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507

Tópico em 'História e Cultura' iniciado por Eduardo Flôr, 4 Jul 2008.

Tópico em 'História e Cultura' iniciado por Eduardo Flôr, 4 Jul 2008.

  1. Considerado um dos mais raros automóveis da história, o BMW 507 foi fabricado com o que a marca alemã tinha de mais avançado em meados dos anos 50.

    Além dos vários componentes de alumínio, as 252 unidades do 507 produzidas entre 1956 e 1959 tinham o desenho da carroçaria assinado por Albert Goetz, autor das linhas de vários modelos de sucesso, como o Datsun 240Z e o Toyota 2000 GT.

    Os detalhes estéticos do descapotável alemão dos anos 50, como as entradas de ar cromadas nos guarda-lamas e a larga grade dianteira bipartida, continuam presentes nos actuais descapotáveis da marca alemã. Com linhas que traduziam a desportividade dos carros de competição, o 507 podia ser equipado com rodas de cubo rápido (que facilitavam a troca de pneus) e tinha uma capota metálica removível que o transformava num coupé.

    O interior simples tinha um volante de quatro raios, instrumentação bem visível e acabamentos de primeira, com destaque a carpete de revestimento, bancos e painel revestidos a couro. A capota de lona instalada atrás dos bancos, presa por botões de pressão, ainda exigia a boa vontade de ser manuseada sem a ajuda de um mecanismo automático. Na época, o preço do 507 era mais alto que o do Porsche mais caro da época, embora fosse ligeiramente mais barato que o Mercedes-Benz 300 SL.

    O exclusivo motor V8 3.2, feito totalmente em alumínio, era capaz de gerar 150 cavalos, potência que podia aumentar para 195 cv nos modelos exportados para os Estados Unidos. Para isso, além dos carburadores maiores, a taxa de compressão era aumentada, graças à gasolina com mais octanas. Convencido na emoção de estar ao volante do BMW mais cobiçado dos anos 50, o condutor podia trocar as quatro velocidades da caixa ZF com precisão, ajudado pela embraiagem de accionamento hidráulico.

    Nas curvas, a suspensão com eixo de torção mantinha o carro preso ao solo, e os travões a disco no eixo dianteiro transmitiam segurança nas travagens mais bruscas. Mesmo sem muita potência, o 507 arrebatava, com aceleração de 0 a 100 km/h em 7,2 segundos e velocidade máxima de 218 km/h. Pisando no acelerador a fundo, o carro chegava a 160 km/h em apenas 23 segundos.
     

    Ficheiros Anexados:

Código de Verificação:
Rascunho Salvo Rascunho removido

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