, nas subidas que fiz, e quem conhece o IC8 sabe do que falo, até via o ponteiro a descer...mas esse não é o problema...é o alerta para o facto de termos que consecutivamente atestarmos os carros com gasolinas diferentes, porque a oferta não é adequada e é inexistente em alguns casos...o que me leva a crer que muitos carros mesmo vão avariar propositadamente...mas vamos falando e esperando por novidades...ehehe
     
    José A. Carvalho gostou disto.
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